Após a renúncia, interlocutores de Eduardo Cunha voltaram a bater na
tecla da delação premiada. Dizem que a possibilidade não é descartada
pelo peemedebista, que agora tenta emplacar um aliado na presidência da
Câmara, segundo a coluna de Andreza Matais.
Em nota, ela diz que peemedebistas não querem um nome "hostil" a
Cunha no comando da Casa; se não houver consenso em torno de Rogério
Rosso (DF), podem lançar Osmar Terra, Sérgio Souza ou Carlos Marun.
Rosso sofrerá os maiores ataques. Será cada vez mais relacionado como
candidato de Cunha, escolhido por ele para manobrar a seu favor no
processo de cassação: "Rosso sai com uma base de votos, mas vai realizar
uma campanha contaminada".

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