247 - As despesas do governo com saúde e educação
caíram 3,1% no ano passado em relação a 2016, se descontada a inflação.
Em termos nominais, o gasto total nas duas áreas ficou congelado, saindo
de R$ 191,2 bilhões para R$ 191,3 bilhões, segundo levantamento da
Confederação Nacional dos Municípios (CNM), feito com base em dados do
Tesouro.
O recuo chama a atenção por ter sido o primeiro ano de
vigência da regra do teto de gastos, que impede que as despesas cresçam
acima da inflação. Saúde e educação ficaram de fora da nova regra no ano
passado justamente para que tivessem um fôlego antes de serem incluídas
no teto de gastos este ano. A promessa do governo era que essas duas
áreas teriam no ano passado um volume de gastos maior do que em 2016, o
que não ocorreu. O volume desembolsado em 2017 passará a ser corrigido
pela inflação a partir deste ano até a vigência da regra do teto.
Na saúde, o gasto efetivo foi de R$ 107,2 bilhões, quando o piso estabelecido era de R$ 109 bilhões.
As informações são de reportagem de Adriana Fernandes e Eduardo Rodrigues no Estado de S.Paulo.

0 Comments:
Postar um comentário