"A destituição de governante legitimamente eleito sem sólidos e claros fundamentos jurídicos chama-se golpe. Ainda mais quando a governante é Dilma Rousseff, cidadã bem mais honesta que muitos de seus algozes políticos. Contra ela, todos sabem, não há absolutamente nada. Tanto faz se for pela via tradicional das armas ou pela via "moderna" das impugnações brancas, golpe é golpe. Não adianta justificar o injustificável alegando que tal decisão é política, pois julgamentos puramente políticos só ocorrem em ditaduras"; quem faz tal observação é o colunista Marcelo Zero; ele pondera que o golpe encontraria "maciça resistência popular, que neutralizaria quaisquer medidas e inviabilizaria a frágil e complexa governabilidade da crise" e faria com que o país sofresse "com desdobramentos profundamente negativos, no plano internacional"; "Além da vergonha de retroceder à condição de uma "republiqueta de bananas" perante a opinião pública mundial, o país quase que certamente arcaria com o peso de um isolamento diplomático, no plano regional e internacional", reforça.
Sem fundamentos, golpe isolaria o Brasil
- Por Edna Maria
- Em 06:27
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Funcionária Pública Municipal, Técnica em Contabilidade, sou alegre, inteligente, simpática. Sempre gostei de estar atualizada, fazer novas amizades é o meu objetivo, nada nesse mundo me atrapalha, meu corpo é fechado, Deus e Anjos me protegem e o meu coração sempre me avisa quando estou em perigo...

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