Segundo Temer, o
pontífice tem o mesmo objetivo que ele próprio: pacificar o país. “Eu
acho que ele revelou uma preocupação com o Brasil, uma preocupação que
todos temos”, disse o presidente.
Perguntado se o papa
havia se equivocado no diagnóstico da situação brasileira, o presidente
disse que não. “Equivocado jamais”, afirmou.
A agência de notícias
italiana Ansa divulgou no dia 2 de agosto que o papa havia enviado uma
carta à então presidente afastada, Dilma Rousseff. No dia 18, a
ex-presidente confirmou que havia recebido a correspondência, mas se
recusou a revelar seu conteúdo.

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