06 dezembro 2016

Meditando o Evangelho do dia!

Evangelho (Mt 18,12-14)
Deus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,12-14

Naquele tempo disse Jesus a seus discípulos: Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu?
Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão - Mt 18, 12-14
Os tempos messiânicos são os tempos de misericórdia de Deus, de restauração da união entre o céu e a terra, tempos em que todos os que não estão participando ativamente do Reino de Deus são convidados a voltar e a viver a vida de amizade e intimidade com Deus. A vinda de Jesus ao mundo é a grande manifestação do Deus que ama todas as pessoas e vem ao seu encontro. Se a partir do pecado nos afastamos de Deus e do seu amor, a misericórdia de Deus vem ao nosso encontro de modo que, restaurados pela graça, não nos percamos, mas participemos da plenitude da vida divina.

Cansei

Cansei de tentar entender quem está ao meu lado, quem está contra mim ou quem está em cima do muro por medo de se posicionar.
Decidi me livrar de tudo e todos que tiravam minha paz
Tornei-me indiferente a opiniões alheias, e pouco me importo com críticas destrutivas, principalmente vindas de pessoas hipócritas, demagogas, que vivem de mentiras.
Não preciso provar nada a ninguém, não preciso ser aceita ou agradar a todos. A minha consciência está tranquila, porque sou exatamente o que quero ser.
Lealdade para mim não é simplesmente uma palavra, é um estilo de vida, uma regra
A minha vida mudou quando eu simplesmente deixei de me importar com tudo que não é de fato importante. Eu não mudei por causa de um amor, ou uma desilusão, não eu não mudo por você nem por influência de ninguém.
Eu mudei porque percebi que a vida era curta demais para condicionar a minha felicidade a pessoas e acontecimentos externos. Eu finalmente entendi que a única pessoa capaz de transformar solidão em companhia, tristeza em alegria, dor em amor, era, e sempre foi, eu mesma.
Eu aprendi a viver um dia de cada vez, às vezes com muita sensatez, às vezes fazendo tudo errado, porque eu tenho muitos defeitos para ser perfeita, mas sou muito abençoada para ser ingrata.
E foi errando que eu aprendi lições maravilhosas sobre a vida, sobre as pessoas, sobre o amor, sobre a dor, e o mais importante, sobre mim, sobre quem eu sou de verdade.
Eu não tenho muito, mas tenho paz. Eu não sou melhor do que ninguém, mas sou bem melhor do que ontem.
Wandy Luz

"Não vai ficar assim", dizem senadores, em reunião de emergência

 
Senadores se reuniram ontem à noite para uma reunião de emergência na residência oficial da presidência da Casa. O objetivo era traçar uma estratégia para reconduzir Renan Calheiros (PMDB-AL) ao cargo. Os senadores consideraram a interferência do Judiciário gravíssima e já se preparam para o contra-ataque: "não vai ficar assim". Pelo menos três ministros do STF já demonstram preocupação com o que pode vir do Congresso.
Com informações da coluna Painel, da Folha de S.Paulo. 
Entre as estratégias previstas pelos caciques da Casa está até um possível pedido formal a ministra Cármen Lúcia contra o afastamento de Renan.

Consultoria Eurasia eleva chance de queda de Temer

REUTERS/Ueslei Marcelino 
A chance de que Michel Temer não termine seu mandato aumentou de 10% para 20%, de acordo com avaliação da Eurásia Group, uma consultoria de risco político. A mudança foi motivada devido ao risco de inquietação social, com manifestações espalhadas pelo país, e o crescente impacto da Lava Jato. 
As informações são do jornal Valor.
Para a consultoria, porém, ainda é improvável que Temer caia, mas já destaca o crescimento dos protestos.
"Embora os números não tenham chegado perto dos maiores protestos contra Dilma Rousseff (que variaram de 3 milhões a 6 milhões), essas foram as maiores manifestações durante o mandato do presidente", nota a Eurásia. Mais do que isso, o governo já enfrenta pressões significativas da economia, que dá sinais de que terá uma recuperação muito lenta em 2017, além de haver "uma grande nuvem sobre a classe política", devido à delação premiada fechada por cerca de 80 executivos da Odebrecht na semana passada.
Para a Eurásia, o risco real que aumentou as chances de Temer não completar o mandato vem da possibilidade de inquietação social e protestos nas ruas. A economia segue fraca e, com o Congresso despertando a indignação da classe média alta por tentar dificultar as investigações de corrupção, Temer entra num território delicado, adverte a Eurásia. Para a empresa, o grande risco é se Lava-Jato chegar mais perto do presidente e ele não se opuser com mais decisão às iniciativas dos parlamentares de brecar a operação. Isso poder fazer com o que o público comece a se voltar contra ele.
"A analogia mais próxima que nós podemos fazer a esse cenário ocorreu na Argentina em 2001, quando três presidentes caíram em três anos, devido a tremendos problemas econômicos, que ocorreram com a incapacidade de defender o câmbio fixo do país", afirma a Eurásia. O tamanho das "dores econômicas" no Brasil não chega perto ao impacto causado pela desvalorização significativa da moeda argentina em 2001, "mas um ambiente sustentado de inquietação social pode ser perigoso", segundo a consultoria.

Afastamento de Renan foi inconstitucional

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agênci 
Escrevo no calor dos acontecimentos.
A decisão do Ministro Marco Aurélio, afastando da presidência do Senado o senador Renan Calheiros, mostrou-se um perigoso equívoco.
Não há previsão constitucional para esse afastamento, como já não havia para o afastamento de Cunha.
Estamos indo longe demais. O Supremo Tribunal Federal não é o superego da nação.
Vou invocar uma frase famosa que eu mesmo fico repetindo e que é da autoria do Min. Marco Aurélio: os poderes da República são Legislativo, Executivo e Judiciário e não o contrário.
Pois bem, Ministro. Pois bem.
De fato, hoje mais uma vez ficou demonstrado o extremo ativismo do STF, contra o qual eu achava que o Ministro Marco Aurélio estava imunizado. Mas, não. Na decisão, o Ministro fala das manifestações de rua.
Ora, a Suprema Corte não é porta-voz do povo.
Ao contrário: nela temos que ver a garantia contra maiorias exaltadas.
A Constituição é o remédio contra maiorias. E o STF deve ser o guardião da Constituição.
Quem disse que a voz das ruas tem legitimidade? Somos duzentos milhões de habitantes e menos de 400 mil foram às ruas.
Isso é fundamentação? Cadê a Constituição?
Sou insuspeito em falar sobre isso. E não tenho simpatia pelo Renan. Sou um conservador em relação ao constitucionalismo. Já muita gente me chamou de "originalista". Não. Não sou originalista. Sou um jurista que defende a Constituição naquilo que o constitucionalismo foi cunhado pela tradição democrática. Proteção contra injunções morais e políticas.
O Supremo Tribunal Federal, desse modo, comporta-se moralmente. E direito não é moral. A moral não corrige o direito. Quem deve tirar o Presidente do Senado é o Senado.
Seria inconcebível que o Senado ou legislativo lato sensu quisesse tirar o Presidente da Suprema Corte. Onde estão as relações institucionais?
Isso pode não acabar bem. Somos duzentos milhões querendo trabalhar e progredir. Se há corrupção, devemos combatê-la a partir da lei.
Fazer atalhos sempre são perigosos. Saludo.
Lenio Luiz Streck é professor dos cursos de pós-graduação em Direito da Unisinos.

05 dezembro 2016

Bom mesmo é cultivar o pensamento positivo sempre!

"A mente possui um poder extraordinário. Não somos capazes de mover montanhas, mas pensar e acreditar que somos capazes de chegar ao topo da montanha, certamente é uma grande motivação para alcançar os nossos objetivos.
O pensamento negativo nunca atrairá nada de positivo para a nossa vida. Habituar-se a esperar sempre o pior, a pensar que tudo vai dar errado e que não somos capazes, faz-nos entrar um ciclo de pensamento descendente, cheio de negatividade com uma força magnética que nos atrai sempre para o abismo.
Falar palavras de otimismo é cultivar na alma sentimentos positivos, é manter a mente limpa e com disposição para ser feliz, é alimentar a força, a coragem e o entusiasmo. É preparar-se sempre para o sucesso, e para continuar sempre tentando mesmo em situações de fracasso.
Seja positivo. Nada de bom acontece na vida de uma pessoa que só cultiva a negatividade".

Temer promete pacote, mas não sabe o que fazer

Marcelo Camargo/Agência Brasil 
Em entrevista concedida a Jorge Bastos Moreno (leia aqui), Michel Temer admitiu que as forças que apoiam estão insatisfeitas com a sua incapacidade de apresentar resultados na economia e prometeu um pacote de "dez medidas" a ser apresentado nos próximos dias.
Temer, no entanto, não adiantou nenhuma delas, nem falou sobre seu diagnóstico sobre a crise, revelando não ter a mais vaga ideia do que fazer para retirar o País do atoleiro em que se encontra.
A entrevista serviu apenas para demonstrar como seus aliados estão impacientes.
"O que tem havido, e isso não posso negar, são ponderações no sentido de que o governo, pelo curto espaço que tem, não pode esperar de braços cruzados a retomada do crescimento econômico, prevista somente para o segundo semestre do próximo ano. Concordo, mas aviso: essa tem sido também uma preocupação constante não só minha, mas principalmente do ministro da Fazenda", disse ele, que voltou a negar a saída de Henrique Meirelles. "Falar em troca de ministro da Fazenda agora não é um desserviço apenas ao governo, mas ao país. Por isso, quero desfazer de forma contundente, categórica, todas as iniciativas danosas nesse sentido."
Cuidar da padaria
Temer falou ter sido cobrado por aliados a apresentar medidas pró-crescimento.
"Realmente recebi no meu gabinete os senadores Tasso Jereissati, José Aníbal (PSDB-RO), Armando Monteiro (PTB-PE) e Ricardo Ferraço (PSDB-ES). Eles pediram medidas que possam impulsionar o crescimento, alegando que não dá mais para esperar até o segundo semestre. Gravei bem uma expressão do senador José Aníbal de que 'cabe ao dono cuidar da padaria'".
A "padaria" de Temer quebrou, no entanto, em razão da aliança forjada para levá-lo ao poder.
No fim de 2014, quando a presidente deposta Dilma Rousseff se reelegeu, o Brasil ainda vivia uma situação de "pleno emprego". Em 2015, a queda na arrecadação federal poderia ser combatida com aumentos pontuais de impostos. No entanto, PMDB e PSDB se aliaram para travar o Congresso e levar adiante a política do "quanto pior, melhor", criando as condições para a sua derrubada.
O resultado é uma queda de 10 pontos no PIB, empresas e famílias endividadas, demanda anêmica e uma crise fiscal muito maior, em razão da queda da atividade econômica. Em resumo, o golpe quebrou o Brasil.
Meirelles, por sua vez, prometeu confiança, mas não cumpriu.

Temer trai Renan e tenta culpá-lo pela crise

 
Na entrevista a Jorge Bastos Moreno (leia aqui), Michel Temer também tentou tirar o corpo fora da polêmica sobre a reação do Congresso Nacional contra a operação Lava Jato, embora tenha sido colocado na presidência justamente com a missão de "estancar a sangria".
Temer disse ter recebido um apelo da ministra Cármen Lúcia e transmitido a questão ao Congresso.
"O senador Renan Calheiros e alguns parlamentares, aos quais transmiti esse apelo, apresentaram fortes argumentos para que a matéria não fosse retirada da pauta. Eu tinha dito a eles que endossava totalmente as preocupações da presidente Cármen Lúcia. Mas eles, em função de seus argumentos, mantiveram-se irredutíveis", disse ele. "Por temperamento, não tenho por hábito constranger ninguém. Como presidente da República é imperioso que eu respeite as decisões e a independência de outros Poderes. Aliás, essa também foi a preocupação da ministra Cármen Lúcia ao fazer esse apelo. Sendo assim, tive a cautela de não insistir no assunto."
"A ministra e eu somos amigos de longa data, e isso facilita também a nossa relação institucional. E ela me ligou nestes termos: 'Olha, temos que salvar o país, evitando essas crises'. Respondi-lhe: 'Concordo inteiramente'. Hoje, por exemplo, com a colaboração do presidente da Câmara e do Senado, acho que conseguimos conter a justa indignação popular contra o caixa 2", afirmou ainda Temer.
No entanto, a reação à Lava Jato no Congresso, onde mais de 200 parlamentares serão afetados pelas delações da Odebrecht, foi comandada pela base aliada de Temer – ao que tudo indica, com o seu aval – o que levou o procurador Deltan Dallagnol a denunciar o esforço para "estancar a sangria".

Protestos tentaram emparedar Congresso

Marcello Casal Jr/Agência Brasi
As manifestações deste domingo contra a corrupção e em apoio à Lava Jato emparedaram o Congresso e especialmente o  presidente do Senado, Renan Calheiros,  um dos alvos dos protestos, que em nota algo enigmática pareceu admitir o adiamento da votação do projeto sobre abuso de poder, apontado pelo juiz Sergio Moro como ameaça à Lava Jato.  Mas se Renan capitular, livrando também Temer do dilema de sancionar ou vetar a proposta, que fará o baixo clero da Câmara, que deu o golpe e empossou Temer buscando apenas a boia de salvação?  Todos os caminhos levam ao agravamento da crise: ou partirão para novos confrontos com o Judiciário/Ministério Público, ou começarão a desistir de Temer, que não serviu para estancar a sangria, nem estabilizar a política, nem recuperar a economia.
As manifestações foram expressivas e tiveram caráter político-ideológico claro: foram conduzidas pelo "Vem pra rua" e outros grupos de direita que impulsionaram o impeachment da ex-presidente Dilma, foram contra a classe política e contra o Congresso, que errando ou acertando, representa a população. Logo, foram nefastas à democracia. Representaram também segmentos de extrema-direita, que no Rio formaram um bloco pedindo a volta dos militares. Representaram ainda o moralismo conservador, com críticas à decisão do STF que descriminaliza o aborto até o terceiro mês de gravidez. Foram grandes mas não representam o país. Esta semana veremos novos protestos, puxados pelos movimentos sociais de esquerda, contra a política econômica recessiva do governo e a PEC 55, sob o slogan "Fora Temer".  O racha do país volta a revelar sua extensão, apontando para a única saída consistente e segura, a convocação de eleições diretas.
A nota de Renan, emitida nesta tarde de domingo, diz:  "O presidente do Senado, Renan Calheiros, entende que as manifestações são legítimas e, dentro da ordem, devem ser respeitadas. Assim como fez em 2013, quando votou as 40 propostas contra a corrupção em menos de 20 dias, entre elas a que agrava o crime de corrupção e o caracteriza como hediondo, o Senado continua permeável e sensível às demandas sociais".  A permeabilidade significa que o Senado se vergará aos protestos e adiará a votação do abuso de autoridade? É o que parece.
O deputado Silvio Costa (PTB do B-PE), vice-líder da oposição, adverte:
– Renan e o Senado não podem capitular. Acabei de escrever ao Rodrigo Maia (presidente da Câmara) sugerindo que ele use a TV Câmara para um pronunciamento em que esclareça o que a Câmara votou. A população foi envenenada pela histeria dos procuradores, pelas versões de que estraçalhamos as propostas contra a corrupção.  O que fizemos foi ajustá-las à Constituição. A população, se esclarecida, entenderá que não podemos criar a figura do dedo duro remunerado. Que não podemos flexibilizar o habeas corpus, como fez a ditadura. Estão querendo encurralar o Congresso – diz ele.
Mas, encurralada, esperando pelas delações da Odebrecht, o que fará a base de Temer? Agravar a crise, com mais medidas que confrontam o Judiciário-Ministério Público, ou desistir da pinguela Temer.  Isso é o que veremos a partir de amanhã, quando deputados e senadores voltarem a Brasília digerindo as manifestações de hoje.   

04 dezembro 2016

Vergonha na cara é você ter coerência, diz Padre Vicente

Após contato com o Blog, Padre Vicente Fernandes procurou responder às críticas através de um texto. Confira:
O que é ter vergonha na cara:
Vergonha na cara é você ter coerência, caráter, personalidade, respeito pelo outro. Vergonha na cara é você não ser vendável, não viver a mendigar as esmolas governamentais, para manter um meio de comunicação maquiador e inverídico.
Vergonha na cara é você não ser omisso diante de uma situação desastrosa que vive o nosso RN, vivemos num verdadeiro rastro de sangue de norte, sul, leste e oeste do estado.
Vergonha na cara é saber se comportar com hombridade em qualquer situação, em que você possa se reportar, inclusive nas redes sociais.
Vergonha na cara é você ter coragem e mostrar seu rosto, sem medo de ser retaliado por aqueles que dominam, oprimem e muitas vezes são indiferentes à atual situação em que vivemos, porque para alguns o importante são as gorjetas mensais, por publicarem uma maquiagem mal feita e não publicarem a verdadeira e real situação em que vivem a segurança, a saúde, as estradas, os funcionários e os aposentados do nosso RN.
Somos chamados para anunciar e denunciar. Anunciamos o reino de Deus e denunciamos as injustiças praticadas por aqueles que se dizem representar os anseios do povo sofrido e explorado a cada dia.
Mas senhor Robson Pires, eu entendo a sua revolta e o seu desequilíbrio emocional comigo ou com qualquer outro padre. O senhor perdeu um império de mais de trinta anos, o senhor era um verdadeiro coronel da comunicação no Seridó, quando dominava a RÁDIO RURAL DE CAICÓ, onde tiveram coragem e tiraram do ar, o maior desserviço daquela região, que foi o seu domínio da rádio. Rádio essa, que era usada para os seus próprios interesses, tornando-lhe temido por alguns políticos seridoenses, onde eram chantageados a todo instante. Isso sim que merece ter vergonha na cara e não usar de jogo baixo e sorrateiro. Não se preocupe que o título mencionado no seu blog, não me amedronta e nem me diminui em nada. Rezo pela sua sanidade. Paz e bem.

"Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo".

MINHA FOTO MINHA ARTE!

Assim Jesus nos ensinou, que venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês a minha carga e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração e vocês encontrarão descanso interior. Pois a minha carga é suave e leve.

Meditando o Evangelho do dia!

Evangelho - Mt 3, 1-12

Convertei-vos, porque o Reino dos céus está próximo.
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 3, 1-12.
Naqueles dias, apareceu João Batista, pregando no deserto da Judeia:
"Convertei-vos, porque o Reino dos Céus está próximo".
João foi anunciado pelo profeta Isaías, que disse: "Esta é a voz daquele que grita no deserto: preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas!"
João usava uma roupa feita de pelos de camelo e um cinturão de couro em torno dos rins; comia gafanhotos e mel do campo.
Os moradores de Jerusalém, de toda a Judeia e de todos os lugares em volta do rio Jordão vinham ao encontro de João. Confessavam seus pecados e João os batizava no rio Jordão. Quando viu muitos fariseus e saduceus vindo para o batismo, João disse-lhes: "Raça de cobras venenosas, quem vos ensinou a fugir da ira que vai chegar? Produzi frutos que provem a vossa conversão. Não penseis que basta dizer: ‘Abraão é nosso pai’, porque eu vos digo: até mesmo destas pedras Deus pode fazer nascer filhos de Abraão.
O machado já está na raiz das árvores, e toda árvore que não der bom fruto será cortada e jogada no fogo.
Eu vos batizo com água para a conversão, mas aquele que vem depois de mim é mais forte do que eu. Eu nem sou digno de carregar suas sandálias. Ele vos batizará com o Espírito Santo e com fogo.
Ele está com a pá na mão; ele vai limpar sua eira e recolher seu trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga".
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Dallagnol diz que "homens sem misericórdia" destruíram as 10 medidas

Marcelo Camargo/Agência Brasil 
Ao participar de um evento sobre combate a corrupção no Panamá, o procurador Deltan Dallagnol afirmou que o Congresso Nacional destruiu as "10 medidas contra a corrupção".
"Aqueles vários, e poderosos, (parlamentares) investigados por corrupção, que sabem bem o que fizeram, conseguiram influenciar, de modo poderoso, a Câmara dos Deputados para aprovar um projeto que caminha para combater o combate à corrupção. Que caminha para favorecer a corrupção no Brasil", afirmou.
"Esta semana, quando uma tragédia profunda mergulhou o país em um mar de sofrimento, homens sem misericórdia colocaram em curso uma estratégia cruel. Enquanto o Brasil estava de luto pelo acidente aéreo que matou dezenas de jogadores de futebol e enquanto as manchetes estavam cheias de dor, Deputados da Câmara trabalharam durante a noite para fazer o mais forte ataque a Lava Jato ao longo de mais de dois anos de vida", concluiu.
Nesta semana, ele também afirmou que finalidade do pacote é "estancar a sangria" da Lava Jato, evocando o senador Romero Jucá (PMDB-RR), que dizia ser necessário derrubar a presidente Dilma Rousseff para estancar investigações.

Michel Temer, o breve?

Beto Barata 
O presidente Michel Temer tem motivos para temer. Há semanas ele não comparece a eventos públicos, apenas a atos fechados, para plateias seletas, monitoradas por seguranças em todos os lados. Na comovente cerimômia fúnebre deste sábado 3, em Chapecó, para a equipe desaparecida no acidente aéreo em Medellín, Temer precisou usar de ao menos dois subterfúgios para estar diante do público. Após divulgar que iria apenas ao aeroporto receber as urnas e homenagear com medalhas os atletas mortos, ele, à última hora, afirmou que não pretendia incomodar, mas que desde sempre estava decidido a comparecer à Arena Condá, onde os chapecoenses receberam os caixões de seus heróis.
Para adentrar o gramado e cumprir seu papel protocolar, Temer, cautelosamente, precisou esperar a execução do hino do clube catarinense e, em meio ao canto, aos aplausos e a emoção generalizada, deu seu primeiro passo a céu aberto em semanas. Protegeu-se com um momento que não poderia ser interrompido com vaias para fazer sua cena e, ato contínuo, recuar. A verdade é que ele se tornou, desde o primeiro dia no poder, um presidente que não pode sair na rua.
RECESSÃO PODE VIRAR DEPRESSÃO
Com uma agenda provocativa e nitidamente anti-popular, que ignora solenemente alternativas pontuais de estímulo econômico, como, por exemplo, um plano nacional de renovação de frota automotiva, apresentado a ele por sindicalistas do setor metal-mecânico, o presidente igualmente não consegue mais agradar nem mesmo ao mercado financeiro.  “Se o Banco Central não tomar cuidado, a recessão atual irá se transformar em depressão”, avaliam, em uníssono, dois dos mais respeitados economistas do campo ortodoxo e, portanto, confiável a banqueiros e empresários, o ex-presidente do BNDES Luiz Carlos Mendonça de Barros e o ex-diretor do BC Carlos Eduardo Thadeu de Freitas.
Eles se referem à fixação do presidente da autoridade monetária, Ilan Goldfajn, em buscar, já em 2017, o centro da meta de inflação, o que pode acontecer, por ausência de pressão de demanda, agora mesmo em 2016. O ex-sócio do banco Itaú adota uma política tímida e alheia às necessidades gritantes de corte de juros. À razão de tirar da Selic 0,25 ponto por reunião do Copom, Goldfajn e seus diretores já conseguem desagradar até mesmo os chamados monetaristas, sem nunca terem passado um sinal de esperança à turma da produção. Vale sempre lembrar que, em artigos, Goldfajn cansou defender o desemprego como bom remédio para controlar a inflação. Tem motivos, assim, para, mesmo sob pressão, estar felicíssimo.
ARMÍNIO FUNGA NO CANGOTE DE MEIRELLES
Na mesma toada, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, torna-se rapidamente alvo de uma gama crescente de frustrados com a inanição da economia. Atado aos compromissos políticos de Temer, que a tudo cede, seja a pressões de governadores interessados em fatias milionárias da multa da repatriação de fortunas que estavam no exterior, ou à manutenção do ‘sempre foi assim’ de privilégios da Previdência Social, Meirelles já vai sendo cercado por avaliações de que lhe falta criatividade no trabalho. Lançadas as medidas macroeconômicas, como a PEC do teto dos gastos e, ainda que em linhas gerais, o projeto de reforma previdenciária, muito mais Meirelles não fez. E nada deu certo, com o desemprego catapultado a cada medição, o consumo derrubado mês a mês e o PIB minguante pelo sétimo trimestre consecutivo. O economista Armínio Fraga já lhe funga o cangote, apontado como alternativa à falta de resultados em seus pouco mais de seis meses de mando.
"OU SANCIONA, OU CAI"
No campo político, Temer enfrenta a humilhação de ter sua cabeça à prêmio no próprio Congresso. Ali, já se diz que, se não sancionar, sem vetos, o pacote anticorrupção remendado e desfigurado pelos deputados, uma vez confirmado no Senado, Temer cai. Duas revistas semanais, Veja e Época, sem identificar suas fontes, trazem, nas edições que estão nas bancas, frases iguais de que o presidente sabe que cairá, por total falta de apoio, se cismar de mexer no que os políticos com mandatos federais aprontam contra a magistratura.
FHC: "Se Temer cair, diretas"
A suprema humilhação para Temer já é dita, com todas as letras, pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. O tucano não vê mais problemas em aventar a hipótese de o presidente ser derrubado. E isso pode acontecer por falta de apoio no Congresso, ou no julgamento que transcorre no TSE sobre irregularidades na contabilidade da campanha presidencial (e do vice), em 2014. Leia-se, desvios e caixa dois.
“Se Temer cair, deve haver eleições diretas”, reclama FHC, empunhando a bandeira que o PT deveria ter desfraldado quando se mostrou impraticável manter Dilma Rousseff no poder. Os petistas, para variar, vacilaram e o chefe dos tucanos deu-lhes um drible, ele próprio saindo na frente como nome viável da direita civilizada.
O breve
Tudo somado, o presidente com sua agenda antipopular, auxiliares engessados por denúncias públicas e projetadas e dissimulação que se desfaz diante dos  fatos poderá ser visto pela história como Temer, o breve.
Fonte: Marco Damiani

03 dezembro 2016

"Quem não pode ir a velório vive seu próprio funeral"

REUTERS/Ueslei Marcelino 
O jornalista Josias de Souza avalia que Michel Temer vive seu próprio funeral. O motivo: ele desistiu de comparecer ao velório coletivo dos atletas da Chapecoense, no estádio do clube, porque temia ser vaiado pela população catarinense.
"Michel Temer decidiu render homenagens aos mortos de Chapecó. Bom! Acompanhado de Marcela, sua mulher, o presidente voará para a cidade catarinense neste sábado. Ótimo!! Após determinar o transporte dos mortos pela FAB, Temer deseja confortar os parentes. Extraordinário!!! A coisa parecia caminhar bem. Até que… O setor de inteligência do governo farejou o risco de protestos. Temer foi aconselhado a evitar o velório. Com medo de vaias, concordou. Deve cumprimentar os parentes no aeroporto, em cerimônia a ser realizada após o desembarque dos corpos. Se é assim, melhor ficar em casa", diz ele.
"Temer talvez devesse ouvir menos seus assessores. Há risco de protestos em Chapecó? Pior para os organizadores, que desrespeitam o luto alheio. No mais, resta constatar: um presidente da República que não pode frequentar um velório talvez esteja vivendo seu próprio funeral. Em política, quando o vivo é pouco militante muitos têm vontade de lhe enviar coroas de flores."
Ontem, o pai de um dos atletas criticou o que considerou "falta de respeito" por parte de Temer.

PROGRAMAÇÃO DO CERCO DE JERICÓ ULTIMO DIA!

SÁBADO, 03/12/2016
00h à 1h - RCC
1h às 2h - RCC
2h às 3h - RCC
3h às 4h - RCC
4h às 5h - RCC
5h às 6h - RCC
6h às 7h - SANTA MISSA
7h às 8h -RCC
8h às 9h -RCC
09h às 10h - RCC
10h às 11h - RCC
11h às 12h - CAPELA DE SANTA CECILIA E PPI
12h às 13h - COROINHAS
13h às 14h - PASTORAL DO DÍZIMO
14h às 15h - MECES E LITURGIA
15h às 16h - APOSTOLADO DA ORAÇÃO
16h às 17h - CATEQUESE
17h às 18h - EQUIPES DE NOSSA SENHORA
18h às 19h - INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA E JUVENTUDE MISSIONÁRIA
19h SANTA MISSA NA MATRIZ (Encerramento)