28 julho 2016

Palavras do Papa Francisco

O mundo está em guerra porque perdeu a paz!
Durante a viagem para a Polônia, o Papa Francisco encontrou os jornalistas de 15 países presentes no voo da Alitália.
Antes de saudar pessoalmente cada um, o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Lombardi, pediu ao Santo Padre algumas palavras sobre como vive estes últimos acontecimentos no mundo e como vê o encontro com os jovens neste contexto atual. Eis o que respondeu:
"Uma palavra que – sobre isto dizia Padre Lombardi - se repete tanto é "insegurança". Mas a verdadeira palavra é "guerra". Há tempos dizemos que "o mundo está em guerra em partes". Esta é a guerra. Houve aquela de 1914 com os seus métodos; depois a de 39 a 45; uma outra grande guerra no mundo, e agora existe esta. Não é tão orgânica, talvez; organizada, sim, mas orgânica, digo; mas é guerra. Este santo sacerdote que morreu precisamente no momento em que fazia a oração por toda a Igreja, é "um"; mas quantos cristãos, quantos inocentes, quantas crianças… Pensemos na Nigéria, por exemplo: "Mas, lá é a África!". Esta é a guerra! Não tenhamos medo de dizer esta verdade: o mundo está em guerra, porque perdeu a paz".
O Papa também agradeceu o trabalho nesta Jornada da Juventude:
"A juventude sempre nos fala de "esperança". Esperemos que os jovens nos digam algo que nos dê um pouco mais de esperança, neste momento. Pelo fato de ontem, também eu gostaria de agradecer a todos aqueles que expressaram seu pesar, de modo especial o Presidente da França que quis telefonar para mim, como um irmão. Agradeço a ele".
Ao final, o Santo Padre fez questão de esclarecer que esta não é guerra de religiões:
"Uma só palavra gostaria de dizer para esclarecer. Quando eu falo de "guerra", falo de guerra seriamente, não de "guerra de religiões": não. Existe guerra de interesses, existe guerra pelo dinheiro, existe guerra pelos recursos da natureza, existe guerra pelo domínio dos povos: esta é a guerra. Alguém pode pensar: "Está falando de guerra de religiões": não! Todas as religiões, queremos a paz. A guerra, a querem os outros. Entendido?".

Seguindo a Peregrinação da nossa Padroeira a Senhora dos Aflitos

Lembrando para todos, que logo mais às 19h, a Peregrinação da nossa Padroeira, a Senhora dos Aflitos, será na residência de
KÁTIA E EVERALDO, à Rua Francisco Luiz dos Santos, bairro, Emboca. Com celebração da Santa Missa. Participe fervorosamente deste momento único. Sintam-se todos convidados! O melhor da Festa é a sua preparação.

Brasil pretende sabotar de vez o Mercosul

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Apesar do boicote liderado pelo chanceler José Serra, o Uruguai decidiu transmitir a presidência do Mercosul à Venezuela, como preveem as regras atuais e confirmam os jornais de Montevidéu. No entanto, a decisão não será reconhecida pelo Brasil, criando um impasse inédito entre os vizinhos sul-americanos.
Recentemente, o chanceler interino José Serra foi ao Uruguai, acompanhado do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, para tentar convencer o governo de Tabaré Vazquez a quebrar as regras, mas fracassou em sua missão. Num comunicado, o governo de Vásquez disse que “reiterava sua posição no sentido de proceder a passagem da presidência, de acordo com as normas vigentes do Mercosul”.
O Brasil alega que a mudança de comando deve ser tomada por consenso, o que fez com que o governo de Nicolás Maduro denunciasse que o "golpismo" brasileiro agora atinge também o Mercosul”. Serra defende que o assunto seja abordado durante cúpula da entidade, em 12 de agosto, e que o Uruguai permaneça à frente da entidade até lá. Os uruguaios, por sua vez, querem que seja obedecido o rodízio de seis meses e por ordem alfabética.
ssunto, segundo o Ministério de Relações Exteriores uruguaio, pode ser tratado hoje, em Lima, durante a posse do presidente peruano Pedro Pablo Kuczynski, segundo reportagem de Fabio Murakawa. Estarão presentes, além de Vázquez, os presidentes Nicolás Maduro (Venezuela), Mauricio Macri (Argentina) e Horacio Cartes (Paraguai). O Brasil será representado pelo chanceler José Serra - leia aqui.

A descartabilidade de Temer

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O governo interino de Michel Temer estaria apenas ganhando tempo, esperando pelo desfecho do impeachment para adotar medidas fiscais mais consistentes, se tivesse adotado uma política feijão-com-arroz de transição: se, mesmo sem condições de debelar o déficit com medidas fortes, estivesse pisando no freio para evitar a expansão do gasto público. Mas, aos olhos do mercado, enquanto acenam com medidas futuras e não garantidas, como a PEC do teto para o gasto e a reforma previdenciária que incendiará o país, Temer e Meirelles pisam é no acelerador fiscal, e não no freio. Por isso a grita de aliados, que foram do editorial de O Globo à manifestação do banco Credit Suisse, passando por colunistas da grande mídia.
Se a autoconfiança de Temer não for desmedida, ele deve saber que a eventual consumação do golpe em agosto, com sua efetivação no cargo, não lhe garante os dois anos e meio de mandato. Ele é tanto ou mais descartável do que foi Dilma, que era presidente eleita.  Se fugir do figurino esperado, as mesmas elites que o puseram lá podem tirá-lo. Caminhos existem.
O primeiro, seria pela condenação da chapa Dilma-Temer pelo TSE.  Embora ele tenha apresentado um recurso pedindo que suas contas de campanha de 2014 sejam consideradas individualmente, isso não está resolvido.  E só o será quando as coisas estiverem mais claras. Se seu governo tiver conseguido restabelecer a confiança dos agentes econômicos, de forma efetiva e não fantasiosa como andou apregoando a mídia,  recorrendo até à manipulação de pesquisa como fez a Folha/Datafolha, só Dilma poderá ser condenada pela corte comandada por Gilmar Mendes. Do contrário,  a ação estará lá, para a eventualidade de uma nova troca de guarda que atenda aos interesses supremos.
Outro caminho é o de seu impeachment, caso ele se torne indesejável. Já tem o pedido que Eduardo Cunha paralisou, e existe o risco de que seja alvejado por Eduardo Cunha com uma denúncia grave que, dependendo das circunstâncias, pode turbinar o processo. Ficou claro, com o caso de Dilma, que o impeachment no Brasil é uma questão de maioria, dispensados os fundamentos jurídicos que a Constituição aponta. A mesma maioria que lhe deu a cadeira de Dilma pode tirá-la, se os que de fato mandam quiserem trocá-lo por alguém mais palatável ou confiável. Por quem, por exemplo? Por um presidente que seja eleito indiretamente pelo Congresso, a partir de janeiro do ano que que vem, como prevê a Constituição. Não precisa ser congressista – onde hoje não há ninguém credenciado ao posto. Basta que tenha o voto da maioria, que sabe obedecer.
Isso, tomando-se como certa a condenação de Dilma em agosto. Faltam quatro semanas. No julgamento, se o Senado tiver juízo, pode considerar a proposta de Dilma de ser inocentada, voltar ao cargo com a legitimidade que lhe deram as urnas, convocar o plebiscito e daí para as novas eleições seriam um passo. Um passo mais seguro para a estabilização e a relegitimação da Presidência.

27 julho 2016

Rua Adelaide Dantas ganha pavimentação em Jardim de Piranhas.

Os moradores da rua Adelaide Dantas Saraiva, bairro Santa Cecilia em Jardim de Piranhas estão vendo um sonho se tornar realidade com a pavimentação da referida rua. As obras começaram no inicio deste mês de julho.

IstoÉ coisa de Deus!

Na abertura da Jornada Mundial da Juventude, o Arcebispo de Cracóvia, Cardeal Stanislaw Dziwisz, diz para os jovens que devemos vencer o ódio com a Misericórdia!

Seguindo a Peregrinação da nossa Padroeira a Senhora dos Aflitos

Lembrando para todos, que logo mais às 19h, a Peregrinação da nossa Padroeira, a Senhora dos Aflitos, será na residência de JOÃO BOSCO DUTRA E EDILEIDE, à Rua Quintino Bocaiúva, Centro. Com celebração da Santa Missa. Participe fervorosamente deste momento único. Sintam-se todos convidados! O melhor da Festa é a sua preparação.

Defesa de Dilma citará perícia do MP que descarta crime em pedaladas

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O presidente da Comissão Especial do Impeachment no Senado, Raimundo Lira (PMDB-PB), prorrogou por 24 horas o prazo para que a defesa da presidente Dilma Rousseff entregue os documentos com as alegações finais do processo. Com isso, o prazo que vencia hoje (27) foi estendido até quinta-feira (28).
Além dos argumentos que foram expostos na defesa de Dilma, o ex-advogado-geral da União José Eduardo Cardozo irá incluir uma decisão recente do Ministério Público Federal (MPF) que conclui que as pedaladas não são crime.
"Vamos pegar todos os aspectos das provas, como o procurador do Ministério Público e a afirmação de todas as testemunhas e da perícia, de que não há ato nas pedaladas", afirmou Cardozo.
Em parecer enviado à Justiça na última semana, o procurador da República no Distrito Federal Ivan Marx entendeu que as manobras fiscais feitas pela equipe econômica de Dilma não se enquadram no conceito legal de operação de crédito ou empréstimo. Por isso não seria necessário pedir autorização ao Congresso para executá-las.
Cardozo também vai incluir declarações de rivais para argumentar que o impeachment é ilegal, segundo a colunista Natuza Nery. Entre as falas está a do advogado-geral da União da gestão Temer, Fabio Medina Osório, que em 2015 usou a expressão “golpe revestido de institucionalidade” para se referir ao processo. Também usará entrevista do algoz Eduardo Cunha, que disse que ter “livrado o país” de Dilma é uma marca da qual se orgulha.

Pesquisa desenterra o cadáver que o Grupo Folha escondeu

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Os resultados das pesquisas dos institutos Ipsos e Datafolha sobre a situação do país são tão disparatados que se fica com a sensação de terem pesquisado realidades totalmente diferentes.
Quando, contudo, se analisa os dados, fica evidente que a discrepância entre as pesquisas não decorre da observação de realidades ou períodos diferentes, mas sim do viés de análise empregado pelos proprietários do instituto Datafolha.
Pela lente da sua pesquisa, a Folha de São Paulo consegue enxergar que "cresce otimismo com a economia" e que "para 50%, Temer deve ficar" – capa e matéria da edição de domingo 17/07/2016.
Já a pesquisa Ipsos mostra, ao contrário, que a vida dos golpistas está mais próxima do inferno do que do paraíso: apenas 16% querem que Temer fique até 2018; 89% afirmam que o Brasil está no rumo errado; e a aprovação do impeachment fraudulento da Presidente Dilma apresenta importante tendência de queda.
O Datafolha pertence ao Grupo Folha, conglomerado de mídia notoriamente pró-Serra, pró-PSDB, pró-Temer, pró-Cunha, pró-coxinhas, pró-golpe, pró-Alstom, pró-corrupção tucana e pró tudo o que é contra o PT, contra Lula e contra Dilma.
Epíteto dizia, ainda no século 5 antes de Cristo, que o que perturba os homens não são os fatos, mas a interpretação que os homens fazem dos fatos. Esta noção milenar de Epíteto é executada à moda Joseph Goebbels não só pela Folha de São Paulo – mas por toda a mídia golpista e engajada.
Eles fazem de tudo – se fraudam um processo de impeachment, porque não falsificariam também a verdade? – para legitimar o golpe de Estado perpetrado pela turba golpista que assalta o Poder para pôr em prática o programa anti-povo e anti-nação que jamais seria aprovado nas eleições.

26 julho 2016

Solidariedade confirma aliança com Elídio Queiroz em Jardim de Piranhas

O presidente municipal do Solidariedade Jardim de Piranhas Lamark Yure  confirmou nesta segunda feira (25), aliança com o prefeito Elídio Queiroz que trabalha o seu projeto de reeleição nas eleições de outubro próximo. Para Lamark, o apoio a Elídio é sinônimo de querer que as coisas continuem caminhando no rumo certo no município.

Seguindo a Peregrinação da nossa Padroeira a Senhora dos Aflitos

Lembrando para todos, que logo mais às 19h, a Peregrinação da nossa Padroeira, a Senhora dos Aflitos, será na residência de MANOEL DE CÍCERO E FRANCISCA, à Rua Manoel Antônio, Centro – Em frente a casa de Luciano de Sula. Com celebração da Santa Missa. Participe fervorosamente deste momento único. Sintam-se todos convidados! O melhor da Festa é a sua preparação.

Eleonora de Lucena: elite deu tiro no pé com o golpe

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Editora-executiva da Folha de S. Paulo entre 2000 e 2010, a jornalista Eleonora de Lucena publica um importante artigo nesta terça-feira, em que aponta como a elite brasileira abraçou um projeto de autodestruição nacional e dela própria, ao abraçar o golpe de 2016, rotulado por ela como um Escracho.
"A elite brasileira está dando um tiro no pé. Embarca na canoa do retrocesso social, dá as mãos a grupos fossilizados de oligarquias regionais, submete-se a interesses externos, abandona qualquer esboço de projeto para o país", diz a jornalista, fazendo a ressalva de que o golpe de 2016 não é o primeiro exemplo de retrocesso patrocinado pela própria elite. "Não é a primeira vez. No século 19, ficou atolada na escravidão, adiando avanços. No século 20, tentou uma contrarrevolução, em 1932, para deter Getúlio Vargas. Derrotada, percebeu mais tarde que havia ganho com as políticas nacionais que impulsionaram a industrialização."
Lucena afirma que a inclusão social fortalecida no governo Lula trouxe grande rentabilidade para a elite, mas não ameaçou o rentismo – o que só veio a acontecer na presidência de Dilma Rousseff. "Os últimos anos de crescimento e ascensão social mostraram ser possível ganhar quando os pobres entram em cena e o país flerta com o desenvolvimento. Foram tempos de grande rentabilidade. A política de juros altos, excrescência mundial, manteve as benesses do rentismo. Quando, em 2012, foi feito um ensaio tímido para mexer nisso, houve gritaria."
Ela afirma que, com o impechament, foi colocada em marcha uma agenda de retrocessos, que coloca o Brasil à beira do abismo. "O impeachment trouxe a galope e sem filtro a velha pauta ultraconservadora e entreguista, perseguida nos anos FHC e derrotada nas últimas quatro eleições. Privatizações, cortes profundos em educação e saúde, desmanche de conquistas trabalhistas, ataque a direitos", diz ela. "O objetivo é elevar a extração de mais valia, esmagar os pobres, derrubar empresas nacionais, extinguir ideias de independência. Em suma, transferir riqueza da sociedade para poucos, numa regressão fulminante. Previdência, Petrobras, SUS, tudo é implodido com a conversa de que não há dinheiro. Para os juros, contudo, sempre há."
"Com instituições esfarrapadas, o Brasil está à beira do abismo. O empresariado parece não perceber que a destruição do país é prejudicial a ele mesmo", lembra ainda a jornalista.

Dilma: "Nenhum direito em pé, é isso que eles querem"

Roberto Stuckert Filho/PR:  
 A presidente eleita Dilma Rousseff participou nesta segunda-feira 25 em Aracaju do "Ato contra o golpe, em defesa da democracia", com a presença de líderes de movimentos sociais, como do MST, João Pedro Stédile. Em sua fala, Dilma disse que "está em curso um golpe contra os interesses do povo brasileiro". "Não é um golpe com armas e tanques nas mãos e nas ruas, mas um golpe que vem usando a mentira e a fraude", descreveu.
A presidente voltou a destacar que não cometeu nenhum crime, o que já foi confirmado por parecer técnico do Senado entregue à comissão do impeachment e até pelo Ministério Público Federal. "Mas isso para eles pouco importa. O que importa é me afastar da presidência. Para executar um plano e um programa de perdas de direitos do nosso povo. Que quer impor em menos de dois meses um profundo retrocesso", disse.
"Querem acabar com o Mais Médicos, da forma disfarçada que usam sempre. No caso do Mais Médicos, é parando de contratar os médicos cubanos. Querem impedir que o povo brasileiro tenha acesso ao SUS, querem fazer um plano de saúde diminuto, pequeno, mínimo, como se a saúde dos pobres fosse diferente da saúde dos ricos. Estão tentando acabar com a universidade pública e gratuita. Estão querendo acabar com o ensino público gratuito. E acabar com vários programas que fizemos", exemplificou.
"O Pronatec, por exemplo, está praticamente cancelado, fechado. Não fazem uma única matrícula. Aonde vai o dinheiro do povo é do orçamento? Não vai pra quem mais precisa", criticou Dilma. "O que eles propõem para os trabalhadores: reforma das leis trabalhistas, que quer impor o negociado sobre a CLT. A tendência deles é de tirar direito dos trabalhadores, eles acham que a saída é reduzir direitos. Além disso, tem uma pauta ultraconservadora", prosseguiu.
Dilma também fez críticas movimento Escola Sem Partido: "Querem educação sem posições, sem a crítica e o debate. Isso não é educação, mas sim treinamento". "Educação sem partido é na verdade o coroamento desta visão que transforma o Brasil não numa pátria desenvolvida, mas num bando, querem nos transformar num bando de carneiros", acusou. "Tem um lema que é o que podemos aplicar ao governo interino, ilegítimo: nenhum direito em pé, é isso que eles querem. Nós não queremos nenhum direito a menos", completou.
Dilma voltou a mencionar a fraude da Folha de S. Paulo ao divulgar sua última pesquisa, quando noticiou que 50% da população quer a permanência de Michel Temer na presidência. "A imprensa internacional não fica falseando com a verdade, faltando com a verdade e inclusive até manipulando pesquisas", comparou. A presidente ressaltou que não desistirá de lutar para reverter o processo do impeachment no Senado: "Podem esperar sentados porque eu não desisto desta luta".
No início de seu discurso, Dilma contou sempre ter sido bem recebida pelo ex-governador de Sergipe Marcelo Deda, falecido em 2013, e pelo senador José Eduardo Dutra, além do atual governador, Jackson Barreto. No fim de sua fala, Dilma disse que em Aracaju, em Sergipe, aprendeu "a respeitar vendo a força pessoal, a força incrível de Marcelo Deda, que além de ser um guerreiro, de ter a companheira que teve, a Eliane, ele era um poeta. O poeta é capaz de cantar a alma do povo. Deda canto a alma do povo sergipano".
"Uma das coisas que considero mais fortes tanto em Deda quanto em Zé Eduardo era a capacidade de enfrentar desafios. Sei que vocês saberão honrar a imagem. A luta de dois grandes sergipanos, Deda e Dutra", finalizou a presidente.

25 julho 2016

Elídio Queiroz ganha reforço no seu projeto de reeleição em Jardim de Piranhas

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O presidente do PSB o jovem Advogado  Siderley Medeiros juntamente com o seu pai o empresário Gilberto confirmaram no fim de semana o apoio ao projeto de reeleição do prefeito Elídio Queiroz.
Para Siderley a escolha por Elídio foi a mais acertada, já que a administração vem mostrando trabalho e este deve ser dado continuidade. "Nós acreditamos na força e na garra de Elídio que vem fazendo uma das melhores administrações que Jardim de Piranhas já vivenciou", disse Siderley.

Meditando o Evangelho do dia

Evangelho (Mt 20,20-28)
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.
Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, a mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com seus filhos e ajoelhou-se com a intenção de fazer um pedido. Jesus perguntou: "O que tu queres?" Ela respondeu: "Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda".
Jesus, então, respondeu-lhes: "Não sabeis o que estais pedindo. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?" Eles responderam: "Podemos". Então Jesus lhes disse: “De fato, vós bebereis do meu cálice, mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. Meu Pai é que dará esses lugares àqueles para os quais ele os preparou”.
Quando os outros dez discípulos ouviram isso, ficaram irritados contra os dois irmãos. Jesus, porém, chamou-os e disse: "Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos".
Palavra da Salvação.
Glória a vós, Senhor.

Reflexão - Mt 20, 20-28

Estamos vivendo em uma época que é marcada pela diferença vista não pelo critério da complementariedade, mas pelo critério da oposição e da hierarquia. Esta fato faz com que vivamos em uma sociedade marcada pelo conflito e pela disputa constante de supremacia sobre os demais, de modo que o outro é sempre um concorrente, não é nunca irmão ou irmã, companheiro de caminhada na construção do Reino de Deus. O Evangelho de hoje nos mostra que esses valores que fundamentam a vida das pessoas não vêm de Deus e nem conduzem para Deus. Somente a fraternidade, a justiça e o amor vão possibilitar um mundo marcado pela convivência pacífica entre os seres humanos.

Seguindo a Peregrinação da nossa Padroeira a Senhora dos Aflitos

Lembrando para todos, que logo mais às 19h, a Peregrinação da nossa Padroeira, a Senhora dos Aflitos, será na residência de MARIA DE RITA DE AMBROSINA E SANDRO, à Rua Severino Gomes da Silva, Santa Cecília – por trás da casa de Helda. Com celebração da Santa Missa. Participe fervorosamente deste momento único. Sintam-se todos convidados! O melhor da Festa é a sua preparação.

Rombo será muito maior e pode superar R$ 180 bi

José Cruz/Agência Brasil: <p>Brasília - O presidente interino Michel Temer apresenta as primeiras medidas econômicas para reequilibrar as contas do governo (José Cruz/Agência Brasil)</p> 
O governo interino de Michel Temer decidiu abandonar a meta de déficit primário de R$ 163,9 bilhões para o setor público consolidado neste ano, que está prevista na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Assim, o déficit da União, Estados, municípios e estatais será muito maior do que o previsto até agora e poderá ultrapassar R$ 180 bilhões, segundo estimativa do Valor.
O rombo maior veio da decisão de Temer de não realizar novo contingenciamento das despesas orçamentárias. O governo só saberá o tamanho do buraco depois da aprovação do projeto de lei complementar 257, que trata da renegociação das dívidas estaduais (leia aqui).

Paraná Pesquisas: 73,1% querem o Fora, Temer

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O colunista Ricardo Noblat divulgou levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, entre os últimos dias 20 e 23, sobre o cenário político, que corrige o erro do Datafolha:
11,1% dos entrevistados responderam que preferem a volta de Dilma Rousseff à presidência da República. A permanência de Michel Temer como presidente foi a resposta de 23,8%, bem menos do que os 50% apontados pela Folha em sua pesquisa forjada. Pouco mais de 62% disseram preferir a realização de novas eleições.
Como a tese de novas eleições depende da volta de Dilma, que faria uma consulta popular sobre o tema, os senadores, se ouvirem a voz do povo, rejeitarão o impeachment.
Ainda segundo a pesquisa, por enquanto, a população continua cética. Quando se lhe indaga se sua situação financeira melhorou, piorou ou permaneceu igual depois que Temer assumiu o governo no lugar de Dilma, responde: melhorou (11,3%), piorou (20,7%), permaneceu igual (65,9%).
Sobre o futuro do ex-presidente Lula, 15,2% dos entrevistados pelo Instituto Paraná Pesquisas responderam que preferem a volta dele à presidência da República.
Contra 34,1% que disseram preferir que ele simplesmente se aposentasse da política. E 47,7% que fosse preso pelo juiz Sérgio Moro. Não souberam ou não quiseram responder, 3% - leia aqui.

Dilma: "a resistência ao golpe vai continuar"

: <p>Belo Horizonte - BH, 20/05/2016. Presidenta Dilma Rousseff participa do 5º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR</p> 
Após o noticiário dizendo que a presidente eleita Dilma Rousseff "teria jogado a toalha" e vê a possibilidade de não voltar mais ao Palácio do Planalto, a petista informou, por meio sua assessoria de imprensa, "que não existe, nem nunca existiu, a hipótese de renúncia". De acordo com a nota, "não é de hoje que parcela da imprensa brasileira alardeia que a presidenta Dilma Rousseff considera improvável sua vitória no Senado. E que deveria desistir. Isso não vai acontecer".
"A resistência ao golpe vai continuar por meio de viagens da presidenta pelo Brasil e por meio do diálogo político construtivo com o Senado", diz o texto. "O desejo dos golpistas é esconder a realidade: um processo de impeachment baseado em uma fraude, pois não aponta qualquer ato da presidenta Dilma Rousseff que possa configurar crime de responsabilidade".
Segundo a nota, por mais que o impeachment da petista "seja o desejo dos adversários políticos e do governo golpista", ela segue firme e determinada na luta para voltar ao Palácio do Planalto, "como forma de resgatar a democracia, em respeito aos 54,5 milhões de votos que obteve em 2014".
"Aqueles que noticiam uma renúncia que jamais acontecerá desejam manter um aparente quadro de normalidade e encobrir com a renúncia a anomalia deste impeachment sem crime de responsabilidade, que é uma afronta ao Estado Democrático de Direito e à Constituição", diz o comunicado.
A presidente também disse não ser verdade que "tenha se encontrado recentemente com o presidente do Senado, Renan Calheiros. Declarações supostamente atribuídas a ele não passam de especulação da imprensa, que continua produzindo ficção em vez de reportar fatos".

"Sem teto para gasto, só restará aumentar imposto"

Antonio Cruz- Agencia Brasil: <p>Brasilia - O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, empossa hoje Luiz Awazu Pereira no cargo de diretor de Assuntos Internacionais.</p> 
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que, se o Congresso não aprovar a proposta de criar um teto para os gastos públicos, o país terá escolhido uma opção preocupante e terá um preço a pagar, com aumento de impostos e juros mais altos por longo período, o que travará o crescimento.
"O Brasil terá feito uma opção que acho errada, grave, de não controlar a evolução da sua dívida pública, e pagará um preço por isto nos próximos anos", afirmou, em entrevista à “Folha de S. Paulo”. "Se não for aprovada, não haverá outra saída, porque nos próximos anos, para financiar este aumento das despesas públicas, só restará aumentar imposto", disse.
Meirelles também indicou ser contra um novo programa de refinanciamento de dívidas das empresas: "a tentativa de atender a todos é que levou à deterioração da situação fiscal e prejuízo de todos".
O ministro afirmou que cumprirá a meta de fechar o ano com deficit de R$ 170,5 bilhões, apesar da gastança do governo interino e da queda das receitas: "Quem viver verá", disse.
Questionado também sobre o processo de impeachment de Dilma Rousseff, afirmou que o fim da "incerteza" que ele alimenta permitirá uma "recuperação maior e mais rápida" da economia – leia aqui.

24 julho 2016

Seguindo a Peregrinação da nossa Padroeira a Senhora dos Aflitos

Diocese de Caicó
Pastoral da Comunicação Paroquial – PASCOM
Peregrinação da Imagem de Nossa Senhora dos Aflitos
Paróquia de Nossa Senhora dos Aflitos
Jardim de Piranhas/RN
   
C O N V I T E  

A Paróquia de Nossa Senhora dos Aflitos, convida a toda população para participar da peregrinação da nossa Padroeira nos bairros e comunidades de nossa cidade.

- Segunda, 25 de julho - Nome: MARIA DE RITA DE AMBROSINA E SANDRO.
Endereço:Rua Severino Gomes da Silva, Santa Cecília – por trás da casa de Helda.
- Terça, dia 26 de julho - Nome: MANOEL DE CÍCERO E FRANCISCA.
Endereço:Rua Manoel Antônio, Centro – Em frente a casa de Luciano de Sula.
- Quarta, dia 27 de julho - Nome: JOÃO BOSCO DUTRA E EDILEIDE.
Endereço: Rua Quintino Bocaiúva, Centro.
- Quinta, dia 28 de julho - Nome: KÁTIA E EVERALDO.
Endereço: Rua Francisco Luiz dos Santos, Emboca.
- Sexta, dia 29 de julho - Nome: CRISTALINO E SOFIA.
Endereço: Sítio Sobrado.
Participe fervorosamente deste momento único. Sintam-se todos convidados! O melhor da festa é a sua preparação. Venha celebrar conosco!

José Henrique, seus ensinamentos vão permanecer vivos na minha memória...

Temer pede moderação nos protestos e faz apelo para ficar no poder

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Ciente de que será alvo de manifestações pedindo sua saída no próximo dia 31 e durante a Rio 2016, o interino Michel Temer pediu moderação nos protestos e fez também um apelo aos senadores para que consiga se manter no poder até 2018.
"O Estado democrático de Direito garante manifestações livres entre os contrários, respeitados os direitos e deveres dos indivíduos e as normas de civilidade. A postura de cautela e moderação é a mais adequada", disse ele.
Pesquisas recentes revelam que 62% dos brasileiros defendem sua renúncia e a realização de novas eleições.
Leia, abaixo, o artigo do interino:
Construindo a nossa paz
Por Michel Temer
"Se o desenvolvimento é o novo nome da paz, quem não deseja trabalhar para ele com todas as forças?"
O notável papa Paulo 6º encerrou assim a histórica carta encíclica "Populorum Progressio", em 1967, que tratou do desenvolvimento dos povos. Essa é a inspiração para as ações do governo neste momento de grandes dificuldades pelas quais passa o país.
Resgatar o crescimento e libertar da miséria milhões de brasileiros é a alternativa mais viável para cumprirmos o preceito estabelecido no artigo primeiro de nossa Carta Magna, que elege como fundamentos do Estado democrático de Direito, entre outros, a cidadania, a dignidade da pessoa humana, os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa.
A primeira condição para se almejar a cidadania é o emprego. Combater, pois, o desemprego que afeta quase 12 milhões de brasileiros é a meta prioritária a que me proponho, como presidente em exercício, para reinserir o país no rumo certo.
O escopo dos direitos individuais e coletivos se assenta na igualdade de oportunidades, na elevação dos padrões de vida, na manutenção e na melhoria dos programas voltados aos mais carentes e à redução das desigualdades.
Para tanto, o resgate das bases da economia é a meta principal de nosso governo. Um conjunto de ações está em curso com a finalidade de limitar os gastos e obter rigidez nas contas públicas: reduzir a máquina administrativa; renegociar as dívidas dos entes estaduais com imposição de teto de gastos; concentrar os esforços do Estado nas funções que lhe competem, livrando-o de tarefas que podem ser desempenhadas pela iniciativa privada.
Não se trata de um mero ajuste fiscal, mas de reforma que visa ao bem-estar do cidadão. Nossa convicção é que, no curto prazo, teremos sinais alentadores para a reativação de setores produtivos estagnados e a volta dos investimentos.
Como, aliás, já detectam as pesquisas de opinião, todas sinalizando o resgate da confiança dos agentes econômicos e dos consumidores. São dados que indicam estarmos no rumo certo, apesar do pouco tempo que tivemos, cerca de dois meses, para colocarmos a casa em ordem.
A par das medidas de cunho econômico-financeiro, importante mudança de rumo se registra na ansiada meta da meritocracia, com a aprovação da Lei de Responsabilidade das Estatais. Trata-se de um avançado passo na direção do aperfeiçoamento da gestão pública. Sabemos que imensos desafios nos esperam, dentre os quais a recorrente meta da inflação para um patamar compatível com a alavancagem da economia e diminuição da taxa de juros.
Na frente social, uma das primeiras medidas que tomamos teve como meta salvaguardar as condições de vida das 14 milhões de famílias que se amparam no Bolsa Família, garantindo ao programa 12,5% de aumento. Acrescentamos 75 mil vagas ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), abrindo mais possibilidades de acesso aos jovens.
Na área do Minha Casa, Minha Vida, determinamos que o programa dê prioridade às famílias que tenham filhos portadores de microcefalia, dispensando-as de sorteio. Teremos, em breve, a realização da Olimpíada do Rio de Janeiro, evento que reunirá atletas de todo o mundo. Face à moldura de violência que se expande em diversas regiões, o nosso aparato de segurança está estruturado para garantir a integridade de atletas e turistas nos eventos que ocorrerão em agosto.
Por último, relembro a disposição de pacificar o país, integrando Executivo e Legislativo. A eleição do presidente da Câmara dos Deputados revelou clima de harmonia e distensão naquela Casa. Do Congresso Nacional, temos tido amplo apoio nas propostas de interesse do governo.
O Estado democrático de Direito garante manifestações livres entre os contrários, respeitados os direitos e deveres dos indivíduos e as normas de civilidade. A postura de cautela e moderação é a mais adequada.
Estamos assistindo ao pleno funcionamento das instituições nacionais. Deixemos que os senadores, sob a égide de suas prerrogativas, tomem a decisão que julgarem conveniente ao nosso futuro.
Michel Temer exerce interinamente a presidência da República.

23 julho 2016

Marcelo na JMJ

Marcelo Soares, hoje teve o privilégio de servir na celebração da missa da pré-jornada. O único brasileiro no presbiterio. Na Missa estavam o cardeal da França e do Panamá. Depois da celebração da Santa Missa os jovens estão reunidos em um evento com onde mais de 20.000 participantes na cidade de Opole.
Parabéns Marcelo, Deus te abençoe!
 
 
 
 
 
 

MINHA FOTO MINHA ARTE!

Salve, Sant'Ana gloriosa, Nosso amparo e nossa luz Salve, Sant'Ana ditosa, Terno afeto de Jesus...
 
 

Carta Capital: Cunha pode ter grampeado Temer

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Uma reportagem da revista Carta Capital, do jornalista André Barrocal, publicada neste fim de semana, revela que o interino Michel Temer pode ter sido grampeado pelo deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na reunião fora da agenda que ambos tiveram no Palácio do Jaburu.
No encontro, Cunha teria lembrado Temer sobre "antigas parcerias", citando a Lei dos Portos, votada em 2013 depois que o deputado conseguiu incluir um trecho que favoreceria o grupo Libra, que atua em Santos.
Depois disso, a Libra doou R$ 1 milhão para Temer – "dinheiro recebido pelo peemedebista em uma empresa aberta por ele para gerenciar recursos que repassaria a candidatos amigos."
Na conversa, Temer teria percebido a armadilha e, por isso, estaria tenso, às vésperas do impeachment.  "Ao sentir que poderia cair numa arapuca, o presidente em exercício teria reagido aos gritos com Cunha, no relato de uma pessoa ligada a Temer. Teria o deputado afastado gravado o interino em alguma outra oportunidade?", questiona a reportagem.
Barrocal lembra, ainda, que Cunha conseguiu mudar a lei para favorecer o grupo Libra. "A versão original da lei, proposta por medida provisória, proibia a renovação de contratos de arrendamento por terminais inadimplentes com o poder público. Era o caso de Libra, que há anos tenta na Justiça rever seu contrato com a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), um feudo político de Temer. Uma dívida bilionária, em valores atuais", diz ele. "Graças a Cunha, a Câmara inseriu na Lei um dispositivo que retirava o veto à renovação de contratos por inadimplentes. Mais: incluiu a possibilidade de litígios contratuais serem resolvidos em comissão de arbitragem, ou seja, longe dos tribunais, com membros indicados pelas partes."
Leia, aqui, a íntegra da reportagem.

O julgamento de Dilma, parte 2: a lição de Esther

Geraldo Magela: <p>ex-secretária de Orçamento Federal, Esther Dweck (testemunha); relator da CEI2016, senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) Foto: Geraldo Magela/Agência Senado</p> 
 "No dia 23 de junho deste ano, por cerca de três horas, Esther Dweck, secretária do orçamento do último mandato de Dilma Rousseff, depôs na Comissão Especial do Impeachment do senado da República", lembra o jornalista Raimundo Rodrigues Pereira, no segundo capítulo de seu livro sobre o golpe parlamentar de 2016; "Esther pode ser chamada de a principal responsável, na área técnica do governo, pelo encaminhamento dos três decretos apontados agora como a causa básica para o processo que visa encerrar o mandato de Dilma Rousseff", diz Raimundo, que demonstra que "na soma de todas as 346 ações suplementadas pelos três decretos, não há nenhum impacto sobre o gasto total autorizado pela Lei Orçamentária aprovada pelo Congresso Nacional em abril de 2015 e, portanto, nenhuma violação das leis que regem o orçamento".

22 julho 2016

João Santana: 98% das campanhas usavam caixa 2

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Em depoimento ao juiz Sérgio Moro, o publicitário João Santana questionou o cerco da Lava Jato ele e a sua mulher, Mônica Moura. Disse que 98% das campanhas políticas no Brasil utilizam caixa dois e que, mesmo assim, ele e a mulher são os únicos presos por esse motivo: "Se tivesse o mesmo rigor que está tendo comigo em relação a essas pessoas, teria uma fila saindo atrás de mim que iria bater em Brasília, chegaria a Manaus. Poderia ser fotografada de satélite", disse o marqueteiro.
"Acho que precisa rasgar o véu da hipocrisia que cobre as relações políticas eleitorais no Brasil e no mundo", afirmou, acrescentando que "ou faz a campanha dessa forma, ou não faz".
Mônica também disse que os partidos não querem declarar o valor real que recebem das empresas: "Não era uma opção minha, era uma prática não só no PT, mas em todos os partidos".
Leia aqui reportagem de Cleide Carvalho sobre o assunto.

MINHA FOTO MINHA ARTE!

Em Peregrinação da Senhora dos Aflitos.
Ter fé é assinar uma folha em branco e deixar que Deus nela escreva o que quiser. Santo Agostinho

Seguindo a Peregrinação da nossa Padroeira a Senhora dos Aflitos

Lembrando para todos, que logo mais às 19h, a Peregrinação da nossa Padroeira, a Senhora dos Aflitos, será na residência de NEGA E ANTÔNIO DA BODEGA, à Rua Francisco Elói de Souza, bairro, Novo Jardim. Com celebração da Santa Missa. Participe fervorosamente deste momento único. Sintam-se todos convidados!
O melhor da Festa é a sua preparação.

Datafolha repete 64

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A manipulação da pequisa do DataFolha em torno da aprovação de Michel Temer e Dilma Rousseff não chama atenção pela originalidade -- mas pela perversidade.
Em 1964, a Federação do Comércio de São Paulo, envolvida na conspiração que derrubou João Goulart, encomendou uma pesquisa sobre aprovação do governo. Descobriu que Jango era aprovado por mais de 60% da população. Até em lugares onde a oposição era fortíssima, como São Paulo, pontos essenciais de seu programa de Reformas de Base, a Reforma Agrária era apoiada por mais de 50%.
Precavida, a Federação do Comércio arquivou o levantamento, que só seria divulgado 40 anos depois, após a democratização, quando pesquisadores tiveram acesso aos arquivos da Unicamp, onde ficou escondida por anos a fio.
É evidente que, em 1964, o segredo ajudou os adversários de Jango a cultivar o mito de que Goulart era um presidente impopular, falsidade que contribuiu para  minar a possível resistência dos brasileiros contra um ataque a democracia. Com números escondidos, era possível dizer que o golpe salvara a democracia. A decisão também produziu efeitos sobre a posteridade, alimentou trabalhos acadêmicos distorcidos e até contribuiu para formar um retrato de Goulart como um líder sem base real entre os brasileiros.
"Muitos historiadores, até dez anos atrás, ainda tinham essa ideia de que Goulart caiu porque era frágil, não tinha o apoio dos partidos e, sobretudo, da população" disse o professor Luis Antonio Dias, da PUC de São Paulo, em entrevista à TV Câmara, em 2014.
Os números de fantasia  do DataFolha sobre Temer foram publicados  no percurso de um golpe de Estado que, sem dispor de tanques nem de baionetas, que têm o inegável poder de intimidar a população pela força, precisa forjar a adesão dos brasileiros. Tenta-se dizer que o afastamento de Dilma Rousseff tem seu consentimento e até aprovação.  
A rigor, os golpistas de 64 podiam dispensar a opinião dos brasileiros. Dispunham até da Operação Brother Sam, organizada pelas Forças Armadas dos EUA, para prestar socorro, em caso de necessidade. Em 2016 aliados de Temer são vaiados no exterior e até impedidos de falar.
Isso acontece porque a situação em 2016 é outra. Nos dias anteriores ao afastamento da presidente, ocorreram imensos protestos contra uma decisão que fere uma democracia duramente conquistada. Após o golpe, sucessivos protestos mostraram que Temer e seus aliados, entre os quais a Folha e a mídia grande, perderam um debate político sobre a legitimidade do novo governo. Até a líder do governo  do governo no Senado diz que "tudo foi política." A votação tenebrosa na Câmara não sai da memória de ninguém. Muito menos o papel de Eduardo Cunha. Ou as próprias denuncias contra Temer. Ou o reconhecimento pelo próprio Ministério Público de que as pedaladas fiscais usadas para condenar a presidente nunca foram crime.
A manipulação da pesquisa surge como uma tentativa de dar um verniz de legitimidade a um governo o que não possui nenhuma. Até porque, em seu esforço para calar o debate e evitar toda contestação, uma das primeiras providências foi silenciar o jornalismo de Empresa Brasil de Comunicação e atacar, financeiramente, os portais da internet não alinhados com a nova ordem.
A manipulação é um exercício  temerário, porque arriscado. Não basta esconder a verdade. É preciso ter controle absoluto de uma situação, para construir, divulgar e proteger uma mentira -- sintetizada na divulgação da resposta a uma pergunta que não foi apresentada a eleitores que, teoricamente, poderiam resumir o pensamento da população.
A finalidade da mentira está escancarada. Destina-se a dar um argumento para senadores que podem ser cobrados por eleitores, cada vez mais desconfiados dos projetos impopulares e anti nacionais do governo interino. Em caso de dúvida, poderiam alegar que apenas atendiam a vontade da maioria dos brasileiros.
Era mentira -- como sabemos agora, num episódio que marca um novo rebaixamento do padrão do jornalismo brasileiro em nossa época. O truque empregado é banal.
Disponível na internet, encontra-se um livro chamado "How To Lie With Statístics"(como mentir com estatísticas) que ensina os interessados a usar tabelas, pesquisas, perguntas dirigidas e cálculos marotos para enganar os incautos. Best seller lançado em 1954, já vendeu meio milhão de cópias.
Na verdade, a pesquisa é boa para Dilma. Mostra que ela está correta em apresentar a proposta de plebiscito sobre novas eleições caso o golpe seja derrotado. É, com todas as distancias guardadas, a vontade do povo. E, ao contrário do que desejam aqueles que escondem e manipulam pesquisas, é bom que seja ouvida.

Dilma: Decisão do Tribunal Internacional é um marco

Roberto Stuckert Filho/PR:  
 A presidente eleita Dilma Rousseff recebeu nesta quinta-feira 21, no Palácio da Alvorada, os juristas que integram o Tribunal Internacional e que se reuniram por dois dias nessa semana a fim de julgar a legalidade do processo de impeachment no Brasil. A sentença foi divulgada ontem e concluiu que o processo viola a Constituição brasileira, se configura um golpe de Estado e deveria ser anulado.
"O fato de ser um tribunal internacional, com personalidades tão significativas representando, tudo isso dá para nós uma grande força e uma grande arma de disputa", disse Dilma. Segundo ela, a sentença dos juristas "é um marco" e "fundamental para minha resistência".
Dilma disse que a decisão é também fundamental para desfazer a impressão de que o problema foi resolvido com seu afastamento e a gestão do governo interino de Michel Temer, algo que "só pode acontecer com o imenso esforço da mídia, que culminou agora nessa pesquisa, que é uma verdadeira fraude jornalística".
A presidente se referiu à última pesquisa Datafolha, que inicialmente apontou que 50% da população apoia a permanência de Temer no poder, mas que depois se revelou uma fraude. A decisão do Tribunal Internacional tem uma "seriedade imensa, que vai para além do meu governo", concluiu Dilma.

21 julho 2016

Os jovens do nosso Seridó na JMJ

Os jovens da diocese de Caicó/RN, foram acolhidos pela diocese de Erfurt na pessoa de Padre Timo, responsável pela juventude daquela diocese.
Passaram 4 dias na cidade de Weimar, depois os jovens foram divididos entre as paróquias da diocese para terem experiência de convivência com as famílias.
Os jovens observaram muito bem que, os alemãs tem consciência sobre o uso da água, energia e reciclagem.
No dia de ontem os nossos  representantes se despediram da Alemanha e seguiram rumo a Polônia onde foram recepcionados pela diocese de Opole, onde estão vivenciando a Pré-Jornada.
Na próxima segunda-feira, dia 25 eles partirão à Cracóvia para a tão esperada Jornada Mundial da Juventude.