"Não se substitui voto por pesquisa de satisfação"

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Advogado Geral da União, Luís Inácio Adams, questiona a falta de fundamento jurídico no processo de impeachment contra Dilma Rousseff: "Não se substitui uma eleição com pesquisa de popularidade. Apontam que a presidente caiu nas pesquisas, como se dissessem que isso fosse tão importante quanto eleição. Bastaria então fazer uma pesquisa de boca de urna e nossos problemas se resolveriam? Esse é o erro, a banalização'; segundo ele, isso ocorre quando há, no processo de decisão, um fator exógeno, que, no caso, é a disposição pessoal do presidente da Câmara [Eduardo Cunha]; "Isso contamina o processo", diz.

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