29 maio 2016

Após fugir de debate em NY, FHC tenta negar golpe

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Alvo de uma petição de 499 intelectuais e de um protesto em Nova York neste fim de semana (leia aqui), onde desistiu de participar de um debate acadêmico para evitar ser escrachado, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso divulgou, neste sábado, a carta em que tenta negar que a presidente Dilma Rousseff tenha sofrido um golpe.
"Estranho golpe no qual ela continua na residência Presidencial, cercada de colaboradores e sob condições de segurança devidas aos chefes de estado, à espera de decisão do Senado", escreveu FHC, sem dizer que o governo interino está colocando em prática um programa oposto ao vitorioso nas urnas e sem citar os áudios de Sergio Machado, que revelam que a grande motivação da classe política era salvar o próprio pescoço.
Principais meios de comunicação do mundo, como New York Times, Guardian, El Pais, Der Spiegel, The Economist e RT, falam em golpe.
Assista aqui ao vídeo em que FHC, mesmo ausente, é escrachado e confira, abaixo, a íntegra da Carta de FHC ao declinar de convite para participar de debate na Associação Latino Americana de Sociologia:
"Estimados colegas diretores da LASA:
Reitero meus agradecimentos pelo convite para participar da celebração dos 50 anos de LASA, instituição que acompanho desde seu nascimento e de cujas reuniões participei em algumas ocasiões.
Agradeço também a reafirmação do convite, feita diante de manifestações de pesquisadores e professores que, levados por paixões ideológicas, imaginaram que eu poderia aproveitar o evento para discutir problemas políticos locais, brasileiros. Os que me conhecem sabem que fui treinado como cientista social quando, a despeito de crenças e valores, os intelectuais procuravam manter a objetividade científica como um valor central em seus labores acadêmicos. Não obstante, a vaga ideológica existente em alguns setores universitários parece confundir, nos dias de hoje, a posição de ativistas com a de cientistas.
Fui e sou comprometido com valores democráticos no mundo e na politica brasileira. Exilado pelo golpe militar de 1964, obrigatoriamente afastado da Universidade de São Paulo pelos autoritários brasileiros em 1969, criei centros de resistência intelectual e política no Brasil (como o CEBRAP) e ajudei, quanto possível, a luta contra as ditaduras latino-americanas. Não só perdi a cátedra que tinha por concurso na Universidade de São Paulo, como sofri processos e fui levado a interrogatórios, com capuz na cabeça, em conhecido centro de tortura. Eleito senador na oposição ao regime, mais tarde, em momento de reconstrução democrática, fui relator-adjunto da atual Constituição. Sob ela, fui Chanceler, ministro da Fazenda (na época do Plano Real) e duas vezes eleito, por maioria absoluta, Presidente da República. Em nenhum momento desonrei nessa trajetória minhas credenciais democráticas.
Na conjuntura brasileira atual, setores políticos querem fazer crer que a Presidente Roussef, ao sofrer processo de impeachment (ainda em curso), procedido na estrita obediência da Constituição e sob a supervisão do Supremo Tribunal Eleitoral (oito dos 11 ministros foram nomeados pelos governos Lula ou Roussef), sofreu um “golpe”. Estranho golpe no qual ela continua na residência Presidencial, cercada de colaboradores e sob condições de segurança devidas aos chefes de estado, à espera de decisão do Senado. Este só poderá afastá-la definitivamente se 3/5 dos senadores considerarem que, de fato, incorreu em desrespeito a regras fundamentais da Constituição. Até ao início do processo de impeachment, que pela Constituição depende preliminarmente da aceitação da acusação por 31 da Câmara dos Deputados) o governo Roussef dispunha do voto de cerca de 80% do Senado.
O pano de fundo deste processo foi o desvendamento de uma organização criminosa que desde o mandato do anterior presidente, uniu empresários, funcionários dos governos, políticos e partidos para aumentar o custo dos contratos públicos e desviar parte dos recursos assim ganhos para obterem votos e, eventualmente, riqueza pessoal. Processos objeto de condenação judicial ou que estão em tramitação na Justiça do país. Mais ainda, o desgoverno financeiro dos últimos dois anos levou à perda de oito pontos percentuais do PIB (algo nunca ocorrido na história), e 11 milhões de brasileiros ao desemprego, além de haver gerado uma dívida pública crescente. Os artigos constitucionais que foram feridos dizem respeito, entre outras, à desobediência da Lei de
Responsabilidade Fiscal, graças ao que o governo Roussef utilizou recursos não aprovados pelo Congresso e mascarou a verdadeira situação fiscal do país durante o ano eleitoral.
Nada do acima referido, que motivou minha inclinação a aceitar o impeachment, tem a ver com qualquer questão que arranhasse os princípios democráticos.
Dito isso como explicação pessoal aos que me convidaram a aos que me apoiam, não pretenderia, reitero, utilizar a LASA para discutir essas questões, mesmo porque, como já dito, elas nada têm a ver com a questão democrática.
Peço apenas que compreendam que a esta altura da vida, aos 85 anos, não quero dar pretexto a espíritos radicalizados e imbuídos de paixão partidária a me usarem para uma imaginária luta "contra o golpe", um golpe que não houve.
Agradecendo uma vez mais o convite e desculpando-me por não dever aceitá-lo pelas razões expostas, subscrevo-me",
FHC

28 maio 2016

Um CONVITE muito especial para você e sua Família!

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A desidratação de Temer e a negação de Itamar

: "As duas primeiras semanas do governo interino de Michel Temer foram devastadoras para sua sustentação e efetivação depois de uma agora não tão certa condenação da presidente afastada Dilma Rousseff. Tão precoce corrosão vem sendo determinada por um fator congênito, a ilegitimidade decorrente da natureza golpista do impeachment, e os erros cometidos com determinação pelo governo e pelo próprio presidente", diz a colunista Tereza Cruvinel; ela lembra que, enquanto Itamar Franco fez um governo de transição, Temer "ignorou o significado da interinidade" e se lançou ao desmonte de políticas públicas, de forma revanchista.

Alvo de escracho, FHC foge de evento em Nova York

ALEXANDRE MOREIRA: SÃO PAULO, SP, 18.09.2012: PENSE LIVRE/FHC – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso durante o lançamento da Rede Pense Livre – Por uma Política de Drogas que Funcione no auditório do Itaú Cultural em São Paulo. A Rede Pense Livre tem como propósito pro 
Considerado golpista por intelectuais brasileiros e latino-americanos, por seu apoio ao governo provisório de Michel Temer, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso teve de cancelar sua participação nesta sexta-feira num debate em Nova York, no 34º Congresso Internacional da Associação de Estudos Latino-Americanos.
FHC participaria do principal evento do encontro, um debate na manhã deste sábado com o ex-presidente chileno Ricardo Lagos, mas cancelou sua ida quando soube que seria alvo de um "escracho".  
Em carta enviada à entidade, FHC nega que a presidente Dilma Rousseff é vítima de um golpe e defende o que "os atuais ventos ideológicos que circulam em certos centros acadêmicos parecem misturar a postura de cientistas com a de ativistas".
No entanto, nada menos que 499 intelectuais protestaram contra o convite feito a FHCp para o debate. Uma petição de 162 membros da entidade latino-americana e 337 pesquisadores não associados pedia o cancelamento da conferência de FHC. "Respeitamos a contribuição passada de Cardoso para o pensamento internacional. Entretanto, esse convite foi feito em um momento infeliz", diz o texto. Ainda segundo o o abaixo-assinado, o convite foi feito num momento em que FHC e seu partido "não hesitaram em colocar em perigo a paz interna nem mecanismos básicos como a Constituição".
Golpe consolidado na mídia internacional
Embora FHC negue a existência de um golpe contra a presidência Dilma Rousseff, o impeachment já é considerado um complô pelos mais importantes jornais dos Estados Unidos e da Inglaterra (New York Times e Guardian), pela revista The Economist e por toda a imprensa alemã.
Em reportagem publicada nesta sexta-feira, a Economist tratou o impeachment como "um jeitinho contra a Constituição" brasileira (saiba mais aqui).

Sérgio Machado: eu contribuí pro Michel, pra candidatura do menino

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Em nova gravação telefônica divulgada nesta noite, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado aparece conversando com o ex-presidente do Senado José Sarney pedindo ajuda com o presidente interino Michel Temer, por estar 'desesperado'.
Para conquistar a simpatia de Temer, Machado alega que o ajudou na campanha de 2012, na candidatura que os investigadores da Operação Lava Jato consideram ser o peemedebista Gabriel Chalita, que perdeu a disputa pela prefeitura de São Paulo para Fernando Haddad, do PT.
"O Michel, eu contribuí pra ele. Ajudei na campanha do menino. Até falei com ele num lugar inapropriado", diz Sérgio Machado.
Temer nega as acusações do ex-presidente da Transpetro. Diz que não foi candidato em 2012, e que nunca se encontrou com Machado em lugar inapropriado.
Novo homem-bomba da Lava Jato, Machado tem deixado peemedebistas de cabelo em pé. Os áudios de sua delação já derrubaram o homem mais forte na primeira composição do governo interino de Temer, o senador Romero Jucá, que passou apenas 12 dias á frente do Ministério do Planejamento.
As gravações revelam que Sérgio Machado pretendia convencer Sarney a envolver Temer na sua articulação para ser protegido na Lava Jato. O ex-presidente do Senado diz que conversou como quem queria ajudar um amigo, mas negou que tivesse tentado exercer influência sobre os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Teori Zavascki é citado no diálogo entre Machado e Sarney.
Sergio Machado já fez um strike na cúpula do PMDB, derrubando Romero Jucá, e atingindo também os caciques Renan Calheiros (presidente do Senado) e José Sarney.
Ainda não se sabe se ele gravou Michel Temer, mas o presidente interino já admitiu que pode ter se encontrado com o ex-presidente da Transpetro.

27 maio 2016

Fotografias da Solenidade de Corpus Christi

A Eucaristia é fonte e centro de toda vida cristã. Nela, está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, o próprio Cristo.
A Festa de Corpus Christi é a celebração em que, solenemente, a Igreja comemora o Santíssimo Sacramento da Eucaristia, sendo único dia do ano que o Santíssimo Sacramento sai em procissão à ruas. Nesta festa, os fiéis agradecem e louvam a Deus pelo inestimável dom da Eucaristia, na qual o próprio Senhor se faz presente como alimento e remédio de nossa alma. A Eucaristia é fonte e centro de toda vida cristã. Nela, está contido todo o tesouro espiritual da Igreja, o próprio Cristo. Obrigada aos nossos jovens pela confecção do tapete para Jesus passar.
Celebrante: Padre Edson Medeiros de Araújo, com a presença das nossas Irmãs, Magna, Edneide Silva e Maria Vaneci de Lima.

    
 
 
 
 
 

Prefeitura de Jardim de Piranhas entregará casas e beneficiará mais de 200 pessoas.

A prefeitura de Jardim de Piranhas está se empenhando ao máximo para entregar as casas do programa minha casa minha vida até o final de junho, mesmo estando prontas a algum tempo as casas precisam da instalação da energia elétrica, programada para ser ligada antes da metade do mês vindouro. São 60 casas que abrigarão mais de 200 pessoas.
O prefeito Elídio Queiroz sabe da importância desse programa para a vida dos jardinenses e também aguarda com ansiedade a entrega dessas casas. "Estou aguardando esse momento com muita ansiedade, pois a casa própria é o sonho de todo brasileiro". Disse Elídio Queiroz.
O loteamento com as casas fica na saída da cidade, sentido Caicó. Uma das maiores dificuldades para a conclusão deste loteamento foi instalação da rede elétrica, porém, a empresa responsável já teria iniciado a colocação dos postes e em breve todas as casas estarão prontas, para serem entregues.
Este é o governo de Elídio Queiroz.
É Tempo de Recomeçar!
 
 
 

Franklin Martins: o golpe não prevalecerá por muito tempo

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Em entrevista ao Bafafá, jornal impresso teimosa e valentemente mantido pelo meu amigo Ricardo Rabelo, o ex-ministro da Secretaria de Comunicação de Lula, Franklin Martins, fala da imprensa – “esse golpe foi organizado pela mídia” – do que se ficou a dever  sobre uma lei e meios de comunicação concedidos – “é muito difícil aprovar isso no Congresso porque os deputados têm medo de ser bombardeados pela imprensa”-  e das perspectivas e resistir a um governo ilegítimo;
O que fazer agora?
Vamos fazer política, construir maiorias, tentar reduzir o isolamento. É preciso oxigenar, gerar pensamentos com o que vem de novo. Nos últimos meses, a sociedade despertou. Hoje ela quer mais, a garotada tem pautas diferentes. Existe um Brasil novo pulsando, acho que vai reforçar a luta. Eu olho para o governo Temer e para a TV Globo e digo: nós perdemos, não vamos subestimar, a democracia foi seriamente atingida. Mas, sinceramente, o futuro é nosso.
Esse golpe era irreversível? 
O futuro ao Deus pertence. Esse governo é fruto de um golpe. Ele rasgou o instituto do voto sem que Dilma tenha cometido nenhum crime de responsabilidade. Ela foi tirada do poder, posto um vice que vai aplicar um programa que foi derrotado nas eleições. É gravíssimo, mas acredito que o povo brasileiro vai resistir, vai defender a democracia. Esse golpe não prevalecerá por muito tempo.
Caminhamos para uma crise maior?
Esse governo vai sofrer uma instabilidade muito grande porque não é fruto do voto. É fruto de um golpe articulado pelas grandes corporações de mídia, pelos partidos de oposição, pelo Congresso, pelo Ministério Público, parte do judiciário que omitiu-se. O que vai sair do governo Temer? Não vai ter nenhum céu de brigadeiro não. Acho que vai tentar impor um programa de retrocesso que o povo brasileiro não aceitará.
Qual é recado para a sociedade?
O povo saberá encontrar os mecanismos para fazer prevalecer os seus interesses.
E o Supremo continuará omisso?
Nós temos Supremo?
A entrevista de Franklin está aqui, no site do Bafafá.

Dino: ficou provado que Dilma cai pelos acertos

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No dia 6 de abril, antes mesmo da votação na Câmara e bem antes da divulgação de Romero Jucá (PMDB-RJ) sobre a necessidade do impeachment como freio na Lava Jato, o governador do Maranhão, Flávio Dino, já havia batido nessa tecla.
Em entrevista ao Uol, ele disse que quem promovia o golpe eram "oportunistas" que querem "parar a Lava Jato": "Há interesses de oportunistas que imaginam que derrubar a presidente seja caminho para parar a Lava Jato. Visam se proteger exatamente atacando a presidente, sobre a qual não pesa qualquer acusação", disse.
Ontem à noite, nas redes sociais, ele se manifestou pela primeira vez sobre o caso, após os áudios contra o PMDB; "Confirmado: Dilma está sendo vítima dos seus acertos, não dos seus erros. Estes, ela possui. Mas quem não? Só os fariseus farsantes". Ou seja: Dilma foi afastada por não conter investigações contra políticos poderosos.

Deutsche Welle: crise de Temer pode trazer Dilma de volta ao poder

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A Deutsche Welle registra que a crise do governo Temer, que "busca urgentemente um salvador", é tão grande que pode acontecer o que antes era impensável: a volta de Dilma Rousseff ao Palácio do Planalto; a reportagem destaca que "um em cada dois membros do Congresso está envolvido no escândalo de corrupção da Petrobras, assim como o vice-presidente Michel Temer é suspeito de ter recebido subornos"; o serviço em português da agência alemã Deutsche Welle traz uma análise sobre o que o que muda na política externa brasileira para os países vizinhos; segundo o texto, o Itamaraty comandado por José Serra deve reforçar parcerias com Argentina e México e flexibilizar Mercosul; também relata que a relação com "países bolivarianos" será menos estreita e mais pragmática

26 maio 2016

Vamos participar do dia de Corpus Christi

Hoje é dia de Corpus Christi

Anúncio do Evangelho (Lc 9, 11b-17)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, Jesus acolheu as multidões, falava-lhes sobre o Reino de Deus e curava todos os que precisavam.
A tarde vinha chegando. Os doze apóstolos aproximaram-se de Jesus e disseram: "Despede a multidão, para que possa ir aos povoados e campos vizinhos procurar hospedagem e comida, pois estamos num lugar deserto".
Mas Jesus disse: "Dai-lhes vós mesmos de comer". Eles responderam: "Só temos cinco pães e dois peixes. A não ser que fôssemos comprar comida para toda essa gente".
Estavam ali mais ou menos cinco mil homens. Mas Jesus disse aos discípulos: "Mandai o povo sentar-se em grupos de cinquenta".
Os discípulos assim fizeram, e todos se sentaram. Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, elevou os olhos para o céu, abençoou-os, partiu-os e os deu aos discípulos para distribuí-los à multidão. Todos comeram e ficaram satisfeitos. E ainda foram recolhidos doze cestos dos pedaços que sobraram.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Uma afronta aos educadores e educadoras brasileiros

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Tudo tem limite, diz o velho ditado popular. Porém, nessa semana chegamos a seguinte conclusão: o governo interino não tem limites. Aliás, não tem limites, pudor, ética, vergonha e por aí adiante...
Primeiro, as revelações de Jucá. Trata-se de uma confissão indubitável da farsa golpista que não compromete apenas o senador, seu grupo político (seria mesmo um grupo?) e os conspiradores do golpe. Atinge o sistema de justiça; confirma a participação descarada da imprensa golpista no processo fajuto; aponta para um "eles", o PSDB (o partido que perdeu as eleições e não aceita a derrota) e, finalmente, compromete o interino. Afinal, segundo Jucá, Temer foi citado como se tivesse sido consultado a respeito da criação de um "pacto" cuja finalidade seria acalmar a sociedade (qual sociedade?) que estava angustiada com os efeitos da Operação Lava Jato. Aliás, diga-se de passagem, o jornal alemão Ziet, comentando o escândalo das gravações perguntou, referindo-se ao governo ilegítimo: “regierung oder gangsterbande?” Tradução: Governo ou gangsters?
Depois, os áudios vazados de Renan e Sarney: velhacas (como dizia Ulisses Guimarães) raposas que operam no obscurantismo. Todos a confirmar o verdadeiro motivo do golpe: apear a presidenta Dilma do poder para que os usurpadores rifem o país. E tudo sob os auspícios das ninfas supremas. Não há como negar o óbvio ululante!
Agora, como se não bastassem tantas patifarias em série, vemos estampados nos sites de notícia a informação da audiência do ministro da (des)educação (um sujeito cujo currículo não seria, por mérito, nem diretor de escola), com um ator pornô.
Não sou moralista como essa trupe conservadora que impediu recentemente, por exemplo, a distribuição pelo Ministério da Educação de material sobre educação sexual para a escolas. Não tenho nada contra atores pornô. Porém, o novo conselheiro do ministro da (des)educação há algum tempo atrás notabilizou-se por fazer apologia ao estupro em plena rede nacional de TV. Realmente, deve ser um grande especialista em educação do  governo interino!
O que vimos hoje é uma abissal afronta aos educadores e educadoras desse país. Um país cujo sistema educacional precisa de mais atenção, investimento e respeito por parte dos governantes e que recebe, deste (des)governo um tapa na cara despudorado.  
Indignação é insuficiente para expressar o sentimento diante de tamanha afronta. A organização que tomou o país está nos fazendo de otários; abusa da nossa paciência; provoca-nos cotidianamente. Apoiado por um oligopólio midiático-golpista que esconde, seleciona, manipula e mente acerca dos desmandos cotidianos, o governo interino tripudia o tempo todo dos milhões de brasileiros.
Uma coisa é certa: em pouco mais de uma semana temos certeza que se trata do governo mais medíocre e tacanho da história deste país.
Tudo tem limite!

Dilma: áudios confirmam que "impeachment foi uma grande armação"

Roberto Stuckert Filho:  
Presidente Dilma Rousseff afirma que incluirá em sua defesa contra o impeachment o áudio em que Romero Jucá defende "estancar a sangria" da Operação Lava Jato com a troca de governo e destaca que a conversa "deixa claro" que o impeachment "foi realizado com desvio de poder, ou seja, buscando-se finalidades totalmente estranhas à lei"; em novo bate papo no Facebook, desta vez com o ex-advogado Geral da União, José Eduardo Cardozo, ela se diz confiante sobre "uma modificação" no resultado do processo e seu retorno ao cargo; "Os fatos são muito fortes, comprovando que todo este processo de impeachment foi uma grande armação", afirmou; "Quando se tem a razão do lado, nunca se perde a confiança. E nós estamos do lado certo da história", acrescentou a presidente.

Cristovam: Lava Jato pode reverter impeachment de Dilma

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que votou favorável à abertura do processo de impeachment contra Dilma Rousseff, avalia que os desdobramentos da Operação Lava Jato podem reverter o quadro a favor da presidente.
Ao comentar a gravação da conversa entre o senador Romero Jucá e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, o parlamentar do PPS diz que o áudio em si não influencia os votos, mas sim as consequências sobre o governo interino de Michel Temer.
"O que pode complicar é a saída de Jucá, pois abala o governo Temer, ele pode perder um grande quadro. Não é o fato do Jucá ter dito que teria uma conspiração. Isso não me afeta. Mas o desarranjo pode pesar em diversos fatores. Tenho escutado senadores que dizem que uma coisa é admissibilidade, outra coisa é realmente a cassação da presidente. Ainda não consegui me convencer que há uma crime capaz de ignorar 54 milhões de votos. Quem analisa com rigor e cuidado tem essa mesma dúvida", afirmou ele ao site Divergentes.
Leia a íntegra aqui.
Veja o vídeo:

25 maio 2016

Palavras do Papa Francisco

Santidade é caminho que só se percorre ao lado de Deus...
 

STF deve homologar delação de Sérgio Machado

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A delação premiada do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado teria sido homologado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), segundo reportagem do Valor. O acordo contém conversas que ele gravou por telefone envolvendo lideranças do PMDB. Ele teria feito a delação após a revelação, por outro delator, de uma conta secreta pela qual ele recebia dinheiro de propina. 
O material entregue por Machado inclui a gravação que derrubou o ministro do Planejamento Romero Jucá (PMDB-RR) e provocou um terremoto em Brasília. No áudio vazado pela "Folha de S. Paulo", Jucá sugere um "pacto" para derrubar Dilma Rousseff e, assim, deter o avanço das apurações da Lava Jato sobre as ramificações políticas da corrupção na Petrobras.
Na conversa, Machado se mostrou preocupado com o envio do seu caso para a PF de Curitiba e chegou a fazer ameaçadas: "Aí fodeu. Aí fodeu para todo mundo. Como montar uma estrutura para evitar que eu 'desça'? Se eu 'descer'...".
O então ministro afirmou que seria necessária uma resposta política: "Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria", diz Jucá. Ele acrescentou que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional "com o Supremo, com tudo". Machado disse: "aí parava tudo".
Segundo Jucá, "ministros do Supremo" teriam relacionado a saída de Dilma ao fim das pressões da imprensa e de outros setores pela continuidade das investigações da Lava Jato. O ministro do Planejamento afirmou que tem "poucos caras ali [no STF]" ao quais não tem acesso e um deles seria o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no tribunal, a quem classificou de "um cara fechado".
Eles dizem que o único empecilho no pacto era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), porque odiaria Cunha. "Só Renan que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está morto, porra", afirma Jucá no diálogo, que foi gravado.
"O Renan reage à solução do Michel. Porra, o Michel, é uma solução que a gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. 'Michel, vem cá, é isso e isso, isso, vai ser assim, as reformas são essas'", disse Jucá ao ex-presidente da Transpetro.
Na delação, há ainda diálogos com o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL) e com o ex-presidente da República José Sarney (leia aqui).

Gravado, Renan diz: "todos estão putos com ela"

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Em conversa gravada por Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), dizia ser inviável a permanência da presidente Dilma Rousseff no poder: "todos estão putos com ela", afirmou, em referência aos ministros do STF.
Nos áudios, Renan também defendeu mudanças nas leis das delações premiadas de forma a impedir que um preso se torne delator, artifício central da operação Lava Jato.
Segundo reportagem de Rubens Valente, assim como fez com o senador Romero Jucá, Machado sugeriu "um pacto", que seria "passar uma borracha no Brasil". Dizainda no áudio que o Procurador-geral da República, Rodrigo Janot estava querendo seduzi-lo.
Renan responde: "antes de passar a borracha, precisa fazer três coisas, que alguns do Supremo [inaudível] fazer. Primeiro, não pode fazer delação premiada preso. Primeira coisa. Porque aí você regulamenta a delação".
Renan também ataca decisão do STF tomada ano passado, de manter uma pessoa presa após a sua segunda condenação. Para ele, os políticos todos "estão com medo" da Lava Jato. "Aécio [Neves, presidente do PSDB] está com medo. [me procurou] 'Renan, queria que você visse para mim esse negócio do Delcídio, se tem mais alguma coisa'", contou Renan, em referência à delação de Delcídio do Amaral (ex-PT-MS), que fazia citação ao tucano.
Por meio de sua assessoria, o presidente do Senado informou que os "diálogos não revelam, não indicam, nem sugerem qualquer menção ou tentativa de interferir na Lava Jato ou soluções anômalas. E não seria o caso porque nada vai interferir nas investigações" (leia aqui).
Machado diz ainda no áudio que o Procurador-geral da República estava querendo seduzi-lo.

Primeiro ato de Temer é incompatível com a Lei de Responsabilidade Fiscal

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Um parecer técnico da Câmara sustenta que a primeira medida provisória de Michel Temer, que reorganizou a Esplanada, apresenta "incompatibilidades" com a Lei de Responsabilidade Fiscal e com a Constituição, de acordo com a colunista Natuza Nery.
Segundo o estudo, a criação dos ministérios da Transparência e do Gabinete de Segurança exigiria "prévia dotação" e "autorização específica" na lei de diretrizes orçamentárias. Também não há estimativa do impacto financeiro nem demonstração de recursos para custeio.
Para o governo interino, não há base para questionamentos.

24 maio 2016

José Henrique de Araújo, seus ensinamentos vão permanecer vivos na minha memória...

Governar com Êxito: "usar o poder exclusivamente para o bem dos seus governados".
JH

MINHA FOTO MINHA ARTE!

Altar da Senhora dos Aflitos, amada mãe, quero colocar esse dia no teu altar, cuida das nossas vidas, abençoa nossos caminhos, ilumina nossas escolhas e nos livre de todo mal. Amigos meus, aonde quer que você esteja, que o seu dia seja iluminado e muito abençoado. Um abraço apertado e um Bom Dia, totalmente iluminado por Deus e os Anjos!

STF só tem uma saída: anular o impeachment

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No dia 11 de maio deste ano, o então ministro José Eduardo Cardozo tentou uma liminar para suspender o impeachment da presidente Dilma Rousseff, alegando que o então presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), havia agido com "desvio de finalidade" ao abrir o processo. Seu objetivo seria promover uma troca de governo para que pudesse se safar da Lava Jato, alegava Cardozo.
Teori negou a liminar, apontando que não seria possível comprovar as motivações de Cunha naquele instante. A questão seria, portanto, de natureza subjetiva.
No entanto, nesta segunda-feira, o que era subjetivo se tornou cristalinamente objetivo. O senador Romero Jucá (PMDB-RR), um dos braços direitos do presidente interino Michel Temer, confessou que o impeachment nada mais foi do que uma tentativa de uma elite corrupta de deter a Lava Jato. Para "parar essa porra" e "estancar a sangria", seria preciso retirar a presidente Dilma Rousseff do poder, colocando no poder o vice-presidente Michel Temer – e o mais grave, segundo Jucá, é que esse acordão envolveria até integrantes do Supremo Tribunal Federal (saiba mais aqui).
Agora, diante dessa bomba atômica, os integrantes têm uma única saída: anular um processo de impeachment aberto na Câmara por razões espúrias e aprovado no Senado para deter a Lava Jato, num escândalo que envergonha o Brasil diante do mundo.

Depois de Jucá, Henrique Alves deve ser o próximo alvo

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O afastamento do ministro do Planejamento, Romero Jucá (PMDB-RR), fragiliza a situação de outro ministro do partido que também é investigado na Lava Jato: o ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Na avaliação feita por peemedebistas, Alves é o próximo ministro alvo de uma exposição que pode terminar com sua demissão do governo do presidente interino Michel Temer.
No início de maio deste ano, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu a inclusão do nome de Henrique Alves no maior inquérito da Lava Jato por evidências em trocas de mensagens com executivas da OAS.
A força-tarefa investiga indícios de atuação casada entre Alves e o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), na arrecadação de recursos para campanhas eleitorais.
Em delação premiada o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró acusou Cunha e Alves de terem pressionado a presidência da BR Distribuidora para a compra da refinaria de Manguinhos, no Rio, com o propósito de receberem propina.

Dilma: gravação de Jucá escancara o golpe

A presidente Dilma Rousseff comentou, na noite desta segunda-feira (23), durante o 4º Congresso Nacional de Trabalhadoras e Trabalhadores da Agricultura Familiar, em Brasília, a divulgação do áudio da conversa entre o senador Romero Jucá (PMDB) e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, no qual eles afirmam que o impeachment poderá abafar a operação Lava Jato.
"Se alguém ainda não tinha certeza de que há um golpe em curso, baseado no desvio de poder, na fraude, as declarações fortemente incriminadoras do Jucá sobre os reais motivos do impeachment e sobre quem está por trás dele eliminam qualquer dúvida. Repito: a gravação escancara o desvio de poder, a fraude e a conspiração do processo de impeachment promovido contra uma pessoa inocente, sem nenhum crime de responsabilidade", afirmou ela.
Dilma ainda diz ter certeza que derrubará o golpe. "Tenho a certeza de que juntos vamos derrubar esse golpe, vamos derrotar os golpistas, vamos juntos fortalecer a democracia nesse país. Nós vamos voltar, de uma forma ou de outra", disse.
A presidente ainda ressaltou que "desde o início deste processo", ela tem denunciado o "desvio de poder que está na base do pedido de impeachment".
Abaixo o vídeo do discurso de Dilma:

23 maio 2016

Palavras do Papa Francisco


Gravação com Jucá revela que impeachment foi pacto para deter a Lava Jato

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Em diálogos gravados em março passado, o ministro do Planejamento, senador licenciado Romero Jucá (PMDB-RR) sugeriu ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado que uma "mudança" no governo federal resultaria em um pacto para "estancar a sangria" representada pela Operação Lava Jato, que investiga ambos.
Segundo reportagem de Rubens Valente, as conversas, que estão em poder da PGR (Procuradoria-Geral da República), ocorreram semanas antes da votação na Câmara que desencadeou o impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Machado se mostrou preocupado com o envio do seu caso para a PF de Curitiba e chegou a fazer ameaçadas: "Aí fodeu. Aí fodeu para todo mundo. Como montar uma estrutura para evitar que eu 'desça'? Se eu 'descer'...".
O atual ministro afirmou que seria necessária uma resposta política: "Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. Tem que mudar o governo para estancar essa sangria", diz Jucá. Ele acrescentou que um eventual governo Michel Temer deveria construir um pacto nacional "com o Supremo, com tudo". Machado disse: "aí parava tudo".
Segundo Jucá, "ministros do Supremo" teriam relacionado a saída de Dilma ao fim das pressões da imprensa e de outros setores pela continuidade das investigações da Lava Jato. O ministro do Planejamento afirmou que tem "poucos caras ali [no STF]" ao quais não tem acesso e um deles seria o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no tribunal, a quem classificou de "um cara fechado".
O atual ministro concordou que o envio do processo para o juiz Sérgio Moro não seria uma boa opção e o chamou de "uma 'Torre de Londres'", em referência ao castelo da Inglaterra em que ocorreram torturas e execuções entre os séculos 15 e 16. Segundo ele, os suspeitos eram enviados para lá "para o cara confessar".
Na conversa, eles dizem que o único empecilho no pacto era o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), porque odiaria Cunha. "Só Renan que está contra essa porra. 'Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha'. Gente, esquece o Eduardo Cunha. O Eduardo Cunha está morto, porra", afirma Jucá no diálogo, que foi gravado.
"O Renan reage à solução do Michel. Porra, o Michel, é uma solução que a gente pode, antes de resolver, negociar como é que vai ser. 'Michel, vem cá, é isso e isso, isso, vai ser assim, as reformas são essas'", disse Jucá ao ex-presidente da Transpetro.
O advogado do ministro do Planejamento, Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, afirmou que seu cliente "jamais pensaria em fazer qualquer interferência" na Lava Jato e que as conversas não contêm ilegalidades (leia aqui).

22 maio 2016

Oração a Santa Rita

Oh! Santa Rita, filha obediente, esposa amável de um homem difícil, mãe paciente de filhos indomáveis, irmã bondosa e compreensiva das religiosas do convento, mulher sofredora e fiel a Jesus, modelo de vida para todas as famílias, dignai-vos mostrar aqui vosso auxílio poderoso.
Vós conheceis a humanidade e seu sofrimento.
Vós sabeis também das minhas necessidades e do pedido que venho depositar a vossos pés, confiando na vossa poderosa intercessão junto a Deus.
Concedei-me a graça mais importante:
A de viver sempre na amizade de Deus e com os irmãos, ouvindo a Palavra do Evangelho, participando dos Sacramentos, crescendo na Fé e na vida de Comunidade.
Inúmeras pessoas ajudastes, em casos desesperados e quase impossíveis, tornando-se assim um refúgio seguro para todos os que rezam com fé.
Não esqueçais meu fervoroso pedido, vós que, como ninguém, tivestes o privilégio de se identificar com Cristo no mistério da cruz.
Ajudai-me a carregar a minha cruz e a seguir com coragem o meu caminho.
Oh! poderosa Santa Rita, sede minha protetora. Amém.

Notícias do Vaticano

Comunidade Internacional tem de prestar atenção a Moçambique.
O apelo é da Fundação Ajuda à Igreja que Sofre/Portugal que promove no próximo domingo em Lisboa uma jornada de oração pela paz em Moçambique.
Uma jornada na Igreja de São Tomás de Aquino que começará com a recitação do terço seguida de eucaristia, um gesto solidário na sequência do apelo dos bispos católicos daquele país lusófono para que o "Domingo da Santíssima Trindade seja um dia especial de oração pela paz".
À Rádio Vaticano, Félix Lungu, da AIS/Portugal, diz que está a instalar-se em Moçambique "um clima caótico, de desespero, de medo", e pede às partes envolvidas (governo e Renamo) para voltarem "à mesa das negociações".

Meditando o Evangelho do dia - Santíssima Trindade

Anúncio do Evangelho (Jo 16,12-15)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: "Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não sois capazes de as compreender agora.
Quando, porém, vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena verdade. Pois ele não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido; e até as coisas futuras vos anunciará.
Ele me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso, disse que o que ele receberá e vos anunciará, é meu".
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

21 maio 2016

Meditando o Evangelho do dia

Evangelho (Mc 10,13-16)

O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, traziam crianças para que Jesus as tocasse. Mas os discípulos as repreendiam. Vendo isso, Jesus se aborreceu e disse: "Deixai vir a mim as crianças. Não as proibais, porque o Reino de Deus é dos que são como elas. Em verdade vos digo: quem não receber o Reino de Deus como uma criança, não entrará nele". Ele abraçava as crianças e as abençoava, impondo-lhes as mãos.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.