Várias organizações internacionais de juristas, procuradores, e outra
categorias, até a ONU, estão acompanhando o desenrolar das ações do
Juiz Sérgio Moro, do Ministério Público e da Polícia Federal na
perseguição política ao ex-Presidente Lula.
O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, acusou o
ex-Presidente Lula de ter "atacado todo o Ministério Público", por ter
processado o procurador Deltan Dallangnol, por calúnia e difamação.
Lula foi acusado injustamente, sem provas, de ser chefe de
organização criminosa por Dallangnol numa ação política, por meio de um
powerpoint constrangedor apresentado numa coletiva à imprensa, com
falsos testemunhos.
O procurador Dallangnol, como pregador da palavra de Cristo em
igrejas Brasil afora sabe que, segundo o cristianismo, falso testemunho é
um pecado mortal, mas parece que ele não está nem aí.
Não é bem assim, Senhor Janot. Na minha interpretação dos fatos, Lula
está processando a parte do Ministério Público que, por suposto, age
politicamente com perseguição a ele, já identificada e documentada pelos
advogados da defesa como ativistas políticos que o atacam nas redes
sociais e em reuniões, há muito tempo. A defesa do ex-Presidente tem
provas.
Ao dizer que Lula "ataca todo o Ministério Público", parece que
Janot está fazendo política, tentando jogar o Ministério Público e a
opinião pública contra Lula, que é a vítima da perseguição.
A parte do Ministério Público que acusa sem provas é minoria. O
Brasil sabe como são tratados os delatados do PSDB e como são tratados
os do PT.
O ativismo político de uma banda do Ministério Público e da Polícia
Federal com simpatia manifesta pelo PSDB é conhecido da imprensa e dos
advogados de defesa do ex-Presidente e já foi documentado.
Vejo os sinais trocado. Há ativistas no MP que atacam Lula e não o contrário como diz o SenhorJanot.

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