O caso ocorreu em novembro do ano passado, durante uma aula na Ufes. Na ocasião, o professor teria dito que "detestaria ser atendido por um médico ou advogado negro", por exemplo. Na época, os alunos protestaram contra a permanência do professor na universidade. Ele chegou a ficar suspenso por 30 dias, mas depois voltou a dar aulas normalmente.
Em entrevista ao Gazeta Online na sexta-feira (6), o professor confirmou que foi afastado das funções e que vai recorrer da decisão da reitoria. O docente recebeu o comunicado pelo Chefe de Gabinete da Reitoria da Universidade, Edebrande Cavalieri.

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