Autoridade é mais do que poder; o poder sem a autoridade é mera tirania. Jesus ensinava com a autoridade que vem do serviço. No reino de Jesus reinar é servir, Sua coerência de servo de todos, de um rei servidor, fazia com que Suas palavras tivessem a força da autoridade e todos reconheciam isso, até os demônios. Naquele dia, na sinagoga de Cafarnaum, Ele falou com autoridade e o demônio foi expulso, as pessoas ficaram espantadas. Ao longo de Sua vida Ele pregou com autoridade, ordenou e as doenças foram curadas e até a água da tempestade se acalmou, porque Jesus tinha autoridade. (Mc 1,21-28)
Pe. Joãozinho, scj

Evangelho (Mc 1,21b-28)

Ensinava como quem tem autoridade.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 1,21b-28

Estando com seus discípulos em Cafarnaum, Jesus, num dia de sábado, entrou na sinagoga e começou a ensinar. Todos ficavam admirados com o seu ensinamento, pois ensinava como quem tem autoridade, não como os mestres da Lei.
Estava então na sinagoga um homem possuído por um espírito mau. Ele gritou: "Que queres de nós, Jesus Nazareno? Vieste para nos destruir? Eu sei quem tu és: tu és o Santo de Deus". Jesus o intimou: "Cala-te e sai dele!"
Então o espírito mau sacudiu o homem com violência, deu um grande grito e saiu. E todos ficaram muito espantados e perguntavam uns aos outros: "Que é isso? Um ensinamento novo dado com autoridade: Ele manda até nos espíritos maus, e eles obedecem!" E a fama de Jesus logo se espalhou por toda parte, em toda a região da Galileia.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.


Reflexão sobre o Evangelho:
PERSONALIDADES INCOMPATÍVEIS - A autoridade de Jesus se apoiava na coerência que existia entre seu ser e seu agir. Aliás, é nessa coerência que se sustenta toda e qualquer autoridade. Olhando para o nosso mundo, principalmente nestes últimos dias, sentimos que estamos necessitando urgentemente dessa autoridade, que não apenas faz calar os "espíritos imundos”, mas os expulsa do coração do ser humano. O mal não deve ser apenas calado, mas, sim, expulso, extirpado do nosso meio. Dá-nos, hoje e sempre, Senhor, a verdadeira autoridade. Dá-nos, hoje, sermos sempre homens e mulheres que vivam a coerência entre o ser e o agir.
Deus chama pessoas ocupadas; é preciso deixar algo importante para seguir o chamado que vem de Deus. Naquele dia, Jesus andava à beira do mar da Galileia, viu Simão, o irmão dele, André, e Ele chamou, eles deixaram as redes, pois eram pescadores, e seguiram a Jesus; andou um pouco mais e dois irmãos estavam ali, João e Tiago, e Jesus os chamou também e eles deixaram tudo e seguiram a Jesus. O Mestre continua passando por nossas praças, ruas, casas, encontra jovens, encontra gente de todo tipo, ocupada com todo tipo de coisa e Ele diz: "Vem e segue-me"! É preciso deixar tudo para seguir Jesus. (Mc 1,14-20)
Pe. Joãozinho, scj
Evangelho (Mc 1,14-20)

Convertei-vos e crede no Evangelho!
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 1,14-20.

Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: "O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!"
E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. Jesus lhes disse: "Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens". E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus.
Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão sobre o Evangelho:
COMPLETOU-SE O TEMPO - Quando Jesus chama, devemos deixar de lado nossos apegos e, principalmente, nossas redes. As redes servem tanto para pescar quanto para nos prender; tanto para comunicar quanto para isolar, criar "guetos”. O chamado de Jesus, ao contrário, liberta-nos, coloca diante de nossos olhos novos horizontes... Coloca-nos diante do ser humano! Este é, na verdade, o grande serviço do discípulo de Jesus: estar ao lado do ser humano; fisgá-lo para Deus. Mas, para isso acontecer em plenitude, devemos ouvir o suave convite do Senhor: "Vinde após mim".
Tenha um tempo para você; após oito horas de trabalho, repouse; após seis dias, descanse e, se puder, tenha um ano especial da graça. Naquele dia, Jesus entrou na sinagoga, da sua cidade natal, em Nazaré e leu um trecho da Bíblia, do profeta Isaías que dizia: "O Espírito do Senhor está sobre mim, me consagrou para evangelizar os pobres, falar de libertação aos cativos, aos cegos a recuperação da vista, libertar os oprimidos e proclamar um ano da Graça do Senhor", o chamado ano sabático, depois de seis anos de trabalho, um sétimo ano em que é preciso recuperar as forças, não significam férias contínuas, mas um tempo marcado para ser diferente. Marque o seu tempo e transforme aquilo que é puro chronos, cronologia, em Kairós tempo da Graça. (Lc 4,14-22)
Pe. Joãozinho, scj

Evangelho (Lc 4,14-22a)

Hoje se cumpriu esta palavra da Escritura.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 4,14-22a

Naquele tempo, Jesus voltou para a Galileia, com a força do Espírito, e sua fama espalhou-se por toda a redondeza. Ele ensinava nas suas sinagogas e todos o elogiavam. E veio à cidade de Nazaré, onde se tinha criado. Conforme seu costume, entrou na sinagoga no sábado, e levantou-se para fazer a leitura.
Deram-lhe o livro do profeta Isaías. Abrindo o livro, Jesus achou a passagem em que está escrito: "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me consagrou com a unção para anunciar a Boa Nova aos pobres; enviou-me para proclamar a libertação aos cativos e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor".
Depois fechou o livro, entregou-o ao ajudante, e sentou-se. Todos os que estavam na sinagoga tinham os olhos fixos nele. Então começou a dizer-lhes: "Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir".
Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão sobre o Evangelho:
UM PROGRAMA DE AÇÃO - Quando nos deixamos guiar pelo Espírito do Senhor, somos capazes de ir ao encontro do outro e "restaurar" as suas vidas. Isto é o mesmo que dizer que, quando nos deixamos guiar pelo Espírito do Senhor, fazemos as obras de Deus, colaboramos para que aconteça, aqui e agora, a sua ação salvadora: "Hoje se cumpriu este oráculo que vós acabais de ouvir". Resgatar é ação própria e primordial do Espírito, pois Ele é o único capaz de fazer novas todas as coisas. Ele é o vento que sempre soprará a nosso favor. Ele é luz a nos guiar pelas noites escuras de nosso existir.
A compaixão é fundamental para alcançar a justiça; os compassivos sentem com o coração do próximo e choram de suas lágrimas, seguem a regra de ouro ensinada por Jesus de Nazaré: "Faça aos outros o que você gostaria que fizessem a você". Diante de qualquer pessoa, de cada dor, amor, sofrimento, de cada carência, pergunte-se: "E se eu fosse você"? Foi assim que Jesus viveu, Ele viu a multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor e começou a ensinar, multiplicou pão, curou, alimentou, acalmou os corações doloridos. Jesus tinha um coração misericordioso, compassivo. (Mc 6,34-44)
Pe. Joãozinho, scj

Evangelho (Mc 6,34-44)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas. Quando estava ficando tarde, os discípulos chegaram perto de Jesus e disseram: "Este lugar é deserto e já é tarde. Despede o povo para que possa ir aos campos e povoados vizinhos comprar alguma coisa para comer". Mas Jesus respondeu: "Dai-lhes vós mesmos de comer". Os discípulos perguntaram: "Queres que gastemos duzentos denários para comprar pão e dar-lhes de comer?" Jesus perguntou: "Quantos pães tendes? Ide ver". Eles foram e responderam: "Cinco pães e dois peixes". Então Jesus mandou que todos se sentassem na grama verde, formando grupos. E todos se sentaram, formando grupos de cem e de cinquenta pessoas. Depois Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos para o céu, pronunciou a bênção, partiu os pães e ia dando aos discípulos, para que os distribuíssem. Dividiu entre todos também os dois peixes. Todos comeram, ficaram satisfeitos, e recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e também dos peixes. O número dos que comeram os pães era de cinco mil homens.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão sobre o Evangelho:
DA CONCENTRAÇÃO À PARTILHA - No Evangelho de hoje, encontramos dois contrastes gritantes: a compaixão de Jesus e o já é tarde dos discípulos. A compaixão nasce de um coração sem limites, de um coração de Pastor; de um coração que sente a dor do outro como sendo sua própria dor. O Já é tarde brota de corações estreitos, vencidos pelo pessimismo e incapazes de acreditar no milagre, de acreditar que o Senhor da Vida está ao nosso lado, e que, mesmo sendo deserto, pães e peixes podem ser repartidos..., a fome pode ser saciada! Alarga, Senhor, nossos corações e torne-nos verdadeiros seres humanos.

A melhor resposta é uma pergunta seguida de um exemplo prático ou de uma experiência pessoal. Dois discípulos de João foram até Jesus e perguntaram: "Mestre, onde moras"? Jesus não deu seu endereço, não fez um discurso ou um sermão, simplesmente disse: "Vinde ver". Eles foram até onde Ele morava e ficaram algum tempo ali com Ele, era por volta das quatro da tarde, um deles era André irmão de Simão Pedro e se tornou depois discípulo de Jesus e foi dizer a todas as pessoas: "Encontramos o Messias"! E assim começou uma bela história que chegou até nós. (Jo 1,35-42)
Pe. Joãozinho, scj

Evangelho (Jo 1,35-42)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, João estava de novo com dois de seus discípulos e, vendo Jesus passar, disse: "Eis o Cordeiro de Deus!" Ouvindo essas palavras, os dois discípulos seguiram Jesus. Voltando-se para eles e vendo que o estavam seguindo, Jesus perguntou: "Que estais procurando?" Eles disseram: "Rabi (que quer dizer: Mestre), onde moras?" Jesus respondeu: "Vinde ver". Foram pois ver onde ele morava e, nesse dia, permaneceram com ele. Era por volta das quatro da tarde. André, irmão de Simão Pedro, era um dos dois que ouviram as palavras de João e seguiram Jesus. Ele foi logo encontrar seu irmão Simão e lhe disse: "Encontramos o Messias (que quer dizer: Cristo)". Então André conduziu Simão a Jesus. Jesus olhou bem para ele e disse: "Tu és Simão, filho de João; tu serás chamado Cefas" (que quer dizer: Pedra).
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão sobre o Evangelho:
O ENCONTRO COM O MESSIAS - Aquele que encontrou Jesus e permanece como seu discípulo se torna sua testemunha e possui duas tarefas fundamentais: 1) sinalizar quem é e onde está Jesus Cristo; 2) anunciar com entusiasmo. De tal modo que quem nos escute saia em busca, se atreva a caminhar e encontrar-se com Ele. O encontro com Cristo produz mudança de vida e entusiasmo para anunciar aos outros a boa nova: encontramos o Cristo! Neste dia verifique o que você tem feito com o seu encontro com Cristo: tem renovado todos os dias ou ficou apenas no encontro? Que o Mestre te ajude a permanecer e perseverar como discípulo missionário.
A Câmara de Vereadores de Jardim de Piranhas economiza e devolve R$ 42.034,48 a prefeitura de Jardim de Piranhas.
A vereadora Rosimira Araújo é a primeira presidente que devolve dinheiro ao executivo.
Este é o grande resultado de uma gestão humilde, transparente e comprometida com a população.
Parabéns vereadora, que o seu exemplo sirva para os próximos presidentes que vem por aí.
Na manhã de hoje, 01/01/19, aconteceu a solenidade de posse da Mesa Diretora da Câmara Municipal, na qual o vereador Gute assumiu a presidência daquela Casa Legislativa. Num discurso rápido e carregado de emoção, o novo presidente prometeu realizar um trabalho pautado pela ética, responsabilidade e justiça, estabelecer uma relação harmoniosa com os demais poderes, respeitando a independência de cada um deles, tratar com igualdade todos os parlamentos e funcionários, lutar pelo desenvolvimento e progresso de nossa Jardim de Piranhas e disse esperar que, ao longo destes 2 anos, possa fazer mais e melhor, por todos os jardinenses. Gute disse sentir-se honrado com a participação de todos e agradeceu a presença dos seus familiares, dos colegas vereadores, da imprensa, funcionários da casa, blogueiros demais pessoas que prestigiaram o evento. Gute concluiu desejando um Feliz Ano Novo para os jardinenses e pedindo a Deus, saúde, coragem e disposição para cumprir bem a sua nova missão. Disse sentir-se feliz por realizar o sonho de presidir o Legislativo Jardinense.

Sábio é aquele que reconhece quem é, com suas possibilidades e limites. Vivemos num tempo narcisista e esquizofrênico; narcisista porque as pessoas giram em torno de si mesmas e acabam não reconhecendo sua própria identidade; mas a esquizofrenia é ainda pior, é construir uma imagem de nós mesmos diferente daquilo que somos. João Batista não foi assim, queriam fazer dele o Messias ele reconheceu: "Não sou eu", diziam que ele era Elias, ele disse: "Não sou eu", queriam fazer dele um grande profeta e ele disse: "Não sou eu", então alguém disse: "Mas então nos diga, afinal de contas quem você é"? E ele disse: "Eu sou uma voz que grita no deserto, que prepara o caminho para o Messias". João Batista era sábio, porque conhecia sua própria identidade. (Jo 1,19-28)
Pe Joãozinho, scj
Evangelho (Jo 1,19-28)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.

Este foi o testemunho de João, quando os judeus enviaram de Jerusalém sacerdotes e levitas para perguntar: "Quem és tu?" João confessou e não negou. Confessou: "Eu não sou o Messias". Eles perguntaram: "Quem és, então? És Elias?" João respondeu: "Não sou". Eles perguntaram: "És o Profeta?" Ele respondeu: "Não". Perguntaram então: "Quem és, afinal? Temos de levar uma resposta àqueles que nos enviaram. Que dizes de ti mesmo?"
João declarou: "Eu sou a voz que grita no deserto: 'Aplainai o caminho do Senhor'" — conforme disse o profeta Isaías. Ora, os que tinham sido enviados pertenciam aos fariseus e perguntaram: "Por que então andas batizando, se não és o Messias, nem Elias, nem o Profeta?"
João respondeu: "Eu batizo com água; mas no meio de vós está aquele que vós não conheceis, e que vem depois de mim. Eu não mereço desamarrar a correia de suas sandálias". Isso aconteceu em Betânia além do Jordão, onde João estava batizando.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão sobre o Evangelho:
QUEM ÉS TU? João Batista tinha um testemunho de vida contagiante e que servia para abrir caminhos para o Senhor. O testemunho de faz presente em seu modo de viver, de fazer as coisas e de falar. Diante das interrogações que o seu testemunho provoca nas pessoas, João é discreto e claro: não sou o Messias. Diante da resposta fizeram uma pergunta inquietante: Que dizes de ti mesmo? Ele afirma: ?Eu sou a voz que grita no deserto: Aplainai o caminho do Senhor. Está é sua missão como discípulo missionário de Cristo: abrir caminhos para que o Senhor entre na história dos homens. Pense nisso! Deus abençoe você!

Nossa vida cristã sempre tem três dimensões: a Palavra, o Pão e o Povo. O evangelista São João resumiu tudo isso de modo maravilhoso no seu primeiro capítulo do Evangelho, capítulo 1 versículo 14 "A Palavra se fez carne e habitou entre nós". Jesus condensou em si mesmo todas as tradições do Antigo Testamento, dos Profetas, dos sacerdotes e dos Reis pastores; quando somos batizados, somos configurados a esse Cristo, Palavra encarnada no meio de nós, Palavra profética, sacerdócio orante, litúrgico e povo pastoral, povo reunido, povo organizado caminhando para o céu. Isso é ser cristão. (Jo 1,1-18)

Evangelho (Jo 1,1-18)

A Palavra se fez carne e habitou entre nós.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 1,1-18.

No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus; e a Palavra era Deus. No princípio, estava ela com Deus. Tudo foi feito por ela e sem ela nada se fez de tudo que foi feito. Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la.
Surgiu um homem enviado por Deus; seu nome era João. Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: daquele que era a luz de verdade, que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano.
A Palavra estava no mundo – e o mundo foi feito por meio dela – mas o mundo não quis conhecê-la. Veio para o que era seu, e os seus não a acolheram. Mas, a todos os que a receberam, deu-lhes capacidade de se tornar filhos de Deus, isto é, aos que acreditam em seu nome, pois estes não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo.
E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como Filho unigênito, cheio de graça e de verdade. Dele, João dá testemunho, clamando: “Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim”. De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão sobre o Evangelho:
A TENDA DIVINA ARMADA ENTRE NÓS - Neste último dia do ano, o Evangelho apresenta-nos uma retrospectiva da presença de Deus em toda a história da criação até a presença definitiva de Deus, que se faz homem e caminha com o seu povo. Assim vemos que, para a transformação social e a construção de um novo tempo, é necessário acolher e viver a Palavra, que se faz carne, vivendo em nosso cotidiano as atitudes de Jesus. Que, neste novo ano, vivamos em nossa vida a intensidade do amor que se renovou neste Natal com o menino Deus, que nasceu. Que tenhamos um abençoado ano novo! Feliz 2019!

Se Deus me concedesse um pedido, eu pediria para Ele, que nascesse um Jesus Cristo todos os dias. Não basta Jesus nascer, é preciso recebê-lo! Deus se fez carne e armou sua tenda entre nós, mas muitos não O receberam em seu coração. (João 1,1ss)

Existem momentos em que o avanço mais inteligente é um recuo prudente; não tenha vergonha dos seus recuos. Quando a vida exigir que você dê marcha à ré, lembre-se de São José e também de Maria, que levaram o menino Jesus para o Egito porque era perseguido por Herodes, que queria matá-lo; ali eles ficaram algum tempo, segundo o Evangelho de São Mateus, isso mostra que às vezes enfrentar algumas situações pode não ser a forma mais adequada de reagir, pode criar um círculo vicioso da violência, o círculo virtuoso da paz muitas vezes exige o recuo. (Mt 2,13-18)
Pe. Joãozinho, scj

Evangelho (Mt 2,13-18)

Herodes mandou matar todos os meninos de Belém.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 2,13-18.

Depois que os magos partiram, o Anjo do Senhor apareceu em sonho a José e lhe disse: "Levanta-te, pega o menino e sua mãe e foge para o Egito! Fica lá até que eu te avise! Porque Herodes vai procurar o menino para matá-lo". José levantou-se de noite, pegou o menino e sua mãe, e partiu para o Egito. Ali ficou até a morte de Herodes, para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: "Do Egito chamei o meu Filho". Quando Herodes percebeu que os magos o haviam enganado, ficou muito furioso. Mandou matar todos os meninos de Belém e de todo o território vizinho, de dois anos para baixo, exatamente conforme o tempo indicado pelos magos. Então se cumpriu o que foi dito pelo profeta Jeremias: "Ouviu-se um grito em Ramá, choro e grande lamento: é Raquel que chora seus filhos, e não quer ser consolada, porque eles não existem mais".
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão sobre o Evangelho:

NAS PEGADAS DE MOISÉS - Celebramos a festa dos Santos Inocentes, que na liturgia recorda o massacre que Herodes realizou com as crianças, em busca de matar o Rei que acabara de nascer. É o desejo desenfreado de poder e dominação que conduz o governante a uma atitude extrema de derramamento de sangue. Mas infelizmente ainda temos muitos pecados contra os inocentes, quando, em nossos dias, temos a violência contra crianças, as drogas que matam os jovens e tantos outros pecados. Assim somos conduzidos pela a luz de Deus a lutar contra eles, para que, assim como Maria e José, amparados por Deus, sejamos defensores da vida.

Quando pensar em desistir, levante os olhos e antecipe a linha de chegada: persevere! Jesus nos ensinou que aquele que perseverar até o fim, será salvo; mesmo com dificuldades, mesmo com críticas, mesmo com contrariedades, mesmo com tribulações, tudo posso Naquele que me fortalece, e se Deus é por nós, quem será contra nós? No momento em que as forças parecem acabar, o Senhor nos dá, como que um combustível na reserva com o qual nem contávamos, é a força de Deus em nós, Ele nos empurra um pouco mais avante e nos faz chegar na Terra Prometida. (Mt 10,17-22)
Pe. Joãozinho, scj

Evangelho (Mt 10,17-22)

Não sereis vós que havereis de falar,mas sim o Espírito do vosso Pai.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 10,17-22.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus apóstolos: "Cuidado com os homens, porque eles vos entregarão aos tribunais e vos açoitarão nas suas sinagogas. Vós sereis levados diante de governadores e reis, por minha causa, para dar testemunho diante deles e das nações. Quando vos entregarem, não fiqueis preocupados como falar ou o que dizer. Então naquele momento vos será indicado o que deveis dizer. Com efeito, não sereis vós que havereis de falar, mas sim o Espírito do vosso Pai é que falará através de vós. O irmão entregará à morte o próprio irmão; o pai entregará o filho; os filhos se levantarão contra seus pais, e os matarão. Vós sereis odiados por todos, por causa do meu nome. Mas quem perseverar até o fim, esse será salvo".
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão sobre o Evangelho:
O SUPREMO TESTEMUNHO - Dentro das celebrações da oitava do Natal, somos conduzidos à celebrar o primeiro mártir da Igreja. Celebrar um mártir é ocasião de recordar a missão fundamental do cristão, que, configurado a Cristo, derrama seu sangue pelo anúncio do Evangelho. Na liturgia de hoje, vemos justamente esse ponto em que todo aquele que é fiel ao anúncio do Reino poderá sofrer calúnias e perseguições, mas que ganhará a vida eterna. Neste tempo do Natal, acompanhamos o convite divino à perseverança em sua promessa, pois sua encarnação nos aproxima do mistério e torna-se garantia da vida eterna.
Em homenagem aos 70 anos da Emancipação Política deste município, transcrevo abaixo trechos inéditos do capítulo inicial da 2ª edição do livro Jardim de Piranhas: Ontem e Hoje, escrito por Erivan Sales de Araújo, José Macário de Medeiros e este modesto blogueiro. ASPECTOS HISTÓRICOS • ANTECEDENTES Não se conhece a existência de vestígios pré-históricos dentro do território de Jardim de Piranhas, apesar de a cidade distar apenas 115 quilômetros de Sousa, uma das trinta localidades que formam o Vale dos Dinossauros, região do alto sertão paraibano considerada um dos mais importantes sítios paleontológicos do mundo. Pela proximidade, pode-se supor que os fósseis, as marcas de vegetais petrificados e as pinturas rupestres, encontrados em Sousa e em municípios vizinhos, sejam comuns às espécies animais e vegetais da fauna e da flora do Seridó potiguar, bem como à presença do homem pré-histórico nesta região. Os vestígios mais antigos da presença humana em Jardim foram registrados por MEDEIROS FILHO(¹): Aos 8 de março de 1688, Matias da Cunha, Governador-Geral do Brasil, dirigiu-se ao capitão-mor Domingos Jorge Velho, determinando-lhe partir com a sua gente para combater os bárbaros do Rio Grande. Na mesma correspondência, refere-se ao “mau sucesso que teve o Coronel Antônio de Albuquerque da Câmara na entrada que fez aos bárbaros”. Domingos Jorge Velho chegou ao teatro das operações, no Rio Grande, anteriormente a 5 de junho de 1688. (...) O Dr. Manoel Dantas dá notícia de uma casa-forte, construída em Jardim de Piranhas. Cremos tenha sido nela, que ficou alojado o mestre-de-campo Domingos Jorge Velho. Pela correspondência oficial, tem-se certeza de que o acampamento do paulista ficava na ribeira das Piranhas, em território rio-grandense, fronteiras com a Paraíba. A vinda de Domingos Jorge Velho ao Seridó visou, unicamente, a dizimar os indígenas que habitavam a região, confronto que ficou conhecido como a “Guerra dos Bárbaros”. O bandeirante paulista cumpriu a missão à risca, exterminando todas as tribos seridoenses, incluindo-se a dos Caiacós, a dos Curemas, a dos Pebas e a dos Icós(²), que viviam na área hoje correspondente aos municípios de Jardim de Piranhas, Timbaúba dos Batistas, São Fernando e Jucurutu. Sem a feroz presença indígena, ficara a região livre para ser ocupada, o que não demorou a ocorrer. CASCUDO(³) assim registrou o início do povoamento do Seridó: O século XVIII é a conquista do Seridó. Começa uma história sem possibilidades documentais. Mais story que history. É a odisséia dos posseiros, homens sem títulos legitimadores da estabilidade. Vinham do Ceará, da Paraíba, acompanhando os rios orientadores, Piancó, Rio do Peixe, Pinharas, fundidos no Piranhas, tornado Rio do Açu, caindo no Atlântico em Macau. Os posseiros bateram primeiro nas várzeas e planalto do Apodi, tabuleiros e capoeirões do Seridó, batizando a terra nullius domini sem que deixassem pegada em livro da Real Fazenda e sim nos acidentes da serra, carrasco e caatinga, padrinhos dos riachos, serrotas e logradouros. O século XVIII fora a centúria do povoamento efetivo dos sertões e agreste, em ambas as dimensões territoriais: do Norte para o Ceará; do Sul para a Paraíba, avivado pela osmose do Jaguaribe e do Piranhas. O impulso era a pastorícia, profetizada por Diogo de Campos em 1614: “A terra lhe era franca mais para o gado e creações do que para canaviaes e roças”. As roças vieram, suficientes e fartas, mas apoiando a família dos vaqueiros na labuta do campo. DANTAS(4) também deixou registrado que No Seridó, sob as bênçãos de ricas tradições patriarcalistas, surgiu e firmou-se, de há muito, como o grupamento humano o mais homogêneo e o mais rico de beleza étnica, gerando, através dos tempos, essa admirável unidade familiar, social e espiritual, rara, às vezes, noutras regiões. • FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA A história de Jardim de Piranhas (RN) está intimamente ligada à de toda a região do Seridó. A localidade, inclusive, é mencionada em uma das lendas sobre a origem da vizinha Caicó, de que acabou emancipada. Não há muitos registros acerca do surgimento do povoado. O que se conhecem são histórias, passadas de pai para filho, a exemplo da que se encontra no sítio do IBGE na internet(5): Deve-se a formação desta cidade à família “Cavalcante”, que, em 1874, doava o patrimônio de Jardim à Paróquia de Nossa Senhora de Santana, com sede em Caicó. Viveu para sua organização o Padre João Maria Cavalcante; este, em data de 18 de outubro daquele ano, benzia a Imagem de Nossa Senhora dos Aflitos, celebrando a 1º missa de fundação do antigo povoado de Jardim, nome pelo qual permaneceu por muitos anos. Do Padre João Maria, nasceu a idéia da construção de um templo, que recebeu o nome ou orago de Capela de Nossa Senhora dos Aflitos, hoje, Igreja do mesmo nome. Residiam como proprietários da antiga Fazenda Jardim as famílias Esmeraldo, Cavalcante e Oliveira. Foi doadora do patrimônio onde se instalou nos primeiros dias para até então, o já falado Povoado, a senhora Dona Margarida Cardoso Cavalcante. Originou-se o nome de Jardim de Piranhas pelo simples fato da existência da antiga Fazenda Jardim, situada à margem do renomado Rio Piranhas (...). MONTEIRO(6) assim descreveu o lugar: Dista 36 Km de Caicó e está situada à margem direita do rio Piranhas. Possui umas 170 casas entre as quais uma ou duas de feição moderna. A igreja está remodelada sendo a padroeira Nossa Senhora dos Aflitos. Possui uma pequena praça, cemitério e mercado. Jardim de Piranhas não é um lugar feio. Está em progresso e pode, para o futuro, ter os seus melhoramentos mais necessários, como telégrafo, luz etc. De concreto, o que se pode comprovar é que, devido à natureza dos terrenos férteis, propícios à lavoura e à pecuária, o povoado rapidamente progrediu, sendo elevado à categoria de Distrito de Paz (povoação com pelo menos 75 casas habitadas) através da Lei nº 435, de 9 de abril de 1859. Em 1936, ascendeu a Distrito de Caicó, situação na qual permaneceu até 1948, quando a Lei nº 146, de 23 de dezembro daquele ano, criou o município, posteriormente instalado em 1º de janeiro de 1949. (1) MEDEIROS FILHO, Olavo de. Índios do Açu e Seridó. Gráfica do Senado Federal: Brasília, 1984, p. 120-121. (2) MEDEIROS, Tarcísio. Aspectos Geopolíticos e Antropológicos da História do RN. Imprensa Universitária: Natal, 1973. (3) CASCUDO, Luís da Câmara. Nomes da Terra. Fundação José Augusto: Natal, 1968. (4) DANTAS, D. Adelino. Homens e Fatos do Seridó Antigo. Garanhuns: O Monitor, 1962. (5) Disponível em nhas.pdf> Acesso em 2 Jan 2010. (6) MONTEIRO, Pe Eymard L'E. Caicó (Subsídios para a História Completa do Município). Recife: Escola Salesiana de Artes Gráficas, 1945. Fonte: Alcimar Araújo
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Tributos:
1 - IPTU – Imposto Sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana
2 - ITIV – Imposto Sobre a Transmissão Inter Vivos
3 - ISSQN – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza

Taxas:
4 - Taxa de Licença de Atividade Econômica (ALVARÁ)
5 - Taxa de Licença de Obras e de Loteamento
6 - Taxa de Registro, Acompanhamento e Fiscalização das Concessões de Direitos de Pesquisa e Exploração de Recursos Minerais
7 - Taxa de Coleta, Remoção e Destinação de Lixo

Contribuições:
8 - Contribuição para o custeio do serviço de iluminação pública
9 - Contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas

1 – IPTU (terá redução)

No código atual é cobrado uma alíquota de:
0,5% (meio porcento) para imóveis construidos
1% (um porcento) para imóveis não construidos ;

No novo Código essas alíquotas serão reduzidas para:
Imóveis Construidos
0,25% para imóveis até 100.000,00
0,3% para imóveis acima de 100.000,00 e até 200.000,00
0,35% para imóveis acima de 200.000.,00
Imóveis não construidos
0,3% para terrenos de até 100.000,00
0,35% para terrenos acima de 100.000,00 e até 200.000,00
0,4% para terrenos acima de 200.000,00

Reduções previstas na lei
I - em até 20% (vinte por cento), se recolhido de uma só vez no prazo fixado pela administração no ato de lançamento;
II – em 5% (cinco por cento) por cada veículo automotor licenciado no Município de Jardim de Piranhas.
§ 1º. A redução a que se refere o inciso II só se aplica se houver identidade de contribuinte de ambos os impostos, até o máximo de 3 (três) veículos e comprovado o efetivo recolhimento do IPVA – Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores.

2 - ITIV – Imposto Sobre a Transmissão Inter vivos ( Não será alterado)
Código atual é cobrado uma alíquota de 2%
Código novo será cobrado os mesmos 2%

3 - ISSQN – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza (Não será alterado)
Código atual é cobrado uma alíquota de 5%
Código novo será cobrado os mesmos 5%

4 - Taxa de Licença de Atividade Econômica (ALVARÁ)
A mesmo terá uma mudança na forma de ser cobrada, no código atual essa taxa é cobrada por metro quadrado, e desta forma não difere o pequeno do grande comercio, no novo código, essa taxa será cobrada por faturamento ou receita bruta anual; desta forma será mais justa a cobrança, pois os pequenos empresários pagarão menos

I – Atividade Industrial
a) de faturamento ou receita bruta anual estimada até R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) – R$ 50,00 (cinquenta reais)/ano;
b) de faturamento ou receita bruta anual estimada acima de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) e até R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) – R$ 100,00 (cem reais)/ano;
c) de faturamento ou receita bruta anual estimada acima de R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) e até R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) – R$ 150,00 (cento e cinquenta reais)/ano;
d) de faturamento ou receita bruta anual estimada acima de R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e até R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais) – R$ 200,00 (duzentos reais)/ano; e
e) de faturamento ou receita bruta anual estimada acima de R$ 480.000,00(quatrocentos e oitenta mil reais) e até 600.000,00 (seiscentos mil reais) – R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais)/ano;
f) de faturamento ou receita bruta anual estimada acima de R$ 600.000,00(seiscentos mil reais)  – R$ 300,00

II – Atividade comercial e de serviços (exceto autorizados pelo Banco Central do Brasil)
a) de faturamento ou receita bruta anual estimada até R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) – R$ 25,00 (vinte e cinco reais)/ano;
b) de faturamento ou receita bruta anual estimada acima de R$ 60.000,00 (sessenta mil reais) e até R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) – R$ 50,00 (cinquenta reais)/ano;
c) de faturamento ou receita bruta anual estimada acima de R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais) e até R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) – R$ 75,00 (setenta e cinco reais)/ano;
d) de faturamento ou receita bruta anual estimada acima de R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais) e até R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) – R$ 100,00 (cento reais)/ano;
 e) de faturamento ou receita bruta anual estimada acima de R$ 360.000,00 (trezentos e sessenta mil reais) e até R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais) – R$ 125,00 (cento e vinte e cinco reais)/ano;
f) de faturamento ou receita bruta anual estimada acima de R$ 480.000,00 (quatrocentos e oitenta mil reais) e até R$ 600.000,00(seiscentos mil reais) – R$ 150,00 (cento e cinquenta reais)/ano;
g) de faturamento ou receita bruta anual estimada acima de R$ 600.000,00(seiscentos mil reais),  – R$ 200,00 (duzentos reais);

5 - Taxa de Licença de Obras e de Loteamento
Código atual, esta cobrança é feita com base no valor da UFIR, que foi fixado em 2001 no valor de R$ 25,00 (vinte e cinco reais); este valor tem previsão de ser reajustável anualmente de acordo com a inflação anual, e ainda obedece a uma tabela de porcentagem.

Novo Código, Art. 53. A taxa será calculada de acordo com as seguintes unidades de medida e respectivos valores:
Obras públicas ou privadas de pequeno porte (até 250 unidades de medida):
a) medidas em metro linear (m) – R$ 0,25 (vinte e cinco centavos)/m;
b) medidas em metro quadrado (m²) – R$ 0,50 (cinquenta centavos)/m²;
c) medidas em metro cúbico (m³) – R$ 0,75 (setenta e cinco centavos)/m³.
Parágrafo Único. As obras privadas de pequeno porte referentes a construção, reforma, conserto e demolição de uso habitacional terão os valores previstos nas alíneas "a", "b" e "c" do inciso III reduzidos em até 70% (setenta por cento), por ato do Poder Executivo, observada a capacidade econômica do contribuinte.

6 - Taxa de Registro, Acompanhamento e Fiscalização das Concessões de Direitos de Pesquisa e Exploração de Recursos Minerais
taxa destina a empresas de exploração de minério, que queiram vim se estalar em nosso município a fim de explorarem o nosso solo.

7 - Taxa de Coleta, Remoção e Destinação de Lixo
Código atual, esta cobrança é feita com base no valor da UFIR, que foi fixado em 2001 no valor de R$ 25,00 (vinte e cinco reais); este valor tem previsão de ser reajustado anualmente de acordo com a inflação anual, e ainda obedece a uma tabela de porcentagem.

No novo código tributário, essa taxa foi dividida em 3 (três) categorias, e será cobrada da seguinte forma:
Residencial – R$ 5,00 (cinco reais) por ano;
Comercial – R$ 15,00 (quinze reais) por ano;
Industrial – R$ 25,00 (vinte e cinco reais) por ano

8 - Contribuição para o custeio do serviço de iluminação pública (não será alterada)
Ficará do mesmo jeito que é cobrado hoje

9 - Contribuição de melhoria, decorrente de obras públicas
Código atual, no Código atual essa contribuição é prevista para ser cobrada em virtude de beneficio em sua rua, como calçamento, conservação do calçamento, limpeza pública, entre outras.
No novo código, está taxa só será cobrada se o beneficio feito em sua rua, valorizar o seu imóvel.
Não vos deixeis dissuadir de participar na Eucaristia dominical e ajudai também os outros a descobri-la. Certamente, para que dela emane a alegria que necessitamos, devemos aprender a compreendê-la cada vez mais profundamente, devemos aprender a amá-la. Comprometamo-nos com isso, vale a pena.
Papa Bento XVI

Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?
"Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu".
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 1,39-45.


Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa, dirigindo-se, apressadamente, a uma cidade da Judeia.
Entrou na casa de Zacarias e cumprimentou Isabel.
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre
e Isabel ficou cheia do Espírito Santo.
Com um grande grito, exclamou:
'Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!'
Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar?
Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre.
Bem-aventurada aquela que acreditou, porque será cumprido, o que o Senhor lhe prometeu.'
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor
Tenha pressa para sair em socorro dos pobres e aflitos; mas não tenha pressa quando estiver servindo. Maria disse ao anjo: "Eis aqui a serva do Senhor"; e logo se tornou serva da sua prima Isabel, que estava grávida de seis meses, de João Batista, o primo de Jesus, o encontro foi maravilhoso e Maria também estava grávida, mas não voltou às pressas para Nazaré, ela ficou três meses, até o nascimento do menino, ela não teve pressa de ir embora. É preciso ser solícito e até ter uma certa pressa, por que quem tem fome tem pressa, mas depois que estiver junto dos pobres permaneça com eles, sem pressa. (Lc 1,39-45)
Pe. Joãozinho, scj
VEM SENHOR JESUS!

Quem tem coragem de sonhar tem sonhos a realizar. Lembre-se de José, que naquele dia sonhou e no sonho o anjo apareceu, ele disse: "José, filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo, ela dará à luz um filho e tu lhe porás o nome de Jesus, pois Ele vai salvar o seu povo de seus pecados". José sonhou e entendeu que o cumprimento da promessa passava por um outro sonho de olhos abertos. Maria também viu o anjo e Jesus nasceu de Maria e foi cuidado por seu pai adotivo José, um homem que nos ensina que é preciso ter coragem de sonhar. (Mt 2,18-24)
Pe. Joãozinho, scj

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 1,18-24.

A origem de Jesus Cristo foi assim:
Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo.
José, seu marido, era justo
e, não querendo denunciá-la,
resolveu abandonar Maria, em segredo.
Enquanto José pensava nisso,
eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho,
e lhe disse: 'José, Filho de Davi,
não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo.
Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo dos seus pecados'.
Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta:
'Eis que a virgem conceberá
e dará à luz um filho.
Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa: Deus está conosco.'
Quando acordou,
José fez conforme o anjo do Senhor havia mandado, e aceitou sua esposa.
Palavra da Salvação
Glória a vós Senhor
Mais uma vez eu presenciei Jesus bebendo do Cálice Bento, na Matriz de Nossa Senhora dos Aflitos.
"Como posso retribuir ao Senhor toda a sua bondade para comigo? Erguerei o cálice da salvação e invocarei o nome do Senhor".
Evangelho (Mt 11,16-19)

Não ouvem nem a João nem ao Filho do Homem.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 11,16-19.

Naquele tempo, disse Jesus às multidões: "Com quem vou comparar esta geração? São como crianças sentadas nas praças, que gritam para os colegas, dizendo: 'Tocamos flauta e vós não dançastes. Entoamos lamentações e vós não batestes no peito!' Veio João, que nem come e nem bebe, e dizem: 'Ele está com um demônio'. Veio o Filho do Homem, que come e bebe e dizem: 'É um comilão e beberrão, amigo de cobradores de impostos e de pecadores’. Mas a sabedoria foi reconhecida com base em suas obras."
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão sobre o Evangelho:
ESPÍRITO DE CONTRADIÇÃO - A liturgia de hoje vem nos apresentar a sabedoria, que é dom de Deus. No Evangelho, Jesus mostra dois exemplos distintos: João Batista e o filho do homem, em que ambos são criticados pelas pessoas. Assim, Jesus quer incentivar aos seus para que não se apeguem às críticas, e sim que sigam o caminho de transformação social. Ele mostra que sempre existirão pessoas preocupadas em criticar e reclamar, vendo ou não a ação dos outros; portanto, se haverá critica com ou sem a ação, Jesus orienta para que destemidamente sigam o trabalho de transformação social.
Não pense que irá agradar a todos; faça de tudo para agradar a Deus, ainda que alguns fiquem descontentes com você. Os profetas costumam desagradar. Profetas não jogam para a torcida, seu olhar está fixo na bola e erguendo os olhos enxergam o caminho para o gol e não ficam atentos nem mesmo aos adversários, caminham em direção à meta e a meta é Cristo e é preciso deixar Deus feliz, claro que metade da torcida ficará descontente com aquele gol, a outra metade vai gritar "Gol"! Mas não é por isso que nós lutamos e nos alegramos, a alegria do Senhor é a nossa força. (Mt 11,16-19)
Pe Joãozinho, scj