A edição da revista Veja deste fim
de semana se dedica, mas uma vez, à tentativa de destruição de Luiz
Inácio Lula da Silva, uma processo que se iniciou quando ele ainda era
sindicalista e percorreu toda a sua trajetória política, passando pelas
disputas presidenciais, o governo melhor aprovado pela sociedade
brasileira e a caçada judicial que se iniciou há alguns anos.
Nesta edição, Veja circula com uma
capa sem título, em que, na semiótica que revela os desejos de seus
editores, as palavras são substituídas pelo sangue do ex-presidente e
pelo petróleo da Petrobras, que escorrem na capa.
Lula está morto? Veja acredita que falta pouco para que seu sonho seja realizada.
No entanto, na última terça-feira,
num hotel em São Paulo, Lula disse que "a história está apenas
começando" e afirmou ter saúde e disposição para viver mais "vinte
anos".
O ponto mais importante da edição de
Veja é uma entrevista feita pelo repórter Rodrigo Rangel, nos Estados
Unidos, com o juiz Sergio Moro, que poderá vir a ser o carrasco de Lula.
– Vou repetir a palavra que o senhor mais ouve na rua: o ex-presidente Lula será preso? – questionou o repórter de Veja.
– "Sem comentários", respondeu Moro.
Afinal, Lula está morto?

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