Segundo a Polícia Civil, o fiscal exigiu o dinheiro de um empresário para não atrapalhar seu negócio no ramo de geração de energia. A vítima gravou as exigências do auditor e procurou ajuda do Garra (Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos) e o Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais). Ele disse à polícia que era chantageado há cerca de 60 dias pelo funcionário público.
Segundo o delegado Walter Ferrari, do Garra, o empresário tinha contratos com o Governo Federal em que se comprometia em investir em infraestrutura e o auditor era o responsável por validar seu cumprimento. “O auditor afirmava que, se não recebesse a propina, atrapalharia a obtenção desses benefícios”, falou Ferrari à Folha.

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