Na vitrine da noite que é noviça,
Um sinistro olhar qual vagalume,
Em decote, duas tetas enfeitiça,
Um ser, sorrateiro e vagabundo.
Um mistério, qual tenda da ilusão,
Em mudez choram magos do além,
A ciranda a entoar velhas canções.
Os amantes a espera por ninguém.
A névoa embaçava a silhueta gris,
Que em passos sutis e temerários,
Acostava da cabana, em mente vil.
Um ser malfazejo, quão libertário.
Um sinistro olhar qual vagalume,
Em decote, duas tetas enfeitiça,
Um ser, sorrateiro e vagabundo.
Um mistério, qual tenda da ilusão,
Em mudez choram magos do além,
A ciranda a entoar velhas canções.
Os amantes a espera por ninguém.
A névoa embaçava a silhueta gris,
Que em passos sutis e temerários,
Acostava da cabana, em mente vil.
Um ser malfazejo, quão libertário.
Fonte: Jair Eloi de Sousa

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