O presidente do PDT potiguar, Carlos Eduardo Alves, que também sonha em ter o apoio dos partidos da base wilmista para governador, acredita que a escolha do candidato não saia nem na próxima semana, nem tão pouco em dezembro. "Não creio que se chegue realmente a uma decisão final, de escolha de candidato em 2009, para a eleição de 2010. Eu creio que isso vá atravessar 2009 e só no primeiro trimestre de 2010 nós podemos ter uma posição", opinou.
Finalizando a entrevista, o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo Alves, que agora assumiu a presidência do PDT potiguar, disse que o partido vai exigir fidelidade partidária dos seus filiados, nas eleições do próximo ano. Pelo menos na região do Seridó dois prefeitos não andam em consonância com a pré-candidatura de Carlos. O prefeito de Jardim de Piranhas, Antônio Macaco tem afirmado compromissos com o deputado João Maia (PR) e o prefeito de Equador, Vanildo Fernandes não esconde sua afinidade com o vice-governador Iberê Ferreira (PSB).
Indagado se tentaria mudar a opinião desses prefeitos, para apoiar sua candidatura, Carlos Eduardo respondeu: "Não haverá tempo eles mudarem de partido. Por que se eles mudarem de partido eles perderam o mandato. E o PDT exigirá sim fidelidade partidária. Quem não votar com o partido, naturalmente passará por um processo de expulsão e a conseqüência disso é perder o mandato. Eu acho que a Lei da Fidelidade Partidária ela veio exatamente para isso. Ninguém pode está dentro de um partido, apoiando candidato de outro partido sem uma decisão partidária", argumentou.


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