30 setembro 2016

Eleições: saiba o que se torna proibido na propaganda

Após 45 dias de campanha de rua, as eleições 2016 já estão na reta final. A partir desta quinta-feira, tem início os últimos preparativos para o dia 02 de outubro. Vale lembrar que nestes últimos dias a Justiça Eleitoral não permite mais o mesmo tipo de propaganda que foi permitido durante um mês e meio. Hoje terminam diversas atividades importantes da campanha eleitoral.
A legislação eleitoral prevê ainda que hoje é o ultimo dia para os partidos políticos e as coligações indicarem aos Juízos Eleitorais o nome das pessoas autorizadas a expedir as credenciais dos fiscais e dos delegados habilitados a fiscalizar os trabalhos de votação durante o primeiro turno das eleições. Lembrando que não é necessário submeter à Justiça Eleitoral os nomes dos fiscais e locais onde irão atuar.
Nesta sexta-feira, ainda são permitidas as propagandas em carro de som, a realização de caminhadas, panfletagem e carreatas – todas até as 22h. Também é possível realizar a colocação de adesivos em automóveis, propagandas em jornais e fazer a campanha na internet.
No sábado, a publicidade paga em jornais não é mais permitida, mas a propaganda eleitoral mediante alto-falantes ou amplificadores de som, entre as 8h e às 22 horas, estão liberadas. Já no dia da eleição, os únicos tipos de propagandas permitidas são os adesivos em automóveis e a publicação na Internet – sites, Facebook e aplicativos em mensagens instantâneas, como o Whataspp.

O Homem é bom, o Homem é Espetacular!

Esta foto da descida do Alto, que mostra apenas o meio de nossa passeata, é uma amostra de como foi nossa movimentação de hoje e uma das provas de que fizemos o maior comício da história de Jardim de Piranhas.

Dilma tenta último recurso contra o impeachment

Roberto Stuckert Filho/PR 
"Não pode um país, sob o risco de traumas e conflitos, permanecer a ser governado por quem não foi eleito pelo povo e não exerce seu mandato por decorrência do texto constitucional. A democracia não pode conviver com governos ilegítimos, nem mesmo por poucos dias", diz o texto do mandado de segurança protocolado na noite de ontem pela presidente afastada Dilma Rousseff, como seu último recurso no Supremo Tribunal Federal para tentar reverter o processo de impeachment.
Assinado pelo advogado de Dilma, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, o texto aponta a "falta de justa causa".
Depois do julgamento, que a afastou por 61 votos a 20, vários senadores reconheceram não haver crime de responsabilidade. Cassado na sequência, o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) ameaça revelar que o impeachment foi um golpe, contando ainda como foi a participação de Michel Temer na conspiração, no livro que escreve.
Nesta semana, o ex-presidente do STF, Ricardo Lewandowski, definiu o impeachment como um "tropeço na democracia brasileira".
"Em um Estado Democrático de Direito não pode ser admitida a invocação de falsos motivos jurídicos para a destituição de um Presidente da República", diz o texto de Cardozo. Ele fala ainda em "uma ruptura institucional", "uma violência profunda" e "uma histórica injustiça" cometida contra uma presidente democraticamente eleita.

29 setembro 2016

Elídio realiza maior carreata do ano em Jardim de Piranhas

Mais de 160 carros saíram às ruas nesta quarta-feira, 28, em Jardim de Piranhas na maior carreata desta campanha na cidade. Segundo a coordenação, a movimentação que mobilizou ainda centenas de motos e uma multidão foi apenas uma prévia do comício desta quinta-feira, 29.
O prefeito Elídio Queiroz (PSD) promete o maior comício de 2016, que começará com uma carreata gigante. Porém, embora seja no meio da semana, a expectativa é que a cidade comece a se movimentar no início da tarde. A militância preparou vários pontos de encontro para de lá sair para o evento.

É hoje!

MINHA FOTO MINHA ARTE!

Em Zona Rural do Município de Jardim de Piranhas.
 
 

É hoje, vista sua camisa amarela e venha pra rua, vamos todos com Elídio Queiroz e Naná da Farmácia.

"O PT PODE TER COMETIDO ERROS. MAS VEJA QUANTOS ERROS A ELITE COMETEU"

 
SP 247 – O ex-presidente Lula fez campanha na noite desta quarta-feira 28 pelas cidades de Campinas e Sumaré, no interior de São Paulo, onde Marcio Pochman e Tito disputam a Prefeitura pelo PT, respectivamente. Lula destacou que o próximo domingo, quando ocorrerá a eleição, "não é dia de depositar ódio na urna. É dia de depositar sonhos e esperança".
Em Sumaré, Lula pediu aos eleitores para que comparem os anos de governo do PT com os "500 anos de história" para ver o melhor resultado. "É verdade que o PT pode ter cometido erros. Agora, compare os 500 anos de história e vejam quantos erros a elite cometeu neste país", disse.
Lula voltou a fazer duras críticas ao governo de Michel Temer. "Essa gente vai esperar passar as eleições e vai aprovar a PEC 241 para congelar o gasto com saúde e educação durante 20 anos", alertou. "Significa que vai piorar a educação e a saúde. Eles querem aumentar a idade de aposentadoria, inclusive a da mulher", acrescentou.
Mais cedo, em Campinas, ele voltou a denunciar a perseguição judiciária contra ele com as denúncias da Lava Jato. "Quero que façam todas as investigações que tiverem que fazer. Só quero que me respeitem como eu respeito eles", declarou.
O ex-presidente provocou ainda os candidatos dos partidos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff. "Por mais defeitos que alguém achasse na Dilma, ela teve 54 milhões de votos. Eles caçaram esses votos... e agora vêm pedir voto pra vocês", disse. Para Lula, "esse país chegou a ser muito respeitado no mundo" e "não merece ter um governo surgido num golpe parlamentar".

28 setembro 2016

Carreata do Esquenta!

Escolha o vereador que tem propostas!

Jardim de Piranhas precisa de um vereador de origem popular que esteja preparado, qualificado para quando chegar na Câmara Municipal possa confrontar as ideias e debater a criação de leis que seja de melhorar a vida do povo jardinense e não ir pra tribuna brigar com os colegas ou fazer politicagem. Eu me sinto preparado pra ser vereador para isso peço uma chance apenas para chegar lá. Domingo dia O2 de outubro vote em quem está preparado vote Lamark Yure 77 777 confirme.
Elídio Queiroz - 55 e confirme.

27 setembro 2016

CONVITE!

É com imensa alegria que convidamos toda a população jardinense, todos que acreditam na importância da continuidade do nosso trabalho e reconhecem que Jardim merece avançar cada vez mais, para celebrarmos juntos a maior manifestação política que Jardim de Piranhas já viu. O COMÍCIO DO ABRAÇO será nesta quinta-feira (29). O povo jardinense está unido e vai demonstrar isso tanto nas ruas e avenidas da nossa cidade quanto no dia 02 de outubro.
Contamos com a sua presença! Vista-se de amarelo, leve sua bandeira, seu adesivo e vamos fazer uma linda festa da democracia, de forma pacífica, com os pés no chão, com humildade e simplicidade, marca registrada do prefeito com maior aprovação popular da história política de Jardim de Piranhas.

Monopólio da mídia ameaça democracia brasileira

Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil
O relator para a Liberdade de Expressão da Organização dos Estados Americanos (OEA), Edison Lanza, considera que a violência contra jornalistas e a falta de políticas sobre diversidade e pluralismo nos meios de comunicação do Brasil são problemas para a democracia brasileira.
No entanto, Lanza citou como exemplos positivos no país o Marco Civil da Internet e a Lei de Acesso a Informação. As declarações ocorreram no debate A Situação da Liberdade de Expressão no Brasil, organizado pela Ong Artigo19 e feito, na noite de hoje (26), no Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé.
"Nos últimos anos, o Brasil mostra avanços interessantes sobretudo em matérias sobre acesso a informação pública e a lei do Marco Civil da Internet. A lei do direito de resposta é muito importante também. Persistem desafios e há temas que não foram superados: a violência contra jornalistas marcada por assassinatos, por intimidação, e há impunidade desses crimes", disse o relator.
Publicação
Na ocasião também foi lançada uma publicação em português com um compilado de todos os capítulos dos Relatórios Anuais da Relatoria Especial para a Liberdade de Expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) destinados à análise da situação brasileira do período entre 2000 e 2015. Antes, o material só estava disponível em inglês e espanhol.
Lanza também demonstrou preocupação com interferências do governo federal na direção da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), como a extinção do Conselho Curador, e com a conversão da Controladoria-Geral da União (CGU) em Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle. Ele considera as duas ações um retrocesso.
“O Brasil havia avançado na comunicação pública, através do fortalecimento da EBC, da televisão pública, agora há uma série de medidas que manifestamos preocupação porque há retrocessos”, disse, acrescentando que há uma situação de monopólio das empresas de comunicação no país. “O relatório das Nações Unidas mostra que é importante manter a autonomia e independência da televisão pública. Agora recebemos a notícia que foi cassado o conselho consultivo [Conselho Curador] da TV pública brasileira que teria participação da sociedade civil e isso tem repercussão na linha editorial, na programação”.
Manifestações
A repressão violenta por parte do estado contra manifestantes também foi citada pelo relator da OEA. Segundo ele, há uso desproporcional da força pra reprimir protestos, supressão de materiais, inclusive de jornalistas e vigilância de líderes de movimentos sociais, enquanto o que deveria ocorrer era facilitar e proteger aqueles que estão exercendo seu direito de manifestar, como deveria ser em uma democracia.
"Hoje mais do que nunca é importante retomar a defesa da liberdade", disse. "Vários temas me preocupam. O exercício de manifestação por um lado, por outro o uso excessivo da força, sobretudo sobre grupo específico vulneráveis como estudantes, os defensores da terra, as mulheres. E aos jornalistas que cobrem as manifestações, que cumprem função fundamental para mostrar o que está se passando", disse.

DITADO POPULAR!

MENTIRAS TEM PERNAS CURTAS...

Lula: “Montei uma quadrilha sim, que tirou 36 milhões da miséria”

Eny Mirana 
Rio 247 - O ex-presidente Lula participou na noite desta segunda-feira 26 de ato de campanha em apoio a Jandira Feghali (PCdoB) no Rio de Janeiro. Em seu discurso, ele voltou a criticar as denúncias da Lava Jato contra ele e disse que, se a intenção era tirá-lo da disputa de 2018 à presidência, ele, que não era candidato, agora é.
Lula disse ser hoje "um cidadão indignado". "Não posso aceitar as ofensas de meninos procuradores que dizem que eu montei uma quadrilha para governar", criticou, em relação à denúncia em que o Ministério Público o acusou de ser o comandante geral do esquema de corrupção na Petrobras investigado na Lava Jato.
"Formei, sim, uma quadrilha, que tirou 36 milhões de pessoas da miséria, incluiu 40 milhões na classe média, que gerou 22 milhões de empregos", rebateu o ex-presidente. "É isso que vocês não suportam?", questionou. Lula disse ainda que "podem investigar" sua vida, mas provocou os procuradores: "não venha com convicção. Convicção não é prova".
Lula disse ainda que sabe que "o povo brasileiro fica orgulhoso em ver que, pela primeira vez, rico está sendo preso", mas que isso não é "por causa do MP ou da PF, é pelas coisas que eu e Dilma fizemos". "Quem criou o Portal da Transparência? Quem deu independência à PF? Quem indicou o primeiro da lista do MP? Não foram eles", destacou.

26 setembro 2016

A Verdade das verdades!

A guerra é sempre uma derrota da humanidade.
São João Paulo II

Cunha se diz "celebridade" e planeja turnê com livro

Marcos Oliveira/Senado 
O ex-deputado Eduardo Cunha concedeu uma entrevista aos jornalistas Raymundo Costa e Rosângela Bittar, em que voltou a falar sobre seu livro sobre bastidores do processo de impeachment e também sobre o fato de, na sua avaliação, ter saído "maior" desse embate, mesmo tendo sido cassado.
"O livro é isso. A história do impeachment. Tudo que eu participei ou que eu tomei conhecimento em relação ao impeachment. Todo mundo que dialogou sobre o impeachment ou que teve qualquer articulação comigo estará retratado", diz ele, sinalizando que poderá revelar detalhes da conspiração golpista. "Todo mundo que um dia falou comigo sobre o impeachment e participou desse processo estará lá", afirmou ainda, respondendo a uma pergunta sobre Michel Temer.
Livre para conceder entrevistas, Cunha disse não ter qualquer medo de ser preso na Lava Jato, mesmo depois que seu caso foi transferido para o juiz Sergio Moro. "Estou com duas ações penais baseadas em palavra de delator. Se palavra de réu confesso pode abrir ação contra mim, minha palavra não vai valer?"
Como imagina que não será preso, ele planeja até uma turnê. "Vou lançar em Brasília. Depois todas as capitais e grandes cidades. Vou fazer turnê." 
Ele também afirmou que o impeachment só ocorreu por sua casa. "Podem fazer o que for comigo mas ninguém vai me tirar isso. Se não fosse eu, não teria o impeachment. Sem aquele ato [a aceitação do pedido] não aconteceria. Por esse ato já é suficiente, não precisa citar os outros."
Cunha acusa o governo de trabalhar pela sua cassação, mas não acusa diretamente Michel Temer. "O Rodrigo Maia se elegeu pelo governo e com o governo deixando ele fazer o acordo com o PT. Quem elegeu o Rodrigo Maia? Foi o governo. O governo virou do PR, PTN, virou um bocado de gente ali e ao mesmo tempo trouxe o PT. Eles puseram para depois do impeachment, para não atrapalhar o impeachment, mas antes da eleição para poder me cassar. Liberado pelo governo. Depois da eleição eu me salvaria. Se o Temer participou ou não eu não tenho condições de acusar."
Nessa mesma entrevista, ele disse ser hoje uma celebridade. "Eu estou andando na rua com muita naturalidade. Tem mais grupamentos positivos do que contrários. Tem gente contrária? Tem. Principalmente da semana passada pra cá, depois da cassação, ficou mais acirrado. Dos dois lados. Na quinta-feira passada, quando eu embarcava para o Rio, veio grupo com três ou quatro petistas atrás de mim no aeroporto, me ofendendo, até que chegou num ponto, eu cheguei na praça de alimentação e fui cercado por uns 50 aplaudindo e gritando para os caras 'Fora, PT', 'Fora, Dilma'", diz ele. "Do ponto de vista do tamanho de Ibope, estou maior do que quando comecei. Não tenho dúvida. Do ponto de vista de desgaste também fiquei maior. Voto não perdi. Eu me elejo deputado federal sem sair de casa. Em São Paulo mais fácil que no Rio. Em São Paulo eu sou celebridade."

Globo libera Faustão para bater "nessa porra desse governo" Temer

 
Responsável direta pelo golpe parlamentar de 2016, a Globo soltou, neste domingo, seu primeiro disparo contra o governo Michel Temer, no "Domingão do Faustão" 
"Então, o país que mais precisa de educação faz uma reforma com cinco gatos pingados que não entende porra nenhuma, que não consulta ninguém e aí, de repente, tira a educação física, que é fundamental na formação do cidadão", disse o apresentador, para aplausos dos presentes no estúdio.
"Aí, quando você percebe, um país como esse, que tem uma saúde de quinta [categoria], não tem segurança, não tem emprego, não tem respeito a profissões básicas. O país que não respeita professor, pessoal da polícia e pessoal da área de saúde e um país que não oferece o mínimo ao seu cidadãos", completou Faustão.
Neste domingo, numa nova entrevista, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, um dos articuladores do golpe, também afirmou que Temer corre o risco de não chegar a 2018 (leia aqui).
O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que foi usado e cuspido nesse processo, também ameaça revelar, no seu livro que será lançado em dezembro, o que todos sabem: o impeachment foi uma conspiração parlamentar (leia aqui).
Até agora, o governo Temer tem-se mostrado incapaz de encaminhar as reformas prometidas e seus sócios no projeto de tomada de poder começam a desembarcar.
Esse movimento alimenta, nas redes sociais, a tese do "golpe dentro do golpe". Temer começaria a apanhar agora, mas só seria derrubado em 2017, evitando, assim, o risco de eleições diretas – que teriam o ex-presidente Lula como favorito. Nesse cenário, o atual Congresso, manchado pela corrupção, escolheria um novo presidente pela via da eleição indireta.
A esse respeito, confira o que postou Tico Santa Cruz:
Parece que minha tese não é lá tão absurda assim.
Quando o Faustão começa a descer o pau no Governo Temer no horário nobre da Globo, é porque o sinal verde foi dado para sangrar o golpista! A imprensa de modo geral já começa a oferecer uma postura mais firme contra o Vampiro.
Isso será de forma pontual até o fim de 2016.
A partir das primeiras horas de 2017 que Michel Temer aguarde o chumbo grosso que virá de todos os lados. Está cada vez mais evidente que ele será derrubado para que o Congresso faça eleições indiretas!
Aguardem...

25 setembro 2016

O Homem é bom, o Homem é Espetacular!

É a verdade das verdades

Todas as nossas palavras serão inúteis se não brotarem do fundo do coração. As palavras que não dão luz aumentam a escuridão.
Santa Teresa de Calcutá

Cunha confirmará golpe parlamentar em seu livro

 
O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pretende admitir, no livro que será lançado no fim deste ano, que o impeachment da presidente Dilma Rousseff foi um "golpe parlamentar", numa conspiração liderada por ele, Michel Temer, lideranças do PMDB, do PSDB e de vários outros partidos.
A informação é do colunista Lauro Jardim, no Globo:
Ressentido e com a faca nos dentes, Eduardo Cunha bancará no livro promete lançar em dezembro que o impeachment de Dilma Rousseff foi um 'golpe parlamentar'. Antes que os petistas se animem por ter encontrado um companheiro para gritar contra o 'golpe', um alerta: o notório deputado cassado sustentará que foi exatamente o que aconteceu com Fernando Collor, em 1992.
Se Collor foi vítima de um golpe, nada a muda a realidade de que, tanto em 1992 quanto em 2016, não havia espaço constitucional para afastamento de presidentes da República sem crime de responsabilidade.
Segundo Lauro Jardim, Cunha também prepara um segundo livro, chamado "Delação não premiada", em que ele irá falar sobre o comportamento dos deputados que o traíram na votação da sua cassação.
Às editoras com quem negocia, Cunha pede um adiantamento de R$ 1 milhão.

O cheiro dos pobres e o sinal dos tempos

 
Quando disse que quase vomitou com o cheiro de um pobre que tentou ajudar colocando-o em seu carro, o candidato a prefeito de Curitiba pelo PMN, Rafael Greca, apenas disse em voz alta o que muitos sentem, mas não dizem neste Brasil esquisito que está surgindo.
- Eu nunca cuidei dos pobres. Eu não sou São Francisco de Assis. Até porque a primeira vez que eu tentei carregar um pobre no meu carro eu vomitei por causa do cheiro – disse Greca num debate. Depois, alegou que a frase foi descontextualizada.
De fato, como disse em artigo sobre esta confissão insólita o jornalista José Carlos de Assis, nunca pensamos que Justo Veríssimo, o personagem politicamente incorreto de Chico Anísio, iria nos aparecer um dia na pelo de um candidato real. “Detesto pobre. Pobre tem que morrer”, dizia Justo Veríssimo lá pelos anos 80. Ele era a síntese do politicamente incorreto porque o Brasil era outro. Havia saído da ditadura e tentava ser um país melhor. Uma nova Constituição lançara as bases de um Estado de bem-estar social. Longe de fortalecer preconceitos, pelo contrário, os absurdos ditos por Justo Veríssimo fortaleciam a rejeição ao elitismo e estimulavam o sentimento construtivo da fraternidade.
Uma parte dos brasileiros começou a externar sua ojeriza aos pobres justamente quando um presidente, agora também perseguido, implantou as mais aguerridas políticas de combate à pobreza que o pais já teve. E aí começaram as lamúrias da classe média conservadora contra os pobres. Ganhavam Bolsa Família e não queriam mais trabalhar. Ascendiam socialmente e entupiam os aeroportos, entrando esmolambados e de chinelas nos aviões, sentando-se na poltrona errada. Com o Pro-Uni, deram para ingressar em faculdades privadas. Com as cotas, os pobres e negros, pois uma coisa anda junto com a outra, passaram a disputar com favorecimento vagas nos concursos e nos vestibulares. Deram para frequentar os shoppings, e com esta invasão de produtos chineses, para desfilar com falsas bolsas da Chanel e da Louis Vitton. Com a isenção do IPI, compraram seus carrinhos e contribuíram para infernizar o trânsito. Ah, estes pobres metidos a besta. E estas domésticos, exigindo jornada de oito horas e FGTS  regulamentados pela Dilma...  
O que Greca verbalizou foi este sentimento coletivo difuso contra os pobres, que deixou de ser politicamente incorreto.
Agora, tudo está voltando ao normal, devem dizer aliviados para seus próprios botões. O desemprego colocou muitos pobres em seu devido lugar. A recessão levou de volta para as casas das famílias muitas domésticas que haviam conseguido emprego no comércio, na indústria e na construção civil. Estes programas sociais, mais dia, menos da, vão ser restringidos na era da austeridade fiscal.
O que Greca disse – que preferiu transferir para a Igreja Católica a gestão de um abrigo social – está sendo dito com eufemismos pelos novos donos do poder político: O Estado tem que ser mínimo e deixar que estes problemas sejam resolvidos pelo mercado. No máximo, pelas Igrejas, as Ongs e outras organizações que gostam de pobres e não vomitam ao sentir o cheiro deles.

24 setembro 2016

MINHA FOTO MINHA ARTE!

"O sorriso de uma criança tem poder de alegrar corações, pois ele é puro, verdadeiro e sincero".

Nota de pesar e esclarecimento

O prefeito de Jardim de Piranhas, Elídio Queiroz, bastante consternado, avisa que devido ao falecimento do amigo Valderício Gentil de Araújo, não realizará mais o comício previsto para este sábado, 24. Val de Elita, como era conhecido, foi uma pessoa muito querida de toda a cidade que está abalada com esta triste notícia.
Pelo respeito à família de Val e todas as famílias de Jardim, Elídio pediu que fossem adiadas todas as atividades da coligação Jardim Unida para Continuar Avançando neste final de semana. Assim, a Carreata do Esquenta e o Comício do Abraço foram transferidos para a quinta-feira, 29.

Eis o custo do golpe: 1,65 milhão de demitidos

 
Nunca é demais recordar: em agosto de 2014, a economia brasileira vivia uma situação de "pleno emprego". A taxa de desemprego, segundo o IBGE, era de apenas 5% – a menor de toda a série histórica com os critérios atuais, iniciada em 2002 (relembre aqui).
O ministro da Fazenda era Guido Mantega, preso e solto nesta semana, na mais polêmica etapa da Operação Lava Jato. Acusado frequentemente de "quebrar a economia brasileira", Mantega foi o ministro que entregou as maiores taxas de crescimento da história recente do País (no governo Lula) e os menores níveis de desemprego (no governo Dilma).
Poucos meses depois daquele agosto fantástico, logo depois de ser reeleita para o segundo mandato, a presidente Dilma Rousseff reconheceu que o novo quadro internacional, com a queda das commodities e o esgotamento das medidas de estímulo, exigia um ajuste fiscal. Decidiu trocar Mantega por Joaquim Levy, que planejava colocar em marcha um rápido plano de controle orçamentário, que previa a volta da CPMF e o reequilíbrio das contas públicas.
Tudo parecia certo, mas não havia pintado ainda no horizonte a aliança entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG), derrotado nas eleições presidenciais de 2014, e o hoje cassado deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Juntos, ambos fizeram com que a agenda do País passasse a ser dominada pelo tema do impeachment, contando com o auxílio luxuoso dos meios de comunicação conservadores. Se isso não bastasse, colocaram em pauta no Congresso as "pautas-bomba", que arrombavam as contas públicas e impediam qualquer iniciativa de ajuste. Era a tática do "quanto pior, melhor", defendida publicamente por alguns tucanos, como Alberto Goldman, como estratégia para se conseguir o impeachment (saiba mais aqui).
O resultado foi a deterioração progressiva da economia brasileira, que criou as condições para o crescimento dos protestos de rua. Além disso, o avanço da Operação Lava Jato prejudicava setores inteiros da economia, como a construção pesada e a indústria naval, aumentando a massa de desempregados.
O resto da história é conhecido. Dilma foi afastada, o PMDB está no poder e o PSDB, que apostou no 'quanto pior, melhor', hoje posa de bom moço, cobrando de Michel Temer cortes de gastos e reformas estruturais na economia. A Petrobras vende ativos a toque de caixa, em processos com pouca transparência, no que vem sendo definido pelos petroleiros como um crime de lesa-pátria (leia mais aqui).
17 meses de demissões
Quem ganhou com isso? Os brasileiros, certamente, não. Com os dados do Caged divulgados nesta sexta-feira, soube-se que a confiança prometida por Temer e Meirelles não voltou. Ao contrário, as empresas continuam demitindo, ainda que num ritmo menor, e agosto foi o décimo-sétimo mês seguido de demissões. Em um ano, a crise brasileira produziu 1,65 milhão de desempregados a mais (saiba mais aqui).
Em Nova York, Temer e sua equipe tentaram vender otimismo a investidores. Meirelles disse que, a partir de agora, o preço das concessões será dado pelo mercado – como se as concessões do governo Dilma tivessem sido um fracasso. O problema é que a história desmente essa versão. Basta notar as transformações recentes dos aeroportos de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Campinas.
Quem hoje de fora olha para o Brasil enxerga uma economia arruinada, um Poder Judiciário hipertrofiado, empresários amedrontados, e alguns sendo obrigados a depositar fianças bilionárias para, simplesmente, ter o direito de entrar nas próprias empresas. Por mais que se venda "segurança jurídica", os donos do capital não são idiotas.
O resultado final é uma economia em círculo vicioso: menos emprego, menos renda, menos consumo, menos investimento, menos arrecadação e contas públicas – o pretexto para o golpe – ainda mais arrombadas. Não por acaso, a única realização obtida até agora pela equipe econômica foi a ampliação do déficit em mais de R$ 100 bilhões.
Valeu a pena destruir o Brasil para retirar o PT do poder? Os que hoje estão no poder e os que tentam contar uma história oficial a partir dos meios de comunicação associados ao golpe dirão que sim. Mas a conta ficou pesada demais e será paga pelas próximas gerações. Por muitos e muitos anos.

23 setembro 2016

Está chegando a hora Jardim de Piranhas!

CONVITE DA FAMÍLIA 55

O Sábado é da #Família55 e por isso vamos aproveitar cada hora! Então, antes do grande Comício do Abraço vamos realizar a CARREATA DO ESQUENTA. Pegue seu carro, chame sua família, seus amigos, vista sua camisa amarela e faça sua bandeira vibrar!
CARREATA DO ESQUENTA
Sábado, 24, às 9h.
Saída da frente da Igreja
#JardimUnida
#Elidio55

MINHA FOTO MINHA ARTE!

O Homem é bom, o Homem é Espetacular.
Caminhada do 55 - Jardim Unida para continuar avançando...
Só é possível ensinar uma criança a amar, amando-a.

O Homem é bom, o Homem é Espetacular!

No dia 02 de outubro vote 55 e confirme.
  Elidio Queiroz para Jardim continuar avançando...

Dignidade não pode ser esquartejada

REUTERS/Nacho Doce
Seria preciso regredir à primeira metade do século XVIII e aos tempos do absolutismo para compreender o grau de barbárie a que o economista Guido Mantega foi submetido na manhã de quinta-feira. Você provavelmente já sabe: acompanhando a mulher que era submetida a uma cirurgia para operar um câncer, no Albert Einstein, em São Paulo, Mantega foi retirado do local pela Polícia Federal, que cumpria um mandato de prisão assinado pelo juiz Sérgio Moro, revogado após cinco horas.
Naquela longa fase da história da humanidade anterior ao nascimento dos direitos humanos como um valor universal, o suplício de pessoas condenadas – não é o caso de Mantega, diga-se – ocorria em praça pública. Antes de serem executadas, eram torturadas e, em alguns casos esquartejadas. A multidão aplaudia numa espécie de transe, e até pedia mais. Profissionais da morte e do sofrimento, os carrascos chegavam a ser personagens populares nas grandes cidades. Minutos antes de perder a cabeça na guilhotina de Paris, o revolucionário Danton pediu ao matador que a mostrasse ao povo reunido na praça da Revolução -- hoje da Concordia -- pois queria que a  multidão visse “como é bela”.  
Tentando explicar essa imensa evolução no direito e na sensibilidade humana, a historiadora Lynn Hunt lembra, num livrinho particularmente instrutivo, (“A Invenção dos Direitos Humanos”) que a noção de que todos são iguais perante a lei e assim devem ser tratados, é uma novidade recente da civilização, embora seja uma ideia tão repetida que parece ter vigorado já na idade das cavernas.
Na realidade, não chega a ter 300 anos de existência no passado deste bípede que anda pela Terra sabe-se lá quantos milhares de anos. Para Hunt, homens e mulheres precisaram superar vários degraus de cultura primitiva, baseada na desigualdade entre os homens e na tirania mais bruta do Estado sobre os indivíduos, para compreender que era necessário desenvolver uma relação de empatia de cada pessoa com toda a humanidade, única forma de garantir que não se faça com o próximo  daquilo que não se deseja para si mesmo.
Hunt localiza o nascimento dessa ideia nos debates que deram origem à Constituição dos Estados Unidos, de 1776, confirmada pela Declaração dos Direitos do Homem da Revolução Francesa, de 1789. Foram decisões que representaram um imenso progresso, lembra, ainda que tenham ocorridos recuos graves, mais tarde, pois além da luta política, também havia uma disputa cultural. Hunt está convencida de que, criando epopeias românticas que envolviam heróis e heroínas de terras distantes, em sociedades da Ásia ou da África, que cultivavam costumes vistos como exóticos em Londres ou Paris, os noveleiros daquele tempo, que escreviam folhetins publicados em sequência pelos jornais, cumpriram um papel positivo no esforço para criar uma cultura de uma sociedade onde a igualdade é um valor fundamental.
A experiência futura ensinou que, como a luta global pela democracia, a defesa dos direitos humanos é um esforço que nunca termina. A opressão da mulher prosseguiu pelos séculos seguintes, a escravidão permaneceu como uma vergonha duradoura. A dominação de povos frágeis, do ponto de vista econômico, é uma realidade até hoje. A tortura jamais foi inteiramente abolida. Chegou a ser sistematizada pelo Exército francês na guerra da Argélia, nos anos 1950. Empregada em interrogatórios de prisioneiros na guerra do Vietnã, foi  admitida por decreto de George W Bush após o 11 de setembro, numa regressão cujo maior exemplo é a prisão de homens sem direitos de Guantânamo. Há outros exemplos, mas este é o espírito da coisa.    
No Brasil, a igualdade está presente em todas as Constituições escritas desde a independência. Mas foi na última, em 1988, que os constituintes providenciaram um longo e detalhado artigo, número 5, onde os direitos individuais são definidos de forma ampla e detalhada. Entre várias providências essenciais, como a proteção absoluta a liberdade de expressão e a proibição da censura, a Carta chamada “cidadã” pune a tortura como crime imprescritível, inafiançável. A partir deste artigo, que acertava contas com a ditadura de 1964, define-se, a começar pela defesa da integridade do corpo humano, a supremacia dos direitos do indivíduo frente ao Estado, que dá base para a noção de que todos são inocentes até que se prove contrário.
Um dos pontos essenciais dessa visão universal foi estabelecida por Voltaire, o mestre do iluminismo, para quem “é preferível um culpado solto do que um inocente preso”.
Em setembro de 2016, o repúdio a uma medida truculenta e desnecessária levou Moro a revogar o mandato contra Mantega, que, nos governos Lula e Dilma, somou a mais longa permanência continua no posto de Ministro da Fazenda em nossa história republicana.
Arrancar uma pessoa com endereço conhecido, que jamais se negou a prestar esclarecimentos solicitados, da companhia de uma mulher que desde 2011 luta de forma corajosa contra um câncer, não é apenas uma medida desnecessária.
É um ataque a sua dignidade, que não pode ser esquartejada em praça pública.
Isso interessa a quem promove o espetáculo da honra ferida, da cidadania diminuída, quem sabe atemorizada. 
É uma forma de colocar o interesse do Estado por cima dos direitos do cidadão, quando seria perfeitamente compatibilizar uma coisa e outra.
A menos, claro, quando o show para a TV é a prioridade sobre todas as coisas.  
Mesmo correta, a decisão de Moro não foi capaz de evitar um escândalo numa Operação marcada por outras denúncias que envolvem a violação de garantias constitucionais.
A primeira investigação, na pré-história da Lava Jato, envolveu um grampo telefônico que violava o sigilo das conversas entre um cliente -- assessor do falecido deputado José Janene – e seu advogado, garantido pela Constituição.
Quebrado por uma longa prisão preventiva, que incluía feriados sem banho de sol e sem visitas familiares, previstos em lei, o diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa fez uma delação premiada que mudou o curso de toda investigação.
Um ano mais tarde, o senador Delcidio do Amaral foi preso de forma ilegal, pois um parlamentar só pode ser levado para a cadeia em caso de flagrante, o que não era seu caso. Delcídio afirma que só decidiu falar depois de ser mantido incomunicável numa cela sem luz da Polícia Federal em Brasília, onde chegou a bater na porta pedindo por socorro mas não foi atendido.
Muitas pessoas costumam assumir uma postura tolerante diante de atos dessa natureza, com o argumento nocivo de que finalidades nobres podem justificar o emprego métodos condenáveis.
A verdade é que, justamente porque vivemos numa sociedade onde os homens têm direitos iguais, uma postura flexível diante dos ataques aos direitos de determinados indivíduos cedo ou tarde cobra um preço muito mais alto sobre o conjunto das instituições de governo. As prisões preventivas sem motivação justificável, empregadas com a finalidade óbvia de obter delações premiadas, são definidas como uma forma de tortura por juristas à prova de qualquer suspeita pelas preferências políticas dos acusados – e parece difícil encontrar, ao menos entre pessoas capazes de empatia pelo sofrimento alheio, este traço peculiar do aprendizado democrático segundo Lynn Hunt, quem conteste essa noção.
“Morra, terrorista” gritavam na rua para a guerrilheira Cida Costa, no momento em que era conduzida à prisão, na década de 1970. A própria Cida não foi executada, embora isso não fosse incomum, na época.
Da mesma forma que o choque elétrico e o pau de arara se tornaram peça essencial na ditadura militar, num circo de horrores onde chefes de tortura eram glorificados pelos jornais, promovidos e recebiam medalhas em datas cívicas, é difícil negar que a tolerância e mesmo aplauso diante de abusos e medidas de exceção da Lava Jato seja responsável pela criação de um ambiente político de conivência que permitiu o golpe de 31 de agosto, numa trama que produziu o impeachment sem prova de Dilma Rousseff, para dar posse a um sucessor envolvido nos mesmo crimes pelos quais ela foi afastada – sem falar em práticas pelas quais a presidente jamais foi acusada, inclusive uma condenação pela Justiça Eleitoral.

Lula: Moro se aliou à Globo e condena pela imprensa

 
Pernambuco 247 – O ex-presidente Lula defendeu a regulamentação da mídia e fez duras críticas à dobradinha da Lava Jato com os jornais em entrevista à Rádio Jornal, do Recife, na manhã desta sexta-feira 23. Lula esteve na capital pernambucana nesta quinta, onde fez campanha para João Paulo (PT) à Prefeitura.
Para o ex-presidente, o juiz Sérgio Moro, da Lava Jato, "tem uma teoria equivocada". "Ele construiu com a Globo a tese de que não é possível condenar ninguém se não for pela imprensa. Toda quinta-feira tem uma manchete. Vaza e ninguém sabe quem vazou. Antes de provar se é verdade ou não, vai sair cinco manchetes de jornal. Você já está condenado", criticou Lula.
"Uma parte da imprensa virou partido político. Quero que a imprensa seja democrática. Precisa regulamentar. A lei é de 1962", defendeu. "Defendo a democracia, liberdade de expressão e imprensa. Mas não defendo a liberdade da mentira", prosseguiu, citando modelos inglês, americano e alemão como alguns para servirem de inspiração para o Brasil. "Está cheio de rádio na mão de deputado, senador", lembra.
Lula também fez críticas à Operação Lava Jato, que ontem prendeu o ex-ministro Guido Mantega no hospital, onde acompanhava a esposa, com câncer, em uma cirurgia. Moro revogou a prisão horas depois, dizendo que isso não prejudicaria as investigações. "Quanto a Lava Jato está arrecadando e quanto está dando de prejuízo ao país?", questionou.
"Não sei aonde essa gente quer chegar. Você pode fazer investigação sem quebrar as empresas", disse ainda o ex-presidente. Ele lembrou que, quando a Polícia Federal foi em sua casa, "foram levantar meu colchão como seu eu fosse um bandido". Ele também ironizou o boato de fuga do País caso receba mandado de prisão: "O único 'país' do mundo para o qual eu pediria asilo seria Garanhuns".

22 setembro 2016

MINHA FOTO MINHA ARTE!

"Deus é puríssima essência. Para os que têm fé Nele, Deus simplesmente é".

Meditando o Evangelho do dia!

Evangelho (Lc 9,7-9)
Eu mandei degolar João. Quem é esse homem, sobre quem ouço falar essas coisas? + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 9,7-9.
Naquele tempo, o tetrarca Herodes ouviu falar de tudo o que estava acontecendo, e ficou perplexo, porque alguns diziam que João Batista tinha ressuscitado dos mortos. Outros diziam que Elias tinha aparecido; outros ainda, que um dos antigos profetas tinha ressuscitado. Então Herodes disse: "Eu mandei degolar João. Quem é esse homem, sobre quem ouço falar essas coisas?" E procurava ver Jesus.
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão - Lc 9, 7-9
Vemos o surgimento de diferentes formas de misticismo e as diferentes religiões estão se multiplicando por todos os lados. Para nos defender, afirmamos que existem falsos profetas que ficam enganando o povo para ganhar dinheiro e fazer da religião meio de vida. À luz do Evangelho de hoje, podemos analisar este fato. As pessoas falam muitas coisas a respeito de Jesus, embora muitas vezes porque desconhecendo verdade, e esse desconhecimento se dá porque não evangelizamos como devemos e também porque conhecemos a nossa fé de modo superficial, mas não admitimos a nossa ignorância e manifestamos nossa opinião como verdade de fé, basta ver o acúmulo de bobagens que cristãos de meia tigela veiculam na Internet, em sites que afirmam ser católicos, mas que na verdade são caóticos e escondem Jesus.

Se net o melhor Provedor de Internet

A PASCOM da cidade de Jardim de Piranhas agradece a SE net, em ter nos proporcionado a levar muitas alegrias aos filhos ausentes, através das transmissões das novenas e missas, foi uma transmissão espetacular, que Deus e a nossa Mãe dos Aflitos lhes concedam muitas graças, sucesso e vitórias, conte conosco, foi muito bom ter trabalhado com vocês, vamos continuar nesta parceria, os fiéis agradecem. Aproveito para avisar que as celebrações da Santa Missa vai continuar sendo transmitidas aos domingos a noite, na missa com os jovens.

O povo brasileiro protegerá Lula de Moro?

Ricardo Stuckert 
Luiz Inácio Lula da Silva caiu nos braços do povo. E foi no Ceará que ele deu início a esse processo, participando de comícios em cidades como Barbalha, Crato e a capital Fortaleza, onde foi tratado como popstar.
Lula tomou esse banho de povo um dia depois de se tornar réu em Curitiba e provou que, ao menos no Nordeste, ainda é rei.
Num dos cartazes, um manifestante transmitiu a seguinte mensagem: "Lula, seu maior escudo é o povo", sinalizando que muitos brasileiros estariam dispostos a sair em sua defesa.
Isso significa que, por mais frio e impessoal que seja o juiz Sergio Moro, suas decisões em relação a Lula despertarão paixões e reações imprevisíveis. Uma eventual prisão ou uma decisão que contribua para excluí-lo da vida política, tirando-o da disputa presidencial de 2018, não traria paz social.
Em Fortaleza, Lula mandou um recado para a força-tarefa da Lava Jato. “Eu quero dizer para eles: peguem a convicção de vocês e façam o que quiserem, mas se querem me acusar, mostrem uma prova. Não quero estar acima da lei”, disse Lula. “Se eles provarem que tem R$ 10 de desvio na minha vida, não preciso do julgamento deles, mas do de vocês. Se não tiver, que tenham a grandeza de pedir desculpa a mim e à minha família.”
Confira, abaixo, imagens de Ricardo Stuckert sobre a passagem de Lula pelo Ceará:
 
 

Lula avisa: quem sabe cuidar desse povo sou eu

 
Ceará247 - O ex-presidente Lula encerrou sua agenda no Ceará participando de comício em apoio à candidata petista Luizianne Lins, que disputa a Prefeitura de Fortaleza. Na capital cearense, na noite desta quarta-feira (21), ele avisou à multidão que se encontrava na Praça do Ferreira: "Se precisar, se preparem, eu vou voltar".
"Se o problema deles é com 2018, eu que estou quietinho no meu lugar, se preparem porque quem sabe cuidar do povo nesse país sou eu, quem sabe cuidar do trabalhador, fazer esse país ser respeitado no mundo inteiro. Eu não tenho nenhuma disposição hoje, mas se precisar, se preparem, eu vou voltar", declarou o ex-presidente.
Em seu discurso, Lula defendeu-se das acusações da Lava Jato e da decisão do juiz Sérgio Moro que o tonou réu, dizendo que não aceita a ideia de que "um grupo de jovens procuradores que investigam minha vida há dois anos, cheguem na quarta-feira passada e digam que não têm provas, mas têm convicção".
"Queria dizer a eles: peguem a convicção de vocês e façam o que quiser com ela. Se quiserem me acusar, mostrem uma prova", desafiou. Ele afirmou não estar "acima da lei". E disse que não quer "ter privilégio, quero apenas respeito".⁠⁠
Lula disse ainda que, se for provado qualquer desvio de sua parte, deseja acima de tudo o julgamento do povo. "Não se preocupem comigo, se eles provarem que tem 10 reais de desvio na minha vida, não preciso do julgamento deles, eu quero o julgamento de vocês. Eu tenho coragem de viajar por esse país pedindo desculpas a vocês. A única coisa que eu quero é que, se não tiverem, por favor, tenham a grandeza de pedir desculpas para mim e para a minha família".
Também presente no evento, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, disse que Lula está sendo acusado injustamente, em uma "trama sórdida". "Temos que ir à luta e dizer não ao Moro, não à condenação injusta", afirmou.

CUT: vamos parar o Brasil

Roberto Parizotti/ CUT
"Nos tiraram a democracia, nos tiraram uma presidenta honesta e legítima, mas não tirarão os direitos trabalhistas e nem a garra de e a vontade de construir um país mais digno para a classe trabalhadora. Somos nós, trabalhadoras e trabalhadores, que erguemos e colocamos o país para funcionar - seja nos campos ou nas cidades", diz mensagem da Central Única dos Trabalhadores, que convoca para um dia nacional de paralisação nesta quinta-feira.
Leia, abaixo, reportagem da Rede Brasil Atual:
Centrais e movimentos promovem dia nacional de paralisação nesta quinta
fora paulista.jpgMobilização inclui paralisações, atrasos na entrada, assembleias nas portas das empresas, passeatas e manifestações que serão preparatórias para a construção de uma greve geral no país.
Objetivo das centrais sindicais é iniciar processo amplo de construção de greve geral no país
São Paulo – Por "Nenhum Direito a Menos", CUT, CTB, UGT, Força Sindical, Nova Central, CSP-Conlutas e Intersindical, Frente Brasil Popular e Frente Povo sem Medo promovem quinta-feira (22) dia nacional de paralisação contra as propostas para o mundo do trabalho que vêm sendo anunciadas pelo governo Michel Temer. A mobilização inclui paralisações, atrasos na entrada, assembleias nas portas das empresas, passeatas e manifestações, que serão atividades preparatórias para a construção de uma greve geral no país.
Em São Paulo, às 10h, trabalhadores farão concentração diante da sede Federação das Indústrias do Estado (Fiesp), na Avenida Paulista. Às 11h, sindicalistas entregarão à entidade patronal pauta em defesa dos direitos sociais e trabalhistas.
Às 15h, trabalhadores e militantes de várias categorias profissionais vão se reunir no vão livre do Masp, onde os professores da rede pública estadual estarão em assembleia. Às 16h, haverá ato público.
Além de projetos como a ampliação da terceirização, a manifestação chama a atenção para a reforma da Previdência e para a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que congela os investimentos sociais pelo poder público, em especial nas áreas de saúde e educação por 20 anos. "É contra esses ataques aos direitos sociais e trabalhistas que todos os trabalhadores têm de participar do dia nacional de paralisação e se preparar para a greve geral", disse o presidente da CUT, Vagner Freitas. “Dia 22 de setembro, todos nós, trabalhadoras e trabalhadores, temos que estar nas ruas, dando um recado para esse governo golpista, dizendo que não vamos tolerar que mexam em nossos direitos”, disse.

As centrais defendem um projeto de desenvolvimento com criação de empregos e distribuição de renda, trabalho decente, aposentadoria digna e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário.

De acordo com o secretário-geral da CTB, Wagner Gomes, a principal bandeira da mobilização será a denúncia das medidas que vêm sendo anunciadas por Temer em relação à Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e à Previdência. "Somos contra uma reforma da Previdência que estipule uma idade mínima para aposentadoria; contra aumento de jornada e contra a flexibilização das relações trabalhistas", afirmou.
Os sindicalistas criticam a postura do governo em relação ao debate dessas questões. "Tudo ainda está muito jogado no ar. Ninguém diz as coisas como deveriam ser ditas. O governo apresenta uma coisa, depois muda e diz que não falou. O presidente da CNI (Confederação Nacional da Indústria) falou em 80 horas, depois recuou. Vem o ministro do Trabalho e fala em 12 horas por dia", criticou o diretor da CUT nacional João Cayres, que também é secretário-geral da CUT paulista. "Essa história da idade mínima vai prejudicar justamente os mais pobres, que começam a trabalhar muito mais cedo. Vão ter que trabalhar muito mais para se aposentar."
A Frente Brasil Popular também criticou as propostas de congelamento no investimento público e o pacote de privatizações, incluindo a entrega do pré-sal.
Ensaio
A ideia das centrais é que no dia 22 se inicie um processo mais amplo de construção de uma greve geral no país, caso seja necessário. "O diálogo frequente com os sindicatos e as bases têm sido importante para essa construção da greve geral", afirma Freitas.
"A gente acredita que o governo está segurando um pouco por conta das eleições municipais. Depois disso, vão querer passar o trator. Precisamos estar atentos e preparados", diz Cayres. Sobre o movimento de quinta-feira, ele afirma que a intenção maior é fazer mobilizações nos locais de trabalho, nas várias regiões. "Nós vamos realizar assembleias nas fábricas e no setor público também, como em hospitais, explicando para os trabalhadores o que está em risco. Há 55 projetos (de lei) no Congresso que incluem retirada de direitos", afirmou.